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PANDEMIA

Paraguai cria medidas mais rigorosas para manter fechamento da fronteira

Ação não foi bem aceita pelo lado Brasileiro
22/04/2020 12:35 - Bruna Aquino


 

Prestes a completar um mês, fechada, a fronteira do Brasil com o Paraguai passa por mais uma medida rigorosa de enfrentamento da disseminação do novo coronavírus. Isso porque ontem (21), os quilômetros de cerca de arame e pneus que impedia a travessia de paraguaios para o lado brasileiro em Pedro Juan Caballero à Ponta Porã, cidade a 297,7 quilômetros de Campo Grande, foi arrancada, mas não por equipes do Exército Paraguaio. 

O governo paraguaio decidiu então tomar medidas mais drásticas para evitar uma vez a movimentação na fronteira e segurar as pontas do isolamento social em Pedro Juan. O Exército Paraguaio por sua vez levou retroescavadeiras e cavou uma vala de 250 metros de comprimento evitando a passagem de veículos e pedestres. 

A ação do lado paraguaio desagradou o país vizinho. O ex-presidente da Câmara, o vereador Candinho Gabino (PSDB) informou que nenhuma autoridade de Ponta Porã foi avisada sobre a medida." Nada contra o isolamento e nem com os cuidados tomados em combater ao COVID 19 pelo país vizinho. Mais nós (Câmara Municipal) não fomos comunicados desse tipo de ação. Nossa linha de fronteira é cuidada pela Comissão de limites e nem um dos países pode simplesmente tomar uma iniciativa sem que os dois países estejam de acordo”, disse em rede social. 

Segundo o secretário de segurança de Ponta Porã, Marcelino Nunes, haverá uma reunião às 14 horas desta quarta-feira (22) com representantes do comércio do Paraguai e Ponta Porã, além dos vereadores e prefeito do município no Centro de Convenções da cidade. 

Em pauta, a reunião vai abrir o debate para a reabertura da fronteira com a possibilidade de uma barreira sanitária, já que o fechamento por quase um mês, afetou em 60% a economia de ambas as cidades. 

 

*Com informações do Porã News

 

Felpuda


É quase certo que a aposentadoria deverá ocorrer de maneira mais rápida do que se pensava em determinado órgão. O que deveria ser a tal ordem natural dos fatos acabou sendo atropelada por acontecimentos considerados danosos para a imagem da instituição. Os dias estão passando, o cerco apertando e já é praticamente unanimidade de que a cadeira terá de ter substituto. Mas, pelo que se ouve, a escolha não deverá ser com flores e bombons de grife.