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INTERIOR

Pavimentação de rodovia cria nova rota para escoamento de produção agropecuária

Obra custou R$ 88 milhões e deve ser entregue em agosto
02/03/2020 18:42 - Da Redação


 

A pavimentação da rodovia MS-223, entre Figueirão e Costa Rica, já está 60% concluída. Ao custo de R$ 88 milhões, a obra amplia a malha viária estadual pavimentada e abre uma nova opção de escoamento da produção estadual, de gado a grãos.

O serviço, que também inclui terraplanagem e drenagem, foi dividido em dois trechos pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul): de 32,5 km, no sentido de Costa Rica para Figueirão, e 28 km, no sentido oposto. O investimento foi feito por meio de recursos oriundos do Fundo Estadual do Sistema Rodoviário (Fundersul). A previsão de entrega é para agosto deste ano.  

A ampliação da infraestrutura rodoviária abre uma nova fronteira agropecuária, com a introdução de lavouras de grãos associadas à pecuária e cana-de-açúcar, hoje predominantes no nordeste do Estado. Para o secretário-adjunto Luis Roberto Martins de Araújo, é uma obra estratégica do ponto de vista da logística. “Com certeza, vai alavancar o escoamento da produção da região, gerando desenvolvimento, mais empregos”, pontuou, durante a inspeção ao trecho Costa Rica-Figueirão. “Além de fomentar a economia de vários municípios, o asfalto reduzirá distâncias e tempo, incidindo no barateamento do frete e custo de produção”, completou.

Enquanto o projeto de pavimentação da MS-223 estava em processo de licitação, a rodovia, que era quase intransitável, recebeu revestimento de cascalho executado pela Agesul, garantindo trafegabilidade o ano todo.

 

Felpuda


Pré-candidato a prefeito de Campo Grande divulgou vídeo em que político conhecido Brasil afora anuncia apoio às suas pretensões. O problema é que o tal líder já andou sendo denunciado por mal feitos em sua trajetória, sem contar que o pai do dito-cujo teve de renunciar ao cargo de ministro por ter ligações nebulosas com empresa de agrotóxico. Depois do advento da internet, essa coisa de o povo ter memória curta hoje não passa de coisa “da era pré-histórica”.