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CRIME PASSIONAL

Polícia pede prisão preventiva de suspeito de atirar em soldado dos bombeiros

Soldado foi atingido por cinco tiros durante atendimento de ocorrência em Paranaíba
19/08/2015 18:55 - Glaucea Vaccari


 

A Polícia Civil pediu a prisão preventiva de Elizeu José dos Santos, 33 anos, suspeito de atirar cinco vezes contra o soldado do Corpo de Bombeiros Fabrício de Lima Teixeira, lotado em Paranaíba, distante 413 quilômetros da Capital. O crime aconteceu na segunda-feira (17).

O delegado responsável pelas investigações, Francisco Antônio Moreira, disse ao Portal Correio do Estado que o crime foi motivado por ciúmes. O suspeito desconfiava que sua companheira se relacionava com o soldado e começou a segui-lo e pesquisar sua rotina de trabalho.

No dia do crime, ele teria seguido a viatura em uma motocicleta Biz e, ao ver o bombeiro durante atendimento a uma vítima de mal súbito em uma escola municipal, efetuou seis disparos. O soldado foi atingido na face, braços esquerdo e direito, região pélvica e coluna cervical. Ele passou por cirurgia e está na enfermaria da Santa Casa de Campo Grande, fora de perigo. Um outro tiro atingiu a viatura.

De acordo com o delegado, um outro integrante da corporação já havia sido ameaçado de morte pelo suspeito, também por ciúmes. O militar registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil e passou a andar armado por conta das ameaças.

Ainda segundo o delegado, apesar das ameaças a outro bombeiro, "não houve erro de vítima". A intenção do suspeito era matar Fabrício.

O crime foi tipificado como homicídio triplamente qualificado na forma tentada. As qualificadoras são motivo fútil, cometido por meio insidioso e sem chance de defesa à vítima. O inquérito deve ser encaminhado ao Ministério Público e as diligências seguem para localizar o suspeito, que continua foragido.

Felpuda


Os bastidores fervem com a ciumeira que vem acontecendo em alguns municípios, onde determinados candidatos estariam sendo mais prestigiados que outros depois das alianças que foram formalizadas nas convenções. As queixas só aumentam, e as lideranças partidárias já não sabem o que fazer, temendo a possibilidade de que a vitória vá para o ralo. A bronca maior está entre integrantes das chapas puras de vereadores que se coligaram na majoritária. E salve-se quem puder!