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		<title>Correio do Estado - Polícia</title>
		
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				<title><![CDATA[Grilagem jurídica: PF revela venda de sentenças em disputas de terras no TJMS]]></title>
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				<description><![CDATA[O relatório final da Operação Ultima Ratio, da Polícia Federal — que resultou no indiciamento de sete desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), entre aposentados e em atividade — indica que um grande “mercado de sentenças”, envolvendo disputas agrárias, resultou no escândalo de corrupção envolvendo os magistrados.

No relatório constam detalhes de como decisões judiciais de alta relevância, envolvendo a posse e a propriedade de quatro grandes fazendas em Mato Grosso do Sul, teriam sido negociadas por desembargadores do Tribunal de Justiça (TJMS).

O esquema revelado pela Operação Ultima Ratio contava com a intermediação de advogados e familiares — sobretudo os filhos do desembargador Sideni Pimentel, Rodrigo e Renata —, utilizando dinheiro em espécie, contratos simulados e até extorsão para garantir o controle de propriedades rurais valiosas.

As fazendas envolvidas são Santo Antônio e Vai Quem Quer, no Pantanal, além de Pauliceia, Montanha e San Diego.

A Polícia Federal identificou na operação os crimes de corrupção passiva — o crime central do inquérito, que fundamenta a “venda de sentenças” por parte dos magistrados. Também há indiciamentos por lavagem de dinheiro, falsificação de documento público (no caso da Fazenda Pauliceia), extorsão (também no caso da Fazenda Pauliceia) e organização criminosa.

Quem são os indiciados?


	
	Magistrados:
	
	Desembargadores aposentados:
	Julio Roberto Siqueira Cardoso,
	Sideni Soncini Pimentel e
	Divoncir Schreiner Maran
	 
	
	Desembargador em atividade
	
	Sérgio Fernandes Martins
	
	Desembargadores afastados da função
	
	Vladimir Abreu da Silva,
	Alexandre Aguiar Bastos,
	Marcos José de Brito Rodrigues 
	Também o juiz Paulo Afonso de Oliveira.
	
	Conselheiro do TCE-MS
	
	Osmar Domingues Jeronymo.


 

 

 


	
	Advogados:
	
	Renata Gonçalves Pimentel,
	Rodrigo Gonçalves Pimentel,
	Emmanuelle Alves Ferreira da Silva,
	Fábio Castro Leandro,
	Julio Sergio Greguer Fernandes,
	Bruno Terence Romero,
	Fábio Pinto de Figueiredo e
	Gabriel Affonso de Barros Marinho.
	
	Demais indiciados:
	
	Danillo Moya Jeronymo (ex-servidor comissionado do TJMS),
	Diego Moya Jeronymo (empresário),
	Everton Barcellos de Souza (empresário),
	Cláudio Bergmann (empresário),
	Darci Guilherme Bazanella Filho (herdeiro),
	Tatiele Toro Correia (herdeira),
	Nathalia Poloni Ney (interessados em fazendas),
	Paulo Ricardo Fenner (interessados em fazendas),
	Lydio de Souza Rodrigues (beneficiado por decisão),
	Percival Henrique de Souza Fernandes (empresário),
	Maycon Nogueira (tabelião),
	Leandro Batista dos Santos e
	Volmar Dalpasquale (empresário).


Propina milionária

O esquema de corrupção no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul envolveu a negociação de decisões judiciais ligadas a cinco propriedades rurais principais, utilizando intermediação de familiares, falsificação de documentos e extorsão.

No caso da Fazenda Santo Antônio, em Corumbá, a Polícia Federal identificou a venda de um alvará judicial que autorizou a alienação de parte da propriedade em benefício da família Bazanella.

A investigação aponta que a advogada Renata Gonçalves Pimentel, filha do desembargador Sideni Soncini Pimentel, intermediou a decisão proferida por seu pai, com a participação dos desembargadores Vladimir Abreu da Silva e Julio Roberto Siqueira Cardoso.

Renata teria recebido mais de R$ 1 milhão em vantagens indevidas, pagas pelo comprador Cláudio Bergmann e por advogados do espólio. O valor depositado judicialmente foi de R$ 1,1 milhão, quantia considerada muito inferior aos R$ 4,4 milhões estimados como valor real da parte do espólio, o que resultou na apropriação indevida da diferença pelos envolvidos.

Golpe validado

Sobre a Fazenda Vai Quem Quer, também em Corumbá, a decisão de abril de 2023 manteve a validade de um contrato de permuta favorável a Lydio de Souza Rodrigues, apesar de alegações de estelionato por falsificação de documentos na compra da fazenda.

Segundo o relatório, os desembargadores Alexandre Aguiar Bastos, Sideni Pimentel e Vladimir Abreu venderam o resultado do julgamento. As provas indicam que Lydio celebrou a venda de parte da fazenda antes do julgamento final, condicionando o pagamento de R$ 1 milhão aos seus advogados apenas ao êxito na apelação, o que demonstraria o conhecimento prévio do resultado favorável no tribunal.

Corrupção, falsificação e extorsão

A Fazenda Pauliceia, situada em Maracaju, envolveu crimes de corrupção, falsificação de documentos e extorsão. Os desembargadores Vladimir Abreu, Julio Cardoso, Alexandre Bastos e Sideni Pimentel proferiram decisões para manter a propriedade com os sobrinhos do conselheiro do Tribunal de Contas, Osmar Domingues Jeronymo.

A Polícia Federal apurou que escrituras públicas foram falsificadas para transferir terras de Marta Martins de Albuquerque para empresas ligadas ao grupo de Percival Fernandes e Diego Moya Jeronymo. Além disso, Osmar Jeronymo, o advogado Felix Jayme e os sobrinhos Diego e Danillo Jeronymo foram apontados por praticar extorsão contra o produtor Gerson Pieri, obrigando-o a desistir da disputa judicial pela área sob ameaça física e coação.

“Leilão” de desembargadores

No processo relativo às fazendas Montanha e San Diego, a investigação descreveu uma dinâmica de venda de votos na Primeira Câmara Cível. Os autores do crime de corrupção passiva identificados foram os desembargadores Sérgio Fernandes Martins, Divoncir Schreiner Maran e Marcos José de Brito Rodrigues.

O esquema contou com a intermediação do advogado Felix Jayme para favorecer o interessado Paulo Ricardo Fenner. Mensagens interceptadas indicam que o julgamento foi negociado para terminar com um placar de três votos a dois, sendo descrito em diálogos como um leilão, no qual os votos eram pagos conforme o combinado após a sessão.

“Um leilão danado”, disse o advogado Felix Jayme Nunes da Cunha a Danillo Moya Jeronymo, à época do julgamento. “Tô ticado num julgamento das 14h de hoje. Saí agora do TJ, vou faturar por 3x2”, disse. “Pqp, leilão danado kkkk... Cada um quer mais que o outro”, afirmou ao relatar a sessão ao colega.

O trâmite

O relatório final da Operação Ultima Ratio agora será encaminhado ao Ministério Público Federal. Caberá aos procuradores da República analisar as provas e os indícios para formular uma denúncia, para que os indiciados sejam acusados e, se for o caso, respondam criminalmente.

A Operação Ultima Ratio foi desencadeada em outubro de 2024. Na ocasião, cinco desembargadores foram afastados: Sideni Pimentel, Sérgio Martins, Alexandre Bastos, Marcos Brito Rodrigues e Vladimir Abreu.

De lá para cá, Sérgio Martins foi reintegrado ao cargo pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Cristiano Zanin, e Sideni Soncini Pimentel se aposentou.

Alexandre Bastos, Marcos Brito Rodrigues e Vladimir Abreu continuam afastados, agora por ordem do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), onde já respondem a processo disciplinar.
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 15:57:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Perseguição policial termina em acidente e 800 kg de droga apreendidos]]></title>
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				<description><![CDATA[Policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) apreenderam, nesta quarta-feira (15), 814 kg de maconha em um Chevrolet Vectra, na MS-164, região do Assentamento Itamarati, em Ponta Porã, município localizado a 313 quilômetros de Campo Grande.

O material foi avaliado em R$ 1,6 milhão e estava acondicionado em tabletes.

Conforme apurado pela reportagem, os militares realizavam patrulhamento pela MS-164, quando viram um comboio de veículos.

Eles deram ordem de parada, mas, o grupo desobedeceu e fugiu em alta velocidade pela rodovia. Em determinado momento, o motorista perdeu o controle da direção, colidiu em uma árvore e foi parar em um barranco.

Em seguida, tentou fugir a pé, mas os policiais chegaram de viatura, conseguiram detê-lo e vistoriaram o automóvel, quando encontraram centenas de tabletes de maconha.

Questionado pelos policiais, o autor afirmou que pegou o veículo já carregado em Ponta Porã e levaria até Campo Grande por R$ 8 mil.

Os entorpecentes, o veículo e o autor foram encaminhados a Delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã.

TRÁFICO DE DROGAS

O tráfico de drogas é um problema crescente no Brasil.

Comércio, transporte e armazenamento de cocaína, maconha, crack, LSD e haxixe são proibidos no território brasileiro, de acordo com a Lei nº 11.343/2006.

Mas, mesmo proibidos, ainda ocorrem em larga escala em Mato Grosso do Sul. O Estado é conhecido como um vasto corredor no Brasil, devido à sua extensa fronteira com outros países. Com isso, é uma das principais rotas utilizadas para a entrada de substâncias ilícitas no país. 

O tráfico resulta em diversos crimes direta e indiretamente, como furto, roubo, receptação e homicídios.

