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MATO GROSSO DO SUL

Para aumentar isolamento, governo decreta ponto facultativo em 12 de junho

Servidores estaduais terão folga prolongada de quatro dias na próxima semana
04/06/2020 09:15 - Adriel Mattos


O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), decretou ponto facultativo nas repartições públicas no dia 12 de junho. O decreto especial foi publicado na edição desta quinta-feira (4) do Diário Oficial Eletrônico (DOE).

Para determinar a medida, Azambuja considerou o feriado de 11 de junho, quando é celebrado o dia de Corpus Christi e a necessidade de prevenção de contágio da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. O índice de isolamento social no Estado está entre os mais baixos do Brasil, o que preocupa as autoridades.

Servidores que atuam em serviços essenciais, como hospitais e delegacias, terão expediente normal. Na semana passada, o prefeito Marcos Trad (PSD) também decretou ponto facultativo na próxima sexta-feira (12).

ANTECIPAÇÃO

O ponto facultativo ocorrerá em meio a discussões de antecipar feriados, a fim de diminuir os prejuízos da crise causada pela pandemia. A seccional estadual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MS) recomendou que o governo siga o exemplo do estado de São Paulo e outras unidades da Federação.

O deputado estadual João Henrique Catan (PL) disse ao Correio do Estado em maio que tem um projeto pronto sobre o tema. O texto reformula o calendário estadual, jogando para os sábados todas as folgas que caem em dias úteis. Segundo ele, a matéria só não foi apresentada ainda por entraves jurídicos, já que a Casa de Leis não pode modificar datas nacionais.

“Mas acreditamos que se trata de uma saída legítima e necessária para colaborar com o comércio, sempre tão prejudicado, muitas vezes até pela sequência de dias sem funcionamento”, afirmou o parlamentar.

Por sua vez, Lucas de Lima (Solidariedade) apresentou requerimento no mesmo sentido, mas pressionado por empresários do setor do turismo, retirou a proposta.

 

Felpuda


Mesmo sem ter, até onde se sabe, combinado com o eleitor, candidato a prefeito começou a apresentar nomes do seu ainda hipotético secretariado, pois parece estar convicto de que conseguirá vencer a disputa.

Os adversários dizem por aí que ele está muito distante de “ser um Jair Bolsonaro”, que, ainda na campanha eleitoral para presidente da República, já falava em Paulo Guedes para ser seu ministro de Economia. Como sonhar é permitido