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CIÊNCIA

Pesquisadores descobrem anticorpo que bloqueia coronavírus

Testes em humanos ainda serão necessários
04/05/2020 20:08 - Glaucea Vaccari


 

Grupo de cientistas da Universidade de Utrecht, do Erasmus Medical Center e do Harbor BioMed, nos Países Baixos, identificaram, em laboratório, anticorpo humano que consegue impedir a infecção pelo novo coronavírus Sars-Cov-2. Descoberta foi publicada nesta segunda-feira (4) na revista científica Nature Communications.

Estudo ainda é preliminar e ainda não foi testado em humanos, mas segundo a publicação, o anticorpo pode ajudar a prevenir ou tratar a covid-19, incluindo outras doenças relacionadas.  

Pesquisa foi focada em anticorpos conhecidos por combaterem o Sars-Cov e, em laboratírio, a molécula 47D11 teria neutralizado o Sars-Cov-2, impedindo o coronavírus de infectar células.

O 47D11, nome científico da molécula, teria neutralizado o novo coronavírus. Entretanto, segundo os pesquisadores, o processo de ação ainda é “desconhecido” e, por isso, existe a necessidade de novos estudos in vitro.  

"Esse anticorpo neutralizante tem potencial para alterar o curso da infecção no hospedeiro infectado, apoiar a eliminação do vírus ou proteger um indivíduo não infectado que é exposto ao vírus", afirmou Berend-Jan Bosch, líder da pesquisa, em comunicado.

Apesar dos resultados iniciais, cientistas afirmam que ainda são necessários mais estudos in vitro e avaliar se o anticorpo é capaz de proteger ou reduzir a gravidade da Covid-19 em humanos, mas as expectativas são positivas para a viabilização de um tratamento.  

"Acreditamos que nossa tecnologia pode contribuir para atender a essa necessidade de saúde pública mais urgente e estamos buscando várias outras vias de pesquisa", disse um dos pesquisadores, Jingsong Wang.

 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!