Dados divulgados pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 2.688,6 kg de cocaína e 108.419,9 kg de maconha foram apreendidos, entre 1º de janeiro e 13 de abril de 2026, em Mato Grosso do Sul

Em 2025, 14.651 quilos de cocaína, 538.750 quilos de maconha e 378 quilos de outras drogas foram apreendidos.

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 10:50:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Privatização da Saúde em Campo Grande entra na mira do Ministério Público]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/privatizacao-da-saude-em-campo-grande-entra-na-mira-do-ministerio/465149/</link>
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				<description><![CDATA[O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) entrou na polêmica da privatização das Unidades de Saúde de Campo Grande ao instaurar procedimento administrativo com o objetivo de avaliar a proposta do Município de terceirizar os Centros Regionais de Saúde (CRSs) do Aero Rancho e do Tiradentes para Organizações Sociais de Saúde (OSSs).

No dia 26 de março ocorreu uma reunião entre a promotora de justiça do Núcleo de Apoio Especial à Saúde (Naes), Daniela Cristina Guiotti, e o presidente do Conselho Municipal de Saúde (CMS), Jader Vasconcelos, para debaterem a proposta feita pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) para mudança no modelo de gestão de algumas Unidades de Saúde da Capital.

Conforme consta na ata da reunião, a redução de custos é o principal motivo para o Município querer a mudança. “A proposta apresentada pelo gestor municipal tem como um de seus fundamentos a alegação de redução de custos, com estimativa de diminuição do valor mensal atualmente despendido (cerca de R$ 4,3 milhões) para aproximadamente R$ 3,9 milhões”, pontua.

Ainda consta no projeto a transformação das unidades CRS Coophavila II e CRS Nova Bahia em Centros de Atenção Psicossocial (Caps), mas continuariam na mão do Executivo municipal. 

Contudo, para o MPMS, as propostas foram apresentadas “sem estudo técnico detalhado, parâmetros comparativos ou evidências que sustentem tal projeção”.

Há também a impressão, por parte do órgão fiscalizador e do Conselho, de que a mudança para Organização Social não vai resolver os gargalos destas respectivas Unidades de Saúde. 

Por outro lado, o novo modelo pode atrair outros problemas ou piorar os que já estão presentes nas Unidades de Saúde.

“O modelo de gestão apresenta histórico de elevação de custos ao longo da execução contratual, sobretudo por meio de sucessivos termos aditivos, o que, na prática, pode tornar o serviço mais oneroso do que a gestão pública direta”, explica.

“Ressaltou-se, ainda, que as Organizações Sociais possuem natureza jurídica de direito privado, operando sob lógica empresarial, o que pode implicar flexibilização de regras de contratação de pessoal, sem concurso público, possibilitando vínculos precários, disparidades remuneratórias e eventuais indicações políticas, em potencial afronta aos princípios da isonomia e da impessoalidade”, completa o documento.

Com a contratação de uma empresa para gerir as Unidades de Saúde, aconteceria a retirada de servidores efetivos das unidades, a dispensa de profissionais contratados e a redução da força de trabalho, “cenário que poderia gerar dependência estrutural do Município em relação à entidade privada”, de acordo com o projeto e com a reflexão do Conselho.

Por fim, foi sinalizado que os problemas apresentados recentemente na Saúde de Campo Grande são oriundos de deficiência na gestão, e não no modelo jurídico.

À exemplo, o presidente do Conselho cita irregularidades encontradas em contratos vigentes sob valor aproximado de R$ 28 milhões, especialmente no setor de limpeza, bem como ausência de insumos básicos, como papel higiênico.

Diante destes pontos e da demora da Pasta para apresentar estudos e documentos que corroborem a proposta, o MPMS decidiu instaurar o procedimento administrativo. 

Agora, o secretário municipal de Saúde de Campo Grande, Marcelo Vilela, terá até 15 dias úteis para prestar esclarecimentos a respeito dos fatos relatados.

O Correio do Estado solicitou ao MPMS mais informações sobre o acompanhamento que será feito daqui para frente, mas, até o fechamento desta edição, não houve retorno. O caso está nas mãos do promotor Marcos Roberto Dietz, da 76ª Promotoria de Justiça de Campo Grande.

* Saiba

Na sexta-feira, profissionais de saúde e representantes da sociedade civil lotaram a Câmara Municipal para se manifestar contra a proposta do Município de entregar os CRSs do Tiradentes e do Aero Rancho às OSSs.

As críticas partiram de quase todos os segmentos que atuam nesses centros regionais: médicos, farmacêuticos, assistentes sociais, enfermeiros e técnicos de enfermagem, além de conselheiros de saúde e pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Assine o Correio do Estado
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 08:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Morador de rua morre atropelado por carreta na BR-262]]></title>
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				<description><![CDATA[Homem, de aparentemente 40 anos, sem identificação, morreu atropelado por uma carreta, na noite desta segunda-feira (13), na BR-262, bairro Tarumã, em Campo Grande.

Ele era morador de rua conhecido pelo apelido de “Donizete”. O motorista da carreta é boliviano e viajava da Bolívia até Rio Claro (SP).

De acordo com o boletim de ocorrência, o motorista seguia pela rodovia, quando o homem surgiu inesperadamente na frente da carreta. Ele tentou frear bruscamente, mas não conseguiu evitar o atropelamento. A vítima caiu no asfalto e o boliviano estacionou o veículo.

Ele permaneceu no local do acidente, prestou socorro à vítima, apresentou seus documentos estrangeiros, deu esclarecimentos à polícia e realizou o teste do bafômetro, que deu negativo.

Além disso, afirmou que a iluminação estava precária no momento do acidente.

A vítima teve lesões na cabeça e faleceu no local do acidente, com óbito constatado às 19h59min pelo Corpo de Bombeiros. Não havia câmeras de monitoramento ou vigilância nas proximidades.

Corpo de Bombeiros Militar (CBMMS), Polícia Civil (PCMS), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Científica e funerária estiveram no local para socorrer a vítima, recolher os indícios do acidente, isolar a área, realizar a perícia e retirar o corpo, respectivamente.

O caso foi registrado como “sinistro de trânsito com vítima fatal provocado pela própria vítima” na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário do Centro Especializado de Polícia Integrada (DEPAC-CEPOL).

ACIDENTES FATAIS

Acidente de trânsito é uma das principais causas de morte em todo o mundo.

Acidente de carro, moto, bicicleta ou atropelamento, nas cidades ou em rodovias, são tragédias que acontecem toda semana em Mato Grosso do Sul.

As principais causas são excesso de velocidade, falha em ceder a passagem, dirigir sob efeito de álcool, distrações, sonolência e condições climáticas adversas, como chuva forte.

Dados divulgados pela Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) apontam que 9 pessoas morreram no trânsito, entre janeiro e março de 2026, em Campo Grande. Desse número, 7 são motociclistas e 2 são condutores.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) traz algumas orientações ao condutor no trânsito. Confira:


	Não dirija caso consuma bebida alcoólica
	Não dirija cansado ou com sono
	Use cinto de segurança
	Respeite a sinalização
	Respeite o limite de velocidade da via
	Porte documentos oficiais com fotos, os quais devem estar quitados
	Realize revisão do carro: pneus, limpadores de para-brisa, freios, nível de óleo, bateria, lâmpadas, lanterna e extintor

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 08:35:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Caminhão tomba e derruba 467 kg de cocaína na MS-040]]></title>
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				<description><![CDATA[Caminhão tombou e derrubou 431 kg de pasta base de cocaína, 36 kg de cocaína e 10 kg de haxixe, na manhã deste domingo (12), após um acidente de trânsito, na MS-040, em Santa Rita do Pardo, município localizado a 242 quilômetros de Campo Grande.

A droga estava armazenada em tabletes e escondida em meio a uma carga de ureia. Os entorpecentes foram avaliados em aproximadamente R$ 13,5 milhões.

Conforme apurado pela reportagem, policiais militares do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv) foram acionados para atender um sinistro de trânsito na MS-040, quando chegou ao local e viu um conjunto veicular tombado.

Eles flagraram os entorpecentes em meio a carga de ureia. O motorista teve lesões leves, foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado ao hospital.

Após receber alta médica, recebeu voz de prisão em flagrante por tráfico de drogas e foi levado para a Delegacia de Polícia Civil.

A rodovia foi temporariamente interditada para retirada do veículo e limpeza da pista, sendo liberada posteriomente.

TRÁFICO DE DROGAS

O tráfico de drogas é um problema crescente no Brasil.

Comércio, transporte e armazenamento de cocaína, maconha, crack, LSD e haxixe são proibidos no território brasileiro, de acordo com a Lei nº 11.343/2006.

Mas, mesmo proibidos, ainda ocorrem em larga escala em Mato Grosso do Sul. O Estado é conhecido como um vasto corredor no Brasil, devido à sua extensa fronteira com outros países. Com isso, é uma das principais rotas utilizadas para a entrada de substâncias ilícitas no país. 

O tráfico resulta em diversos crimes direta e indiretamente, como furto, roubo, receptação e homicídios.

Dados divulgados pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 2.688,6 kg de cocaína e 108.419,9 kg de maconha foram apreendidos, entre 1º de janeiro e 13 de abril de 2026, em Mato Grosso do Sul

Em 2025, 14.651 quilos de cocaína, 538.750 quilos de maconha e 378 quilos de outras drogas foram apreendidos.

@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Homem mata morador de rua e agride mais três no Centro de Campo Grande]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/homem-mata-morador-de-rua-e-agride-mais-tres-no-centro-de-campo-grande/465000/</link>
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				<description><![CDATA[Homem mata um e agride três pessoas no centro de Campo Grande

O domingo em frente ao Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua amanheceu com tumulto e morte de um morador de rua. Durante o patrulhamento, a equipe da Polícia Militar (PM) atendeu duas ocorrências de lesões corporais e um homicídio em frente ao centro POP, além de uma terceira na Vila Carvalho. O suspeito de praticar os crimes é Celso Vinicius Braz, conhecido como "Neguinho".

