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MAPA COVID-19

Alunos da UFGD desenvolvem plataforma que facilita acesso a informações da Covid-19

Segundo a SES, MS registrou 15 novas mortes nas últimas 24h e taxa de letalidade permanece em 1,9
04/10/2020 11:54 - Brenda Machado


Dezesseis municípios de Mato Grosso do Sul ainda não registraram óbitos pelo vírus da Covid-19.

As cidades de Pedro Gomes, Figueirão, Selvíria, Água Clara, Santa Rita do Pardo, Anaurilândia, Jateí, Juti, Paranhos, Japorã, Eldorado, Rochedo, Bandeirantes, Jaraguari, Caracol e  Antônio João foram as únicas do estado sem registro de mortes desde o início da pandemia.

O levantamento foi retirado de uma platarforma online criada por alunos da Universidade Federal da Grande Dourados, que tenta facilitar o acesso aos dados da doença.

Dentro do portal é possível encontrar números da situação do vírus no Brasil, incluindo confirmações, mortes e taxa de letalidade, além de um mapa detalhado de Mato Grosso do Sul.

Também há informações sobre os métodos de prevenção da Covid-19, como manter os ambientes ventilados, evitar aglomerações e cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar.

 
 

Boletim epidemiológico

Conforme a atualização da secretaria estadual de Saúde, deste domingo (04), Mato Grosso do Sul registrou 247 novos casos do novo Coronavírus e mais 15 óbitos, nas últimas 24 horas.

A taxa de letalidade do estado permanece em 1,9 pontos, um índice menor em relação ao país, que marca 3,0 pontos. Ao todo, o estado já soma 1.351 mortes por Covid-19.

De acordo com o boletim, mais de 91% dos pacientes infectados pela doença, em MS, já se recuperaram. As 4.361 pessoas, que ainda são casos ativos, seguem em isolamento domiciliar.

Do total de casos ativos, 460 pacientes estão internados. Em ordem decrescente, a maior taxa de ocupação de leitos UTI do Sistema Único de Saúde (SUS) é da macrorregião de Campo Grande, com 72%, seguida de Dourados, com 69%, Três Lagoas e Corumbá, já abaixo dos 40% de ocupação.

 

 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!