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OPERAÇÃO NARCOS

PF deflagra operação contra tráfico em aeroportos de MS e seis estados

Droga era trazida da Bolívia e passava por Mato Grosso do Sul em avião
13/02/2020 16:22 - Adriel Mattos, Estadão Conteúdo


 

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (13) a Operação Narcos, para desarticular quadrilha especializada em tráfico de drogas via aeródromos e portos. Um aeródromo em Mato Grosso do Sul era ponto de passagem dos criminosos, que traziam os entorpecentes da Bolívia.

Foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão e 17 mandados de prisão – 16 preventivas e uma temporária, sendo quatro preventivas para suspeitos que já estão presos –, em endereços nos estados de Santa Catarina, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.

A 1ª Vara Federal de Itajaí determinou ainda o sequestro de carros e imóveis dos envolvidos, muitos deles de alto padrão, incluindo apartamentos e um sítio em Santa Catarina. Também foi decretado o bloqueio de contas de 25 investigados.

As medidas foram tomadas após a investigação identificar que os investigados possuíam patrimônios milionários registrados em seus próprios nomes e nos de terceiros - parentes, empresas e outros "laranjas".

Segundo os investigadores, a organização é ligada à uma facção e trazia drogas da Bolívia, principalmente cocaína, por meio de aeronaves e caminhões. Os entorpecentes eram então revendidos no mercado interno ou enviados para outros países por navios.

Segundo o Ministério Público Federal, a grupo fazia uso de aeródromos localizados em Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Pará e Amazonas.

A Polícia Federal indicou que durante a investigação foram apreendidas quase duas toneladas de cocaína, além de 12 aeronaves. A corporação afirmou ainda que há fortes indícios de que a quadrilha fazia parte de uma facção criminosa e também atuava no contrabando de armas de calibre restrito.

Os investigados poderão ser indiciados pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de dinheiro, cujas penas somadas podem ultrapassar 30 anos.

 

Felpuda


Falatório e atitude de membro da família acenderam a luz vermelha no “QG” de candidato, pois poderão causar muitos estragos. 

A tropa de choque de defensores do candidato a prefeito já foi colocada em campo e só falta falar que os genes de ambos são diferentes. 

E com relação ao dito-cujo, sabe-se que deverá ser orientado a “baixar a bola” nos próximos dias, mais precisamente até o término da campanha eleitoral.

Afinal...