Ele confessou ser o autor dos crimes em frente ao centro POP, dizendo que foi mandado por um tal "Doutorzão", não sabendo o nome do mandante. Diante da confirmação da autoria, o rapaz foi preso e encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac-Cepol).

Ocorrências

A primeira ocorrência da Polícia Militar (PM) foi o atendimento a um morador de rua que apresentava múltiplas escoriações. Lucas Antônio da Silva estava deitada no chão, coberta por uma manta com hematomas na cabeça. A vítima foi encaminhada para a Santa Casa, para atendimento médico de urgência. 

Lucas estava semiconsciente, com dificuldade de comunicação e apresentava diversos cortes na cabeça, além de significativa perda de sangue. Havia indícios de que a vítima tenha sido agredida com pedras. 

Ele relatou aos policiais que por volta das 5h30, em frente ao centro POP passou por Celso Vinicius e após ter falado "bom dia", este o golpeou com um pedaço de porcelana (vaso) em sua costas.

Às 14h, na Rua Joel Dibo, a PM se deparou com um outro caso. Um cidadão morto, deitado sobre uma poça de sangue. 

Segundo duas testemunhas que estavam próximas ao local, o possível autor do fato seria o mesmo indivíduo conhecido como "Neguinho". Um dos rapazes relatou aos policiais que visualizou o rapaz desferindo vários golpes contra a vítima com um objeto não identificado. 

A vítima não portava documentos pessoais, tampouco havia alguém no local que pudesse identificá-la. Apresentava idade aproximada de 30 anos, pele parda, cerca de 1,70 m de altura, cabelos lisos pintado de branco. Ele possuía perfurações nas regiões do crânio, cervical, torácica e nas mãos direita e esquerda, totalizando seis lesões.

Após 30 minutos, outra vítima de lesão corporal foi identificada como Roberto Carlos Galiz. Ele apresentava cortes nas regiões cervical, ombro direito, clavícula esquerda e couro cabeludo.

Conforme imagens de câmeras de segurança, a vítima transitava pela Rua Arnaldo Serra quando foi agredida pelas costas pelo indivíduo, que portava uma pedra e desferiu golpes em sua cabeça, fazendo com que perdesse a consciência momentaneamente. 

O último caso de lesão corporal ocorreu pouco tempo depois, no Bairro Vila Carvalho, onde um idoso havia sido agredido com golpes de pedra. 

Celso Vinicius Braz foi encontrado e preso na Avenida Fernando Correa da Costa com a rua Rui Barbosa.

Assine o Correio do Estado

 
]]></description>
				
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 08:45:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Investigação de venda de sentença "patina" mais de 1 ano após operação]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/investigacao-de-venda-de-sentenca-patina-mais-de-1-ano-apos/464878/</link>
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				<description><![CDATA[Depois de um ano e meio desde a Operação Ultima Ratio, que expôs suposto esquema de venda de sentença no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), parte do inquérito policial realizado pela Polícia Federal (PF) segue em investigação, enquanto o restante já foi relatado e está nas mãos do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Ao Correio do Estado, a PF confirmou que o inquérito policial “foi parcialmente relatado”, enquanto “a outra parte segue em investigação”. 

A Operação Ultima Ratio foi desencadeada em 24 de outubro de 2024. Naquele dia, policiais federais, munidos de mandados de busca e apreensão concedidos pelo ministro do STJ Francisco Falcão, ingressaram em gabinetes de desembargadores, ex-desembargadores, escritórios de advocacia e servidores do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS).

Na ocasião, foram afastados os desembargadores Sideni Soncini Pimentel, Vladimir Abreu da Silva, Alexandre Aguiar Bastos e Marcos José de Brito Rodrigues, além do presidente da Corte na época, Sérgio Martins.

Este último conseguiu retornar às suas funções no início do ano passado, por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin, a quem o caso foi redistribuído em primeiro momento.

No ano passado, o processo chegou a ser remetido para o STF em razão da suspeita de que o esquema de venda de sentenças também atingisse ministros do STJ.

Após ser constatado que não havia envolvimento da Corte, o caso voltou para as mãos da PF, que encaminhou parte dos pedidos de indiciamentos para o Superior Tribunal de Justiça julgar.

O esquema de corrupção também atingiu o conselheiro do Tribunal de Contas Osmar Jeronymo, dois sobrinhos dele – um advogado e outro servidor do TJMS –, advogados, inclusive filhos de desembargadores, como os filhos de Sideni Pimentel e Vladimir Abreu.

Desembargadores aposentados, como Júlio Roberto Siqueira Cardoso e Divoncir Schreiner Maran, também estão entre os alvos.

ESQUEMA

O esquema de corrupção, conforme a Polícia Federal, teria lesado vários direitos de cidadãos, por meio de decisões juridicamente questionáveis, e envolvia uma grande quantia em patrimônio.

É o caso, por exemplo, de decisão de Alexandre Bastos e Sideni Pimentel, que validaram um golpe milionário na compra de uma fazenda no Pantanal avaliada em R$ 15 milhões.

Em suas decisões, os desembargadores teriam desprezado um vício no contrato de compra e venda, constatado pelo Ministério Público, que acusou os compradores – que falsificavam certidões – de estelionato.

Os desembargadores investigados também levaram adiante uma execução contra o Banco do Brasil com prêmio semelhante ao de um concurso da Mega-Sena: R$ 178 milhões.

Curiosamente, o valor seria pago na forma de honorários advocatícios aos filhos do desembargador Vladimir Abreu da Silva e ao advogado Felix Jayme Nunes da Cunha, apontado como lobista do esquema.

A “dívida” tem origem em uma execução promovida pelo Banco do Brasil de um financiamento agrícola contraído por um casal de Três Lagoas na década de 1990 – dívida essa que nunca foi paga – e que prescreveu em 2018, por falta de bens penhoráveis.

No entanto, em 2019, ao chegar ao TJMS, a dívida se transformou em um passivo significativo para o banco: um honorário sucumbencial de R$ 178 milhões, valor a ser pago aos advogados da ação.

Vale lembrar que, em meados de dezembro, o ministro do STJ, Raul Araújo, relator do caso na Corte, reverteu o acórdão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul que validou um golpe milionário na compra da Fazenda Vai Quem Quer, no município de Corumbá. Esta foi a primeira decisão da corte superior que suspende os efeitos de decisões sob suspeita de corrupção.

O acórdão do TJMS suspenso pelo STJ indicava uma atuação conjunta dos desembargadores de Mato Grosso do Sul, Sideni Pimentel, Alexandre Bastos e Vladimir Abreu da Silva, para manter a propriedade rural de 5,6 mil hectares, no Pantanal de MS, com um casal acusado de aplicar um golpe no vendedor da propriedade. A fazenda é avaliada em mais de R$ 15 milhões. 

Na liminar concedida, o ministro Raul Araújo mandou suspender o acórdão sob suspeita de corrupção, que manteve a Fazenda Vai Quem Quer com os compradores Lydio de Souza Rodrigues e Neiva Rodrigues Torres, e ainda mandou averbar a existência de ação de rescisão contratual nas matrículas dos imóveis. 

JULGAMENTO

Na segunda semana de novembro do ano passado, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) começou a julgar dois dos quatro desembargadores alvos de reclamações disciplinares por envolvimento em esquema de corrupção por meio de venda de sentenças, revelado pela Operação Ultima Ratio.

Estão previstos para a sessão do CNJ os julgamentos dos desembargadores Marcos José de Brito Rodrigues e Sideni Soncini Pimentel. O primeiro continua afastado por decisão do autor da representação, o corregedor nacional de Justiça, Mauro Campbell.

Já o segundo também estava afastado por decisão semelhante, porém, no mês passado, pediu sua aposentadoria do TJMS, e até mesmo já foi substituído dentro da Corte.

As duas reclamações disciplinares que serão julgadas são assinadas pelo corregedor nacional de Justiça. Foram elas que originaram os afastamentos de 180 dias – renovados por Campbell em agosto – dos desembargadores Marcos José de Brito Rodrigues, Sideni Soncini Pimentel, Alexandre de Aguiar Bastos e Vladimir Abreu da Silva.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 08:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Operação desarticula grupo que usava sistema estruturado para cometer fraudes no agro]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Civil do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio das delegacias de Costa Rica e Paraíso das Águas, prestou apoio operacional à Polícia Civil do Estado de Goiás (Delegacia de Mineiros) para o cumprimento de mandados judiciais no âmbito da Operação “Carga Oculta”.

A investigação teve como objetivo desmantelar uma estrutura criminosa profissional e habitual voltada ao roubo de cargas agrícolas. O grupo utilizava um modus operandi sofisticado, que incluía uso de documentação fiscal falsa para a obtenção de grãos em fazendas; adulteração de sinais identificadores (placas frias) em veículos de carga para burlar a fiscalização; coordenação logística estruturada para a comercialização ilícita dos produtos e ocultação de provas.

Estima-se que as atividades do grupo tenham causado vultoso prejuízo econômico ao setor agropecuário regional.

Em Mato Grosso do Sul foram efetuadas duas prisões, sendo uma no município de Costa Rica e outra em Paraíso das Águas. Os demais alvos foram localizados e presos em território goiano.

Além das prisões, as equipes policiais executaram mandados de busca e apreensão, que resultaram no apreensão de armas de fogo e munições;  veículos utilizados nos crimes; celulares e computadores para extração de dados telemáticos; documentos, registros contábeis e outros objetos para a continuidade das investigações.



