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CORONAVÍRUS

Percorrendo o país para manter abastecimento, motoristas temem contágio

Trabalhadores mudaram alguns hábitos para se proteger contra a Covid-19
01/04/2020 16:39 - Daiany Albuquerque


 

Os caminhoneiros são uma das categorias que não pararam suas atividades, já que são considerados essenciais para evitar a escassez de comida durante pandemia do novo coronavírus. Trabalhando todos os dias, eles temem o contágio e mudaram alguns hábitos costumeiros.

Trabalhando há 27 anos como caminhoneiro, Anderson Cinelli, 45 anos, conta que veio para Campo Grande trazer uma carga de banana vinda do Rio Grande do Norte. Pelo caminho, entrou muitos restaurantes fechados e teve certa dificuldade para se alimentar, principalmente na região norte e em Goiás.

“Mas aqui em Mato Grosso do Sul ainda está tudo aberto. Aqui não tive problemas, está tudo funcionando e temos um lugar de apoio. Só que o serviço continua precário em todo lugar, e isso não é de hoje”, lamentou o trabalhador. Segundo ele, desde o começo da pandemia tem tomado todas as medidas de higiene para evitar se infectar.

Já o colega de profissão, Neri Meurer, 60 anos, prefere fazer a própria comida, como uma forma de evitar ter contato com muitas pessoas. “Eu já vim equipado para fazer a minha comida porque é perigoso. Saí de São Gabriel do Oeste e vou para o porto de Santos carregado de soja”.

Na semana passada o Ministério da Infraestrutura anunciou a suspensão, em caráter excepcional, dos postos com balanças de pesagem nas rodovias federais por um período de 90 dias.

Tarcísio de Freitas, titular da pasta disse que a determinação tem objetivo de evitar o contato entre os profissionais que atuam nesses pontos de pesagem com os caminhoneiros.

 

Felpuda


Dia desses, há quem tenha se lembrado de opositor ferrenho – em público –, contra governante da época, mas que não deixava de frequentar a fazenda de “sua vítima” sempre que possível e longe dos olhos populares. Por lá, dizem, riam que só do fictício enfrentamento de ambos, que atraía atenção e votos. E quem se lembrou da antiga história garantiu que hoje ela vem se repetindo, tendo duas figurinhas carimbadas nos papéis principais. Ô louco!