Cidades

Nova Andradina

Polícia Civil incinera mais de uma tonelada de droga

Entorpecentes destruídos foram apreendidas em ações policiais de junho a setembro

DA REDAÇÃO

15/09/2015 - 11h46
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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, incinerou em Nova Andradina, município a 297 quilômetros da Capital, mais de 1,3 tonelada de drogas, nesta segunda-feira (14). Os entorpecentes destruídos fazem parte de apreensões da 1ª Delegacia de Polícia do município, Setor de Investigações Gerais (SIG) e Delegacia Regional.

A incineração foi realizada no frigorífico Navi Carnes, localizado no bairro Irma Ribeiro, e contou com as presenças de representantes da Vigilância Sanitária, Ministério Público, Poder Judiciário, do delegado Regional da Polícia Civil em Nova Andradina, André Luiz Novelli Lopes, e do comandante do 8º Batalhão da Polícia Militar, tenente coronel Emerson Carvalho.

As drogas destruídas em Nova Andradina foram apreendidas em ações policiais realizadas no município e região entre os meses de junho e setembro deste ano, pela  Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Estadual e Polícia Rodoviária Federal.

De acordo com dados do Ministério da Justiça, Mato Grosso do Sul é recordista nacional em apreensões de drogas. No ano passado inteiro foram apreendidas no Estado quase 230 toneladas de drogas, enquanto de janeiro até hoje já foram tiradas de circulação pelas forças estaduais de segurança mais de 220 toneladas de drogas. A expectativa é que o número de apreensões neste ano ultrapasse as 280 toneladas.

Mercado online

Polícia acaba com esquema que desviava mercadorias compradas on-line

O esquema contava com participação de funcionários que desviavam compras feitas online; apenas uma funcionária furtou um total de R$ 10 mil no último mês

15/07/2024 17h20

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Funcionários de uma transportadora de entrega de produtos adquiridos pela internet, foram presos pelo desvio de mercadorias. Somente em junho "a mão leve" levou o equivalente a R$ 10 mil. 

A atividade do grupo foi encerrada na manhã desta segunda-feira (15), quando agentes da 2º Delegacia de Polícia prendeu o grupo de funcionários que agiam tanto em Campo Grande quanto no interior do Estado.

O levantamento das investigações indicou que os funcionários usavam o sistema da transportadora e davam baixa (marcando como se a mercadoria fosse entregue) nos produtos que terminavam desviando. O grupo tinha preferência pelas seguintes mercadorias:

  • Joias
  • Celulares
  • Roupas
  • Perfumaria
  • Itens alimentícios, entre outros.

Além disso, o foco dos criminosos estavam em produtos destinados a outros estados e por alguma inconsistência do sistema terminavam no depósito da empresa na Capital. Como ficavam meses sem destino o grupo acabava ludibriando o sistema e ficando com a encomenda. 

Conforme divulgado pela Policia Civil, uma das funcionárias que participava do esquema confessou que desviou aparelhos celulares e joias revendidas de joalherias de marcas conhecidas que por fim terminaram sendo derretidas.

Apenas essa funcionária desviou um total de R$ 10 mil reais em furtos referentes ao mês de junho. No sistema ela ainda repassava os valores das notas fiscais por metade do preço. 

Os agentes seguem com a investigação para recuperar os objetos furtados. Como não houve flagrante da ação criminosa alguns dos envolvidos seguem soltos para responder ao processo em liberdade.

Com relação a transportadora os suspeitos tiveram o  contrato de trabalho rescindido.

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Estelionato

Mulher alega dívida em jogo do Tigrinho, pede cartão a idoso e saca R$ 100 mil

Ao relatar aos policiais, o idoso disse que a mulher pediu ajuda porque precisava sacar dinheiro do jogo, afirmando que estava sem o aplicativo do banco

15/07/2024 17h00

Imagem ilustração

Imagem ilustração Reprodução/

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Um idoso de 66 anos procurou a polícia nesta segunda-feira (15) após ser vítima de estelionato em Campo Grande. De acordo com a polícia, a vítima estaria devendo quase R$ 100 mil em empréstimos bancários feitos por outra pessoa, que foram utilizados para jogos de cassino online sem sua permissão.

Conforme informações do boletim de ocorrência, o idoso relatou que a vizinha de 27 anos pediu o cartão emprestado, alegando estar com problemas no aplicativo bancário e precisando sacar dinheiro que havia ganhado no jogo do Tigrinho, conhecido popularmente como jogo de cassino online. 

Como a jovem morava no local há três anos, o idoso disse à polícia que confiou nela e resolveu emprestar seu cartão bancário. Em depoimento, o idoso afirmou que descobriu o estelionato depois que sua filha verificou o extrato bancário e encontrou um saque de R$ 7 mil.

Em depoimento à polícia, a filha do idoso disse que foi até a residência da mulher para tirar satisfações sobre o saque, mas foi surpreendida ao descobrir que a suspeita não estava mais morando no local.

Preocupados com o alto valor sacado, o idoso e sua filha foram até a Polícia Civil registrar a ocorrência por estelionato contra idoso. De acordo com a polícia, há câmeras de segurança em locais onde a mulher teria sacado o dinheiro, o que pode ajudar na identificação da suspeita.

 

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