A decisão judicial também determinou o sequestro e bloqueio de valores nas contas bancárias dos investigados, até o limite individual de R$ 1 milhão, com o objetivo de assegurar a reparação dos danos causados às vítimas e ao Estado.

As investigações prosseguem para identificar possíveis receptadores e outros integrantes do grupo criminoso.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Polícia Penal Federal suspende greve após medida provisória do governo]]></title>
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				<description><![CDATA[Paralisação nacional dos policiais penais federais está suspensa.

Federação Nacional dos Policiais Penais Federais (FENAPPF) afirmou que o estado de greve, aprovado em assembleia na semana passada, foi suspenso.

A decisão ocorre após o Governo Federal publicar a Medida Provisória (MP) nº 1.348, de 6 de abril de 2026, que fortalece medidas do sistema de combate ao crime organizado no Brasil.

De acordo com o FENAPPF, a publicação da MP é um avanço e atende parcialmente as demandas exigidas pela categoria, promovendo alterações no Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal (FUNAPOL), como:


	ampliar fontes de receita
	incluir recursos provenientes de apostas de quota fixa, transferências e doações
	reforço orçamentário de até R$ 200 milhões em 2026
	possibilidade de destinação de recursos para despesas como saúde dos servidores, podendo abranger integrantes da Polícia Penal Federal


Renan Fonseca, diretor da FENAPPF e presidente do SINPPF-MS 

Vale ressaltar que a mobilização da categoria foi imprescindível para acelerar o agir o Governo Federal.

Mas, apesar da suspensão do estado de greve, os PPFs continuam em alerta, acompanhando de perto os desdobramentos da medida provisória e cobrando avanços efetivos para a valorização da categoria.

“Por meio da Medida Provisória, o Governo Federal não instituiu o FUNCOC, mas avançou ao promover alterações no FUNAPOL. É um passo importante, embora ainda aquém do necessário diante das demandas da categoria. Seguiremos em diálogo, buscando uma solução mais ampla e estruturante. Neste momento, o estado de greve está suspenso, mas a mobilização permanece”, afirmou o diretor da FENAPPF e presidente do SINPPF-MS, Renan Fonseca.

GREVE

Greve dos Policiais Penais Federais (PPFs) em Mato Grosso do Sul foi aprovada em assembleia geral realizada na última quarta-feira (1°).

Até então, estava previsto a paralisação total dos setores considerados não essenciais e suspensão de até 50% das atividades essenciais.

Faixas reivindicando melhorias para a categoria dos PPFs - DIVULGAÇÃO

O tempo de banho de sol dos internos seria reduzido pela metade. As visitas de familiares e os atendimentos por advogados também seriam limitados.

Os serviços de saúde, como atendimentos médicos e odontológicos, seriam mantidos apenas em casos de urgência e emergência.

O movimento foi, em partes, motivado pela insatisfação da categoria com a condução do Governo Federal em relação à criação do Fundo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (FUNCOC).

Considerado estratégico pelos servidores, o fundo é visto como essencial para garantir investimentos em estrutura, capacitação e valorização profissional.

A crise se intensificou após a exclusão inicial da Polícia Penal Federal das discussões sobre o fundo, o que gerou forte reação interna.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 11:05:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Juiz mantém clã Razuk na cadeia por corrupção, jogatina e lavagem de dinheiro]]></title>
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				<description><![CDATA[O juiz da 4ª Vara Criminal de Campo Grande (MS), José Henrique Kaster Franco, manteve na prisão os que considera “chefões” da quadrilha ligada ao jogo do bicho, corrupção e lavagem de dinheiro, alvos da Operação Sucessione IV, desencadeada em 25 de novembro de 2025.

Continuarão presos os acusados Roberto Razuk, Jorge Razuk Neto, Rafael Godoy Razuk, Gerson Chauan Tobji, Flávio Henrique Espíndola Figueiredo, Jonathan Gimenez Grance, Marcelo Tadeu Cabral e Rhiad Abdulahad.

Os outros envolvidos, Sérgio Donizete Balthazar, Samuel Ozorio Júnior, Odair da Silva Machado, Paulo Roberto Franco Ferreira, Anderson Alberto Gaúna, Willian Ribeiro de Oliveira, Jean Cardoso Cavalini e Paulo Sérgio Sgrinholi, tiveram a prisão preventiva revogada pelo magistrado, mas terão de cumprir medidas cautelares, sendo que a principal delas é a de usar tornozeleira eletrônica por um prazo de 90 dias.

Flávio Espíndola Figueiredo, que está foragido, deverá ser citado por edital. Ele ainda tem contra si o mandado de prisão preventiva. 

Para aplicar a decisão sobre os réus no processo em que respondem por jogo do bicho, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa, o juiz José Henrique Kaster Franco usou sua sentença anterior, que condenou outros envolvidos no esquema, como base.

O objetivo é não aplicar, no decorrer do processo, pena mais gravosa que a dos que já foram sentenciados em edições anteriores da mesma operação. Por isso, apenas os que são considerados chefões ficarão na cadeia.

Deputado estadual

O deputado estadual Roberto Razuk Filho (PL), o Neno Razuk, já está condenado em função de operações anteriores, com uma pena de 15 anos e 7 meses de prisão. Apesar disso, continua exercendo seu mandato de deputado estadual normalmente e ainda é pré-candidato a deputado federal pelo PL.

Denunciados

No caso dos 20 réus da Operação Sucessione IV, conforme as investigações feitas pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso do Sul (Gaeco-MS), o grupo operava de maneira estruturada, tinha uma clara divisão de tarefas e aplicava mecanismos de lavagem de dinheiro.

Uma das formas que o grupo usava para lavar dinheiro era o uso de empresas de fachada.

A organização criminosa, segundo o Ministério Público, também empregava violência e corrupção de agentes públicos para assegurar a manutenção das atividades ilegais do grupo.

São descritos três episódios de roubo majorado de operadores do grupo adversário na exploração do jogo ilegal, ocorridos em outubro de 2023, em Campo Grande.

O deputado estadual Neno Razuk também é réu (ele tem foro especial), além de dois policiais militares da reserva. Dois irmãos do parlamentar e o patriarca da família também são réus.

O acervo probatório que fundamentou o recebimento da denúncia inclui dados obtidos por meio de interceptações telemáticas, que sugerem a hierarquia interna e o controle financeiro do negócio clandestino. Durante as diligências, foram apreendidas mais de 700 máquinas de aposta, armas de fogo, munições e mais de R$ 270 mil em espécie.

Documentos financeiros também indicam a aquisição de bens móveis e imóveis em nome de terceiros como estratégia para ocultar a origem dos recursos.
 

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 21:18:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Corretor de MS que prometia retorno milagroso em falsos empreendimentos está na mira da polícia]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/preso-corretor-de-ms-prometia-retorno-milagroso-falsos-investimentos/464696/</link>
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				<description><![CDATA[O corretor de imóveis sul-mato-grossense Carlos Roberto Pereira Júnior, alvo de inquéritos e de reclamações de várias vítimas de golpes em investimentos falsos no mercado imobiliário, foi alvo de operação na manhã desta segunda-feira (6), em Maceió (AL).

Ele não foi encontrado pelos policiais civis, e está foragido.

O corretor, que tem inscrições no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) de Mato Grosso do Sul e de Alagoas, é alvo, além do inquérito da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, de 14 investigações ético-profissionais no Creci.

Para além disso, ele é acusado de aplicar uma série de golpes em investidores de boa-fé, por meio de falsas sociedades de propósito específico (SPEs). A prisão, efetuada na manhã desta segunda-feira, foi realizada pela Polícia Civil de Alagoas.

O Correio do Estado apurou que Carlos Roberto Pereira Júnior mudou-se para a capital alagoana no fim do ano passado. Lá, ele morava em um condomínio fechado e ostentava vida luxuosa, assim como fazia em Campo Grande.

Ele teria se mudado para Maceió no fim do ano passado, depois de seus golpes terem ficado “manjados” na praça, disse uma fonte ao Correio do Estado.

Carlos Roberto prometeria a suas vítimas, a maioria médicos, investimentos de alta rentabilidade e baixo risco.

O corretor de imóveis oferecia a suas vítimas cotas nas SPEs, com a promessa de lucros de mais de 150%. Os médicos eram as vítimas preferidas do corretor.

Após receber os valores, no entanto, os montantes não eram devolvidos, e os investidores passavam a receber apenas justificativas e novos prazos, sem qualquer cumprimento das promessas feitas.

As denúncias apontam para um padrão de atuação recorrente, com indícios de prática profissionalizada de fraude, incluindo também casos de apropriação indébita de valores que deveriam ser repassados a terceiros. Com prejuízos que já ultrapassam R$ 100 mil e ao menos 11 vítimas identificadas, o caso ganhou repercussão após divulgação na imprensa, incentivando novos relatos.

O corretor já possui histórico de condenação por estelionato e agora volta a responder por crimes como fraude financeira, estelionato — inclusive contra idoso — e retenção indevida de recursos.

Procurado pela reportagem, o advogado Lucas Brandolis, assistente de acusação que representa diversas vítimas ludibriadas pelo corretor de imóveis, esclarece que a operação policial noticiada nesta data "resulta de condenações criminais por estelionato já transitadas em julgado, portanto, irrecorríveis. Não obstante, prosseguem inúmeros processos e investigações a respeito de outros estelionatos e demais crimes graves, como fraudes em ativos financeiros, falsidade ideológica etc., com atuação estratégica para garantir a reparação integral dos prejuízos sofridos".

