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VIGILÂNCIA

Parques da Capital terão programa de videomonitoramento

Prefeitura de Campo Grande vai comprar e câmeras para reforçar segurança em parques e praças
04/03/2020 11:25 - Daiany Albuquerque


 

Campo Grande tem atualmente 39 câmeras de videomonitoramento na região central da cidade. São 22 no quadrilátero central e mais 17 ao longo da rua 14 de Julho, que passou por completa remodelagem. Porém, este ano há também a previsão para que mais 26 equipamentos como esses sejam instalados em praças da Capital, por meio do projeto Parque Seguro.

De acordo com o titular da Secretaria Especial de Segurança e Defesa Social (Sesdes), Valério Azambuja, as câmeras serão instaladas nos seguintes locais: Parques Elias Gadia (três); Ayrton Senna (12); e Sóter (quatro); na Praça Belmar Fidalgo (quatro); e no ginásio Avelino dos Reis, o Guanandizão (três).

A licitação deve ser lançada até o final deste mês e conforme Azambuja, até o final de agosto eles já devem estar instaladas e funcionando. “Esse projeto Parque Seguro já estava no planejamento 2019/2020. A gente está terminando as especificações desse equipamento, porque a licitação é demorada. Vai ser contratada uma empresa para fornecer o equipamento e a instalação”, explicou.

Segundo o secretário, no Guanandizão os equipamentos serão instalados na parte externa, já que dentro do local também estão sendo colocadas câmeras de segurança. “O Ayrton Senna, que é o maior e tem a estrutura da pista de atletismo e das piscinas olímpicas que serão inauguradas, a gente vai colocar mais 12 câmeras, toda distribuída uniformemente. E no Sóter será na área da caminhada”, declarou.

Além desses equipamentos, outras 32 devem ser colocadas ao longo da rua Rui Barbosa, do início ao fim. “Nós estamos preparando, junto com o projeto do corredor de ônibus da Rui Barbosa, que em toda a extensão estará previsto mais 32 câmeras. O projeto já está sendo finalizado e ao termino das obras, essas 32 câmeras serão instaladas”.

A licitação para as obras na via tem previsão para ser finalizada até o final de abril e o início deve acontecer ainda este ano, porém, com tem estimativa de durar mais de um ano, só em 2021 essas câmeras deverão ser compradas e instaladas.

“O que nós pretendemos é aumentar a vigilância eletrônica e coibir assaltos no ponto de ônibus, furtos nos parques e, principalmente, colaborar com a Justiça, porque essas imagens servem como prova no processo judicial, é uma das provas consideradas técnicas, que a Justiça requisita”, continuou o secretário.

Esses equipamentos são a prova de vandalismo e preparadas para enfrentar sol e chuva. “Ela é uma câmara que tem softwares diversos, desde gerenciamento de captura de imagens, reconhecimento facial, até gravação de imagem, seleção de imagens de eventos de flagrante e acidentes de trânsito”.

Para Azambuja, a implantação dos equipamentos significa economia de combustível e também de pessoal, além de atendimento mais rápido a ocorrências. “A área central tem 32 km, seriam 320 mil metros quadrados, e com quatro servidores você consegue fazer o controle de tudo o que acontece naquela região. Tenho economia da escala de pessoal, de viatura, economia de combustível. E eu tenho como atender de imediato todas as ocorrências que estão acontecendo. Nós temos também a base Centro, só para atender a 14 de Julho, da Fernando Corrêa até a Mato Grosso, com 12 servidores em sistema de revezamento com duas motos e um carro”.

No comparativo do ano passado, quando os equipamentos instalados já estavam funcionando, com 2018, houve uma redução de 10% no cometimento de roubos em via pública. Em 2019 foram 3.920 casos, entretanto no anterior haviam sido 4.653.

“Tem que ser creditado a esse serviço de prevenção, com atuação maciça da Polícia Militar, Civil e, principalmente na área central, da atuação da Guarda nas ruas e do videomonitoramento, que acaba inibindo o ladrão”, acredita Azambuja.

 

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.