Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

TRÁFICO DE DROGAS

Polícia paraguaia apreende <br> 2,2 toneladas de cocaína em Ybu Yaú

Estima-se que a carga seja avaliada em US$ 15,4 milhões
07/02/2019 10:42 - RENATA PRANDINI


 

Uma operação da polícia paraguaia resultou em na maior operação de cocaína dos últimos anos. O carregamento de 2,2 toneladas da droga estava dividido em duas caminhonetes, apreendidas por volta das 11h de ontem, em Yby Yaú, a cerca de 100 quilômetros de Pedro Juan Caballero, fronteira com Ponta Porã. 

Conforme informações da Secretaria Nacional de Antidrogas do Paraguai (Senad), a operação nomeada de “Polaris” contou com a participação do Ministério Público e Força-tarefa Conjunta  (FTC) e  resultou na prisão de quatro pessoas. 

“Foi um trabalho de inteligência levado a cabo pela Direção de Inteligência da Senad”, disse o fiscal Armando Cantero, por meio de uma rede social.  A carga de cocaína foi avaliada pelas autoridades paraguaias em US$ 15,4 milhões, sendo que o valor aumenta consideravelmente no Brasil e na Europa.  A suspeita é que a droga entraria no Brasil por Ponta Porã.

CERCO

Desde o começo do ano, a polívia vinha fechando o cerco contra uma nova rota do tráfico internacional de cocaína. A apreensão de ontem foi  segunda grande apreensão de cocaína realizada na região de fronteira neste ano. Em janeiro, foram apreendidos 940 quilos de cocaína em Ponta Porã, uma das maiores apreensões da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Mato Grosso do Sul. A droga estava um veículo BMW X5, dirigido por Ademir Amaro da Silva, 37 anos. 

Essa apreensão ajudou a polícia brasileira a chegar ao paradeiro de Sérgio Arruda Quintiliano Neto, o “Minotauro”. O novo chefão do narcotráfico região de fronteira foi preso em operação que contou com apoio das polícias dos estados de Mato Grosso do Sul e de Santa Catarina.

Felpuda


Falatório e atitude de membro da família acenderam a luz vermelha no “QG” de candidato, pois poderão causar muitos estragos. 

A tropa de choque de defensores do candidato a prefeito já foi colocada em campo e só falta falar que os genes de ambos são diferentes. 

E com relação ao dito-cujo, sabe-se que deverá ser orientado a “baixar a bola” nos próximos dias, mais precisamente até o término da campanha eleitoral.

Afinal...