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 17:26:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Polícia prende traficantes que vendiam drogas em frente à escola infantil no São Conrado]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul prendeu dois homens, identificados como Ryan Carlos Vilasanti de Oliveira e  Mike Davison Medeiros da Silva Lima, na noite de sábado (4), pelo crime de tráfico de drogas. De acordo com uma denúncia anônima, os indivíduos vendiam cocaína e maconha no portão da Escola Municipal de Ensino e Educação Infantil (EMEI) do bairro São Conrado, de forma reiterada.

A denúncia foi formalizada na sede do Batalhão de Polícia Militar de Choque pelo pai de um aluno, que não se identificou com medo de represálias. Segundo os relatos, o crime era realizado por Ryan em frente ao portão da escola. O denunciante informou ainda que a venda de entorpecentes ocorre todos os dias da semana, fato que preocupa a comunidade local.

A equipe policial foi até o endereço indicado pelo denunciante e, ao acessar a via, visualizou dois indivíduos posicionados em frente à residência. Durante a abordagem, foram localizadas 113 porções de entorpecentes.

Nos bolsos da bermuda de Ryan, tinham 25 pacotes de cocaína e dez de maconha. Em baixo de uma pedra, a qual o rapaz estava sentado, haviam mais 33 porções de cocaína e 45 de maconha.

Durante a checagem nos sistemas policiais, as autoridades constataram que Mike Davison possui mandado de prisão em aberto, pelo crime de tráfico de drogas.

Diante dos fatos, os policiais deram voz de prisão a ambos os indivíduos. Os autores foram encaminhados à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol (DEPAC/CEPOL) para a adoção das providências legais cabíveis.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 14:45:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Homem atacado com 10 facadas é internado em estado grave ]]></title>
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				<description><![CDATA[Um homem de 34 anos foi vítima de uma tentativa de homicídio após ser atingido por mais de 10 facadas na manhã deste sábado (4), em Coxim, a 253 quilômetros de Campo Grande. Ele foi socorrido em estado grave e segue internado no Hospital Regional do município.

Segundo informações do boletim de ocorrência, a vítima apresentava ferimentos na cabeça, nas costas e nas mãos, além de duas perfurações profundas no tórax. O resgate foi realizado pelo Corpo de Bombeiros.

Inicialmente, o homem contou à polícia que havia ingerido bebida alcoólica com amigos nas proximidades de um bar. No entanto, posteriormente, mudou a versão e afirmou que foi atacado enquanto dormia na varanda de sua casa, um imóvel que estaria sem energia elétrica.

Apesar da gravidade do caso, a vítima disse não saber quem seria o autor do crime nem a motivação. No endereço indicado, policiais não localizaram sinais de luta ou vestígios de sangue.

O caso foi registrado como tentativa de homicídio e será investigado pela Polícia Civil.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 16:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Drone de R$ 50 milhões cai durante exercício da FAB em Campo Grande]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/dronde-de-r-50-milhoes-cai-durante-exercicio-da-fab-em-campo-grande/464348/</link>
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				<description><![CDATA[Um drone de fabricação israelense que custou em torno de R$ 50 milhões caiu na semana passada próximo a Campo Grande durante o chamado Exercício Cooperación XI, que ocorreu entre os dias 16 e 27 reuniu cerca de 1,2 mil militares de 14 países na base da Força Aérea Brasileira (FAB). 

O incidente ocorreu na quarta--feira, dia 25, mas somente nesta segunda-feira (30) vieram a público as primeiras informações a respeito. Procurada pela reportagem do Correio do Estado nesta terça-feira (31), a FAB confirmou a ocorrência, mas repassou poucas informações. 

Em nota, informou apenas que "uma Aeronave Remotamente Pilotada (ARP), da Força Aérea Brasileira (FAB), que participava do Exercício Cooperación XI, em Campo Grande (MS), colidiu com o solo, em região desabitada, na quarta-feira (25/03). Não houve feridos".

Além disso, informou que "o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) vai investigar os fatores contribuintes da ocorrência aeronáutica." O Cenipa é responsável por conduzir análises técnicas detalhadas, com foco na prevenção de novos incidentes, sem caráter punitivo.

Antes do início das atividades, a FAB havia informado que um drone RQ-900 seria utilizado durante as atividades, apontadas como sendo um dos principais treinamentos multinacionais da América Latina. 

O evento reuniu forças aéreas de diversos países sob coordenação do Sistema de Cooperação entre as Forças Aéreas Americanas (SICOFAA), com foco em operações combinadas de ajuda humanitária, busca e salvamento e resposta a desastres naturais.

Desenvolvido pela empresa israelense Elbit Systems, o Hermes 900 é classificado como um drone da categoria MALE (média altitude e longa permanência), sendo considerado um dos principais instrumentos de vigilância da FAB.

Com envergadura de aproximadamente 15 metros e peso máximo de decolagem superior a uma tonelada, o equipamento pode operar por mais de 30 horas contínuas, dependendo da missão.

Além disso, sua tecnologia embarcada permite o uso de sensores eletro-ópticos, radares de abertura sintética e sistemas avançados de inteligência. Dessa forma, o Hermes 900 é capaz de monitorar grandes áreas em tempo real, sendo essencial tanto para missões militares quanto para operações de apoio civil.

No Brasil, o drone é operado pelo Esquadrão Hórus (1º/12º GAV), sediado na Base Aérea de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Essa unidade desempenha um papel estratégico ao atuar em missões como vigilância de fronteiras, combate a ilícitos e apoio a ações de defesa civil.

Nos últimos anos, o Hermes 900 tem sido utilizado de forma intensiva em cenários reais, incluindo as enchentes que atingiram o Sul do país em 2024. Na ocasião, o equipamento contribuiu diretamente na localização de vítimas e no mapeamento de áreas isoladas, demonstrando sua importância em situações críticas.

A queda da semana passada não é um caso isolado.  Este é o segundo acidente envolvendo o modelo em menos de dois anos. Em maio de 2024, a aeronave FAB 7810 já havia sido perdida durante missões de busca e salvamento no Rio Grande do Sul.

Após aquele episódio, a FAB iniciou o processo de recomposição da frota por meio da aquisição de uma nova unidade, em parceria com a AEL Sistemas, responsável pela integração e suporte logístico dos drones Hermes no Brasil. Contudo, o novo equipamento ainda não foi entregue, o que agrava o cenário atual.

Como consequência direta, com a perda do FAB 7811, a FAB passa a contar com apenas uma aeronave Hermes 900 ativa, de matrícula FAB 7812. Essa redução drástica da frota levanta preocupações importantes sobre a capacidade operacional do país em áreas estratégicas.

Além disso, especialistas apontam que sistemas não tripulados de alta complexidade exigem manutenção especializada, reposição rápida e investimentos contínuos — fatores que nem sempre acompanham a demanda operacional de um país com dimensões continentais como o Brasil.

SILÊNCIO

No evento de encerramento dos treinamentos, no dia 27, os militares não fizeram nenhuma menção sobre o acidente. Em texto publicado no site da instituição, a FAB informou que o treinamento foi realizado pela primeira vez no Brasil e reuniu cerca de 18 meios aéreos, mais de 1.200 militares da Força Aérea Brasileira (FAB) e das Forças Aéreas ou equivalentes.

O evento atraiu militares da Argentina, Bolívia, Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Uruguai, além de representantes da Marinha do Brasil (MB) e do Exército Brasileiro (EB).

No decorrer do treinamento, foram realizados cerca de 70 voos para missões simuladas de combate a incêndios, busca e salvamento e evacuação aeromédica, evidenciando a intensidade e a efetividade das ações conduzidas durante o adestramento.

O intuito, segundo a FAB, foi aprimorar a coordenação de apoio mútuo, melhorar procedimentos de Comando e Controle (C2) das Operações Aeroespaciais em resposta a incêndios e fortalecer a capacidade de coordenação do país afetado diante de desastres naturais ou antrópicos.

A cerimônia de encerramento foi presidida pelo Diretor do Exercício e Comandante da BACG, Brigadeiro do Ar Newton Abreu Fonseca Filho, e contou com a presença de Oficiais Superiores das Forças Armadas e Representantes das Delegações de Nações Amigas que participaram do treinamento. Na ocasião, foi realizada a entrega de diversas homenagens e lembranças a militares e Forças Aéreas das Nações Amigas que se destacaram durante o Exercício. 

“Ao longo desses dias, testemunhamos não apenas a execução de um Exercício operacional, mas também a materialização de um propósito maior: fortalecimento da cooperação internacional em apoio à assistência humanitária, resposta a desastres e integração entre Nações que compartilham valores comuns de solidariedade, profissionalismo e compromisso. As conquistas institucionais e operacionais são inegáveis. Aperfeiçoamos os procedimentos, reforçamos a doutrina, testamos as capacidades, identificamos oportunidades de melhoria e, acima de tudo, fortalecemos. Cada missão realizada, cada planejamento conjunto e cada desafio superado contribuíram para elevar nosso nível de prontidão, mesmo diante de adversidades e dificuldades”, pontuou o Brigadeiro do Ar Newton.

(Com informações do site Click Petróleo e Gás)
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 10:08:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF apura má conduta de servidores em ocorrência]]></title>
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				<description><![CDATA[Polícia Federal (PF) instaurou um procedimento interno para apurar a conduta violenta de servidores, na madrugada deste sábado (28), em um estabelecimento comercial, localizado em Campo Grande (MS).

Conforme apurado pela reportagem, dois policiais federais teriam agredido algumas pessoas em um local público, após se identificarem como integrantes da instituição.

Com isso, a PF investiga as circunstâncias da ocorrência e a conduta dos servidores envolvidos, sem prejuízo das investigações conduzidas pela autoridade policial competente.

