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PANDEMIA

Parceria entre OPAS e Ministério da Saúde pode evitar falta de kit intubação em MS

Entidade tem ajudado governo federal na aquisição de medicamentos para pacientes graves
12/08/2020 16:08 - Daiany Albuquerque


Uma parceria entre a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e o Ministério da Saúde pode evitar que os medicamentos pertencentes ao kit intubação, como relaxantes musculares e anestésicos, faltam em Mato Grosso do Sul. Na semana passada, hospitais de Campo Grande alertaram que o estoque para esses remédios estava baixo e que poderiam vir a faltar.

De acordo com o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, o governo do Estado tem cobrado da União a chegada desses medicamentos, para que não haja desabastecimento em Mato Grosso do Sul, principalmente na Capital, epicentro da pandemia da Covid-19 na unidade federativa.

“O estoque desses medicamentos está muito baixo e a gente tem feito várias cobranças junto ao Ministério da Saúde para que nos envie esse medicamento e fazendo também os processos de licitação. As indústrias do Brasil estão com a capacidade máxima de fabricação desses medicamentos esgotada, ou seja, tudo que produz está sendo consumido porque nunca se teve tando uso desse kit intubação como está acontecendo esse momento”, lembrou o secretário.

Conforme Resende, a parceria entre a entidade nacional e a Pan-Americana é a esperança para que essa situação de caos não aconteça. “Me parece que está dando certo para que seja encaminhado a todos os estados brasileiros, mas principalmente para Mato Grosso do Sul, um quantitativo desses medicamentos suficiente para manter nossos pacientes em UTIs, para dar suporte a suas vidas”.

Na semana passada o Correio do Estado mostrou a situação complicada que passavam os hospitais de Campo Grande. Na Santa Casa, por exemplo, algumas medicações eram suficientes apenas para esta semana. A mesma situação também foi relatada em hospitais particulares, como o El Kadri, que estava conseguindo fazer compras suficientes apenas para 5 dias de uso.

A falta desses medicamentos ocorre em função da pandemia da Covid-19, que tem levado muitas pessoas a necessitarem de unidades de terapia intensiva (UTIs). e uso de respiradores para se recuperarem da doença. Com essa maior ocupação desses leitos, maior a necessidade de a utilização dos remédios para manter esses pacientes em coma induzido.

 
 

Felpuda


A lista do Tribunal de Contas de MS, com nomes de gestores que tiveram reprovados os balanços financeiros de quando exerceram cargos públicos, está deixando muitos candidatos de cabeça quente.  Conforme previsto pelo Diálogo, adversários estão se utilizando de tais dados para cobrar, principalmente nas redes sociais, deixando alguns gestores na maior saia justa e tendo que se explicar. O eleitor, por enquanto, só observa. E dê-lhe!