O Correio do Estado entrou em contato com a PF para saber o que aconteceu de fato, a dinâmica da ocorrência, local, horário, idade das vítimas e como se deu as agressões. Mas, até o fechamento desta reportagem, não foi respondido. O espaço segue aberto para resposta.

Em nota, a PF informou que não compactua com desvios de conduta e adotará todas as medidas cabíveis, inclusive disciplinares e penais, caso confirmadas irregularidades.

“A instituição reafirma seu compromisso com a legalidade, a ética e a correta atuação de seus servidores”, informou a instituição, por meio de nota enviada à imprensa.

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 11:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Violência sexual atinge 3 em cada 10 meninas em MS]]></title>
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				<description><![CDATA[Quase três a cada dez meninas entre 13 e 17 anos já sofreram algum tipo de violência sexual em Mato Grosso do Sul. Os dados são da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Segundo o levantamento, na maioria dos casos, os agressores fazem parte do convívio da vítima, como familiares, parceiros ou pessoas conhecidas. 

No Estado, 29,3% das meninas entre a faixa etária observada relataram já ter sido tocadas, manipuladas, beijadas ou terem vivido situações de exposição de partes do corpo contra a própria vontade. O percentual é bem maior que o de meninos que passaram pela mesma situação, que foi de 12%. 

Os dados também mostram que a situação é mais comum na rede pública escolar (20,8% dos casos) que na rede privada (17,6%). 

De modo geral, cerca de 20,4% dos escolares sul-mato-grossenses alguma vez já experienciou algum tipo de violência sexual. Em números reais, isso equivale a, aproximadamente, 34.668 dos 169.939 estudantes. Isso coloca o Estado como o 7º maior número entre os estados do Brasil. 

Se comparado com a última pesquisa realizada em 2019, houve um aumento de 5,3% de estudantes que já sofreram assédio sexual. Entre as meninas, a variação foi mais acentuada, de 7,8%. 

Entre as vítimas entrevistadas, 29,5% relataram terem sofrido a agressão por familiares; 22,7% por pessoas conhecidas; 22% apontaram o namorado ou namorada como agressor; 21,7% foram vítimas de desconhecidos; 15,8% apontaram amigo ou amiga; e 6,6% acusaram pai, mãe ou outro responsável. 

Casos de estupro

Entre os escolares, 9,1% dos entrevistados afirmaram ter sido obrigados a ter relação sexual contra a vontade. Entre as meninas, o percentual é mais que o dobro que o entre meninos, sendo de 13% contra 5,5%. 

Em 71,2% dos casos, o aluno tinha 13 anos ou menos quando foi submetido à violência. 

Os familiares continuam sendo os principais autores apontados neste tipo de agressão, correspondendo a 29,2% dos casos, seguido por namorado ou namorada, com 22,2%. 

Segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), em 2024, foram registrados 2.740 casos de estupro em Mato Grosso do Sul. 

Entre os casos, 1.271 vítimas eram crianças e 977 eram adolescentes. Juntos, eles correspondem a 82,04% das denúncias totais no Estado. Além disso, 2.368 vítimas eram mulheres. 

Nacional

Em todo o Brasil, 18,5% dos estudantes entre 13 e 17 anos informaram ter passado por situação de violência social. Entre as vítimas, 26% foram meninas, mais que o dobro registrado entre meninos, 10,9%. 

Esse número mostra um aumento de 3,8% no percentual observado na pesquisa anterior, em 2019, com variação maior observada em meninas (5,9%) da rede pública escolar (4,2%). 


 
]]></description>
				
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 14:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Batalhão de Choque mata um e apreende armas e motocicletas]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/batalhao-de-choque-mata-um-e-apreende-armas-e-motocicletas/464116/</link>
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				<description><![CDATA[Homem, que não teve a identidade divulgada, morreu em confronto com policiais militares do Batalhão de Choque (BPMChoque), na manhã desta quarta-feira (25), na rua Terrenos, bairro Piracema, em Coxim, município localizado a 253 quilômetros de Campo Grande.

Na ocasião, outros dois rapazes, de 21 e 31 anos, também foram detidos e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil.

Conforme apurado pela reportagem, uma motocicleta foi roubada, no domingo (22), em Rio Verde de Mato Grosso.

Em seguida, equipes monitoraram câmeras de segurança e identificaram um veículo de apoio, o que permitiu localizar o primeiro envolvido em uma propriedade rural.

Logo, os policiais descobriram que este veículo de apoio havia sido entregue como penhora em um ponto de venda de entorpecentes em troca de drogas.

De acordo com o Choque, no local, o responsável pelo imóvel confessou a participação no esquema, admitindo ter emprestado a motocicleta para que comparsas realizassem o roubo em Rio Verde e, posteriormente, um homicídio na cidade de Coxim.

Em seguida, os policiais localizaram e recuperaram a motocicleta roubada no Rio Coxim. O veículo estava adulterado, sem rodas e placa de identificação.

Em seguida, os militares foram até um esconderijo de armas que supostamente seriam utilizadas para planejar novos atentados contra rivais da região. Quando chegaram no local, foram recebidos a tiros.

Os policiais revidaram, balearam e desarmaram o rapaz. Ele foi encaminhado até o Hospital Regional do município, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu.

Na ocorrência, foram apreendidos vários objetos, que, somados, valem R$ 45 mil no total. Confira:


	1 Honda Titan 160
	1 Yamaha Factor
	40 munições 380mm
	6 munições Cal. 32
	1 pistola Beretta 380mm
	carregador de pistola 380mm
	1 submetralhadora UZI
	1 revólver Cal. 32
	3 aparelhos celulares
	12 papelotes de Cocaína (11g)


O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil como Homicídio Decorrente de Intervenção Legal de Agente do Estado, Tráfico de Drogas, Posse Irregular de Arma de Fogo de Uso Permitido, Posse ou Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Restrito, Homicídio Simples de Forma Tentada, Roubo e Organização de Grupo Para a Prática de Violência.

ESTATÍSTICA

Dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 20 pessoas morreram em confronto com agentes de Estado, entre 1º de janeiro e 26 de março de 2026, em Mato Grosso do Sul.

Em 2025, foram 68 mortes. Desse número, 10 óbitos ocorreram em janeiro, 8 em fevereiro, 2 em março, 10 em abril, 4 em maio, 9 em junho, 4 em julho, 7 em agosto, 4 em setembro, 5 em outubro, 5 em novembro e 1 em dezembro.

Mortes registradas em confronto policial são classificadas como homicídio decorrente de oposição à intervenção policial.

O confronto entre forças de segurança governamentais e grupos armados ocorrem em situações de abordagem policial, roubos, flagrantes de tráfico de drogas, policiamento ostensivo em bairros, entre outras ocorrências.

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 11:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Operação contra tráfico de drogas e armas tem alvos em MS e outros três estados]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/ficco-combate-trafico-de-drogas-em-ms-com-mandados-em-pr-sc-e-sp/464110/</link>
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				<description><![CDATA[Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso do Sul (FICCO-MS) cumpriu sete mandados de busca e apreensão e quatro de prisão preventiva, nesta quinta-feira (26), durante a Operação Barril 67, em Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

Foram apreendidos aparelhos celulares, computadores, documentos e veículos. O objetivo é combater o tráfico de drogas e de armas em MS.

A operação é desdobramento da apreensão de 600 kg de cocaína, quatro fuzis e grande quantidade de munições, realizada em fevereiro de 2025, em Bataguassu (MS).

Por meio das investigações, foi possível identificar os indivíduos responsáveis pela logística de transporte da droga e do armamento.

FICCO/MS une e integra forças de segurança municipais, estaduais e federais em Mato Grosso do Sul: Polícia Militar (PMMS), Polícia Civil (PCMS), Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen-MS), Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Penal Federal (PPF) e Guarda Civil Metropolitana (GCM).

As forças de segurança atuam e trabalham juntas contra o crime organizado e organizações/associações/facções criminosas, em combate ao tráfico de drogas e armas; furto, roubo e receptação de cargas e valores; lavagem e ocultação de bens, direitos, valores; entre outros crimes.

A melhor forma de combater o crime organizado é integrar as instituições, pois, cada força de segurança tem seu treinamento, conhecimento e expertise que pode colaborar com as investigações.

TRÁFICO DE DROGAS

O tráfico de drogas é um problema crescente no Brasil.

Comércio, transporte e armazenamento de cocaína, maconha, crack, LSD e haxixe são proibidos no território brasileiro, de acordo com a Lei nº 11.343/2006.

Mas, mesmo proibidos, ainda ocorrem em larga escala em Mato Grosso do Sul. O Estado é conhecido como um vasto corredor no Brasil, devido à sua extensa fronteira com outros países. Com isso, é uma das principais rotas utilizadas para a entrada de substâncias ilícitas no país. 

O tráfico resulta em diversos crimes direta e indiretamente, como furto, roubo, receptação e homicídios.

Dados divulgados pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 1.739 kg de cocaína e 83.484 kg de maconha foram apreendidos entre 1º e 26 de março de 2026, em Mato Grosso do Sul.

Em 2025, 14.651 quilos de cocaína, 538.750 quilos de maconha e 378 quilos de outras drogas foram apreendidos.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 09:20:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Corpo de mulher com tiro na cabeça é desovado no Inferninho]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/corpo-de-mulher-com-tiro-na-cabeca-e-desovado-no-inferninho/464009/</link>
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				<description><![CDATA[Mulher, de aparentemente 40 anos, foi encontrada morta com um tiro na cabeça, na manhã desta terça-feira (24), próximo a Cachoeira do Inferninho, na região da MS-080, saída para Rochedo, a 15 quilômetros do centro de Campo Grande.

A suspeita é de que ela tenha sido executada com um tiro na testa à queima roupa em determinado local, e, logo em seguida, teve o corpo desovado, na noite desta segunda-feira (23), na região do Inferninho.

O cadáver estava cheio de lama às margens de um matagal.

Conforme apurado pela reportagem, populares encontraram o corpo nas primeiras horas desta terça-feira (24) e acionaram as autoridades.

Corpo de Bombeiros Militar (CBMMS), Polícia Militar (PMMS), Polícia Civil (PCMS) e Polícia Científica estiveram no local para constatar o óbito, isolar a área, recolher os indícios do assassinato e realizar a perícia, respectivamente.

O crime será investigado pela Polícia Civil. Não se sabe se o caso se trata de feminicídio ou homicídio.

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 10:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entenda por que condomínios eficientes gastam menos, mesmo investindo mais]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/artigos-e-opiniao/entenda-por-que-condominios-eficientes-gastam-menos-mesmo-investindo/463820/</link>
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				<description><![CDATA[Existe um paradoxo na gestão condominial que ainda confunde síndicos e moradores: os condomínios mais eficientes costumam ser aqueles que mais investem. Ainda assim, no longo prazo, são justamente esses que gastam menos.

Essa aparente contradição revela uma mudança de mentalidade que o setor precisa amadurecer: eficiência não é sinônimo de cortar custos, mas de alocar recursos com inteligência.

Durante décadas, a lógica predominante foi a da economia imediata. Reduzir contratos, postergar manutenções, adiar investimentos. O problema é que condomínios são estruturas complexas, com ativos físicos, pessoas, obrigações legais e impactos patrimoniais.

Quando a gestão se orienta apenas por contenção de despesas, ela cria passivos invisíveis que aparecem mais tarde em forma de emergências, conflitos e desvalorização do patrimônio.

Condomínios eficientes investem em manutenção preventiva, planejamento de longo prazo, tecnologia e profissionalização da gestão. Isso significa trocar equipamentos antes de falhas críticas, revisar contratos com critérios técnicos, digitalizar processos financeiros e criar rotinas de governança.

Esses investimentos aumentam o orçamento no curto prazo, mas reduzem drasticamente despesas emergenciais, desperdícios e riscos jurídicos ao longo do tempo.

A lógica econômica é simples: manutenção preventiva custa menos do que manutenção corretiva. Um vazamento detectado cedo evita uma reforma estrutural; um contrato bem negociado gera economia recorrente por anos; um sistema de controle financeiro reduz a inadimplência e evita chamadas extras.

O condomínio que planeja substitui a cultura do improviso por previsibilidade.

Eficiência também é governança. Investir em transparência, comunicação estruturada e prestação de contas clara reduz conflitos, judicialização e desgaste político. Assembleias mais informadas geram decisões mais racionais. Moradores que confiam na gestão participam mais, pagam em dia e apoiam projetos de longo prazo.

Há ainda um fator patrimonial frequentemente ignorado. Condomínios bem cuidados, com infraestrutura atualizada e gestão organizada, preservam e ampliam o valor dos imóveis.

Em mercados urbanos competitivos, compradores e locatários já observam não apenas a unidade, mas o funcionamento do condomínio como um todo. Gestão eficiente se transforma, na prática, em valorização imobiliária.

O discurso de “gastar menos” costuma ser popular em assembleias, mas é enganoso quando não vem acompanhado de planejamento. Cortes lineares em manutenção, segurança ou gestão geram economias momentâneas, mas criam passivos ocultos que explodem no futuro. 

No universo condominial, o barato raramente sai barato de fato. Eficiência, portanto, não é austeridade cega. É estratégia. É compreender o condomínio como uma organização viva, com ciclo de ativos, riscos legais, fluxo de caixa e impacto social.

Investir mais, quando feito com inteligência, é o caminho mais curto para gastar menos no longo prazo.

Por fim, a maturidade do setor condominial passa por essa virada de chave. Condomínios eficientes não são os que cobram menos taxa, mas os que entregam mais valor por cada real investido.

Em um País cada vez mais verticalizado, essa diferença deixará de ser um detalhe administrativo para se tornar um fator central de qualidade de vida e de preservação de patrimônio.

Assine o Correio do Estado 
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				<category>Artigos e Opinião</category>
				<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 07:45:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Camelódromo tem bancas interditadas após operação contra contrabando ]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/camelodromo-tem-bancas-interditadas-apos-operacao-contra-contrabando/463720/</link>
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				<description><![CDATA[Durante operação contra contrabando que revelou a participação de agentes de segurança pública do Estado, quatro boxes do Camelódromo e uma sala no piso superior foram interditados.

Nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (18), a Polícia Federal (PF), em parceria com a Receita Federal, interditou o entorno do Camelódromo e iniciou a retirada de produtos oriundos de descaminho.

Em conversa com a reportagem do Correio do Estado, o presidente da Associação dos Vendedores Ambulantes (Camelódromo), Narciso Soares dos Santos, confirmou a interdição dos locais e a retirada de produtos.


“De um box estão recolhendo todos os produtos; de outros dois levaram apenas a maquininha [de cartão] e celulares de uso dos comerciantes. São quatro boxes. [Os policiais] falaram que foi uma operação pontual, fruto de investigação com mandado de busca e apreensão”, informou o presidente.


@@NOTICIA_GALERIA@@

Após a apreensão dos produtos e a interdição do espaço alvo da operação, as faixas que impediam a circulação foram retiradas e os lojistas puderam entrar novamente. Segundo Narciso, o funcionamento seguirá normalmente durante o dia.


“A ação foi apenas em quatro boxes. O Camelódromo está abrindo normalmente, vamos trabalhar normalmente”, pontuou o presidente.


Ação

A Operação Judas Iscariotes cumpriu mandados de busca e apreensão em residências, em duas delegacias da Polícia Civil e no Camelódromo de Campo Grande, com o objetivo de desarticular um grupo que facilitava a entrada de mercadorias contrabandeadas.

Durante a investigação, foi identificada a participação de agentes de segurança pública de Mato Grosso do Sul, aposentados e da ativa, que agiam em diversas frentes, aproveitando-se da influência dos cargos tanto para vazar informações sigilosas quanto para auxiliar no transporte das mercadorias.

A ação ocorreu simultaneamente a operações em outras unidades da federação. Um dos principais destinos das mercadorias, após atravessarem a fronteira, era o estado de Minas Gerais (MG).

O grupo utilizava veículos modificados para esconder a carga de produtos contrabandeados, em uma tentativa de ludibriar eventuais fiscalizações.

Os nomes dos alvos da operação não foram divulgados.

Com autorização do Ministério Público Federal, a Justiça Federal expediu as seguintes medidas cautelares:


	31 mandados de busca e apreensão;
	4 mandados de prisão preventiva;
	1 mandado de monitoração eletrônica;
	2 afastamentos de funções públicas;
	6 suspensões de porte ou posse de arma de fogo;
	indisponibilidade de bens de 12 pessoas físicas e jurídicas, no valor de R$ 40 milhões, incluindo:
	sequestro de ao menos 10 imóveis;
	sequestro e apreensão de ao menos 12 veículos;
	suspensão das atividades de 6 pessoas jurídicas.


Ao todo, foram cumpridas cerca de 90 ordens judiciais, com a mobilização de mais de 200 policiais, nas cidades de Campo Grande (MS), Dourados (MS), Belo Horizonte (MG), Vespasiano (MG) e Montes Claros (MG).

A operação contou, ainda, com o apoio das corregedorias da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul e do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros eventuais envolvidos e aprofundar a apuração dos fatos.

 




 

 

Assine o Correio do Estado

 

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 08:44:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Liberações do BNDES para MS disparam e somam R$ 19,89 bilhões em 3 anos]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/com-alta-de-198-bndes-aprova-r-198-bilhoes-em-3-anos-para-ms/463675/</link>
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				<description><![CDATA[ O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, desde 2023, um total de R$ 19,89 bilhões para Mato Grosso do Sul. O volume é 198,2% superior ao aprovado nos quatro anos do governo anterior, quando as aprovações somaram R$ 6,67 bilhões. 

O recorde de aprovações, de R$ 7 bilhões, ocorreu foi registrado no ano passado. No mesmo ano também ocorreu o recorde nos desembolsos, também de R$ 7 bilhões, da série histórica iniciada em 1995. 

De acorcodo com a instituição financeira, os recursos aprovados desde 2023 beneficiaram todos os setores da economia, como infraestrutura (R$ 8,3 bi), indústria (R$ 5,43 bi), agropecuário (R$ 5,07 bi) e comércio e serviços (R$ 1,09 bi).

E não foram somente as grandes empresas que conseguiram recursos da instituição. Micro, pequenas e médias empresas foram responsáveis por R$ 7,29 bilhões do total de crédito aprovado desde 2023, um aumento de 54,3% em relação ao período entre 2019 e 2022.

Também houve crescimento no volume de desembolsos (88,3%), que chegou a R$ 11,83 bilhões, desde 2023, ante R$ 6,28 bilhões, entre 2019 e 2022.

"Esse resultado deixa evidente o compromisso do governo do presidente Lula em promover o desenvolvimento de Norte a Sul do país. Por meio do crédito, o BNDES está promovendo melhorias em infraestrutura e na qualidade dos serviços públicos, ajudando a desenvolver novos medicamentos e tecnologias, construindo uma indústria e um setor agropecuário mais inovador e sustentável, ampliando a oferta de energia, fortalecendo micro, pequenas e médias empresas e abrindo novas oportunidades", afirmou o presidente do BNDES, Alizio Mercadante.

Em Mato Grosso do Sul, segundo o presidente do banco, "além de investimentos em biocombustíveis e na modernização da agroindústria, recursos estão sendo usados para realizar melhorias e ampliação de rodovias, como a MS-112, BR-158 e BR-436, e de aeroportos da capital e do interior". 

Em 2025, os recursos atenderam os principais setores da economia sul-mato-grossense: 
Para o setor de infraestrutura foram R$ 4,7 bilhões. Somente o Governo do Estado obteve empréstimo de R$ 2,3 bilhões para investimentos em 250 quilômetros de recapeamentos a construção de 570 quilômetros de novas rodovias asfaltadas. 

 Outro setor com forte investimento é o agropecuário, com R$ 1,42 bilhão. Para os setores de comércio e serviços foram aprovados R$ 481,2 milhões. O setor industrial está sendo contemplado com R$ 398,7 milhões.

Entre os destaques, está o crescimento ante 2024 dos recursos aprovados para infraestrutura (692,9%), comércio e serviços (100,7%) e agropecuária (22,5%). Micro, pequenas e médias empresas foram responsáveis por R$ 4,13 bi do total de crédito aprovado em 2025. 

LUCRO

Os números recordes de financiamentos coincidem com o maior lucro recorrente da história da instituição, com R$ 15,2 bilhões, resultado 15,4% superior a 2024. 

O Banco encerrou o ano com recorde na injeção de crédito, totalizando R$ 366 bilhões, alta de 32% em relação a 2024, maior valor nominal da história em ativos totais (R$ 962 bilhões), carteira de crédito (R$ 664 bilhões) no maior patamar desde 2016, caixa livre quadruplicado (R$ 61 bilhões) em relação a 2022 e maior patamar histórico do Patrimônio Líquido (R$ 172 bilhões). 

O resultado operacional em 2025 apresentou forte crescimento por demanda de crédito frente ao ano de 2024. As consultas somaram R$ 389,2 bilhões (aumento de 19% em relação a 2024 e de 170% em relação a 2022). 
 

 
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 14:28:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Enfermeira atacada com marreta pelo marido morre no hospital]]></title>
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				<description><![CDATA[A enfermeira Liliane de Souza Bonfim Duarte, de 51 anos, não resistiu e morreu nesta sexta-feira (06), após ser atacada a golpes de marreta pelo marido em Ponta Porã, município localizado a 313 quilômetros de Campo Grande.

Instantes antes do ataque, ela chegou a pedir para os filhos saírem de casa, mas o subtenente do Corpo de Bombeiros, Elianderson Duarte, acabou agredindo dois deles, de 15 e 17 anos.

Em seguida, passou a atingir a esposa a golpes de marreta. O filho de 11 anos presenciou tudo e foi o único que escapou de ser agredido pelo pai.

A polícia informou que os três filhos têm Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Entenda

Até o momento, a polícia não informou o que o bombeiro alegou em depoimento para justificar a agressão.

Conforme relato da filha, de 17 anos, ao ver o pai com a marreta, a mãe gritou para que os filhos abrissem a porta e saíssem de casa.

Mesmo assim, dois adolescentes acabaram golpeados na cabeça. Vizinhos entraram na residência e encontraram o homem sentado ao lado do corpo da mulher, que estava caído no chão.

Na tentativa de fuga, ele quebrou o tornozelo ao pular muros. O subtenente foi preso em flagrante e, nesta sexta-feira, transferido para o presídio militar de Campo Grande.

Com mais essa vítima, Mato Grosso do Sul registra o 5º caso de feminicídio.

Por meio de nota, o Corpo de Bombeiros lamentou o ocorrido, manifestou repúdio sobre a ocorrência, e informou que está colaborando com as autoridades. Leia na íntegra:


“Em relação aos fatos recentemente noticiados sobre a ocorrência de violência doméstica envolvendo um bombeiro militar lotado no município de Ponta Porã, o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul (CBMMS) lamenta o ocorrido e vem a público manifestar seu mais profundo repúdio a qualquer forma de violência contra as mulheres.

O CBMMS permanece colaborando integralmente com as autoridades policiais e com o Poder Judiciário para a plena elucidação do caso.

O servidor envolvido se encontra detido e responderá por seus atos com todo o rigor da lei.

A corporação já adotou as providências administrativas cabíveis, nos termos da legislação vigente, para a devida apuração e responsabilização.”
 


Assine o Correio do Estado

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 13:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF prende PM aposentado envolvido no tráfico de armas]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/pf-prende-pm-aposentado-envolvido-no-trafico-de-armas/463111/</link>
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				<description><![CDATA[Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, em combate ao tráfico internacional de armas de fogo, nesta sexta-feira (6), durante a Operação Dupla Face, em Ponta Porã, município localizado a 313 quilômetros de Campo Grande.

A ação mira um sargento da Polícia Militar aposentado, que possivelmente atuava como fornecedor de armamentos clandestinos, realizava viagens frequentes a fronteira e apresentava movimentação financeira incompatível com seus rendimentos declarados.

Ele teve o porte de arma suspenso e bens e valores sequestrados pelas autoridades. A ação contou com apoio da Corregedoria da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul.

O caso segue em investigação pelas autoridades competentes.

ESTATÍSTICA

Dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) apontam que 214 armas foram apreendidas, entre 1° de janeiro e 6 de março de 2026, em Mato Grosso do Sul.

Das 214 armas apreendidas,


	154 foram apreendidas em janeiro
	60 foram apreendidas em fevereiro
	51 são revólveres
	39 são pistola
	1 é rifle
	1 é arma de pressão
	2 são carabinas
	6 são espingardas
	3 são fuzis
	110 correspondem a "outras armas" - que estão adulteradas ou com a numeração raspada


A apreensão de armas pela polícia é fundamental para a segurança pública pelos seguintes motivos:


	Interrupção do ciclo de violência
	Preservação de Vidas e Redução da Violência
	Redução da letalidade
	Desarticulação do Crime Organizado
	Fortalecimento da inteligência e investigação


Geralmente, o destino de armas apreendidas é depósito judicial (permanência sob custódia do Estado) e destruição (armas são destruídas pelo Exército Brasileiro). 

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 08:08:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Homem é condenado a 32 anos de prisão por torturar esposa e filhos]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/homem-e-condenado-a-32-anos-de-prisao-por-torturar-esposa-e-filhos/462779/</link>
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				<description><![CDATA[Homem, que não teve a identidade divulgada, foi condenado a 32 anos, 10 meses e 23 dias de prisão em regime fechado, pelos crimes de tortura, estupro de vulnerável, violência psicológica e lesões corporais, praticados contra sua companheira e filhos ao longo de aproximadamente 20 anos.

A denúncia indica que as vítimas eram agredidas com martelo, mangueira ou raquete elétrica; sofriam violência física, psicológica e sexual; eram ameaçados de morte; vigiados por câmeras e expostos a castigos humilhantes, de 2005 a 2025, no Jardim Colibri, em Campo Grande.

O réu praticou estupro de vulnerável, em 2010, aproveitando-se de momentos em que a vítima dormia profundamente, além de estupro mediante violência, em 2021, quando a constrangeu a ato libidinoso sob acusação de traição.

Os depoimentos da vítima, das filhas, da mãe da vítima e demais testemunhas foram decisivos para confirmar o ciclo contínuo de violência e o controle absoluto exercido pelo autor em casa, tendo em vista a importância da palavra da vítima no contexto de violência doméstica.

A 48ª Promotoria de Justiça de Campo Grande ainda sustentou que os depoimentos foram firmes, detalhados e compatíveis com o histórico de violência familiar.

Os relatos das jovens revelam sequelas emocionais profundas, como crises de pânico, pesadelos recorrentes e medo constante.

A condenação se deu por intermédio do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio da 48ª Promotoria de Justiça de Campo Grande.

A sentença, proferida pela 1ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Campo Grande e assinada pela Juíza Tatiana Dias de Oliveira Said.

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 11:35:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Homem mata namorada em SP e é preso em MS]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/homem-mata-namorada-em-sp-foge-para-ms-e-e-preso-pela-pm/462771/</link>
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				<description><![CDATA[César Ferreira da Silva assassinou a namorada, Simone Trigueiro, na tarde desta quarta-feira (26), no cruzamento das ruas Joaquim Antônio Proença e Presidente Vargas, Vila Mineira, em Andradina (SP), cidade que faz divisa com Três Lagoas (MS).

Ele matou ela estrangulada e asfixiada na casa dela. Ambos namoraram por oito meses.

Após o crime, fugiu em direção a Mato Grosso do Sul, mas foi capturado e preso, por policiais militares da 13ª Companhia Independente (13ªCIPM), em Água Clara (MS).

Conforme apurado pela mídia local, familiares estavam sem notícias há dois dias de Simone e estranharam seu sumiço. Com isso, foram até a casa dela e a encontraram sem vida, com sinais de estrangulamento e luta corporal.

Em seguida, acionaram a polícia. Polícia Militar, Polícia Científica, Polícia Civil e funerária estiveram no local para isolar a área, realizar a perícia, recolher indícios do feminicídio e retirar o corpo, respectivamente.

O autor do crime fugiu para Água Clara (MS), onde foi preso pela Polícia Militar.

"A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, por meio da 13ª CIPM, recebeu informações sobre um indivíduo suspeito de feminicídio que estaria em deslocamento sentido Água Clara/MS. Uma equipe realizou diligências pela BR-262 e localizou o suspeito e realizou a abordagem, confirmando sua identidade durante a abordagem. Na ocasião, o autor declarou espontaneamente ter cometido o crime. Diante dos fatos, foi dada voz de prisão e, posteriormente, ele foi apresentado na delegacia para as providências legais", informou a PMMS por meio de nota.

As circunstâncias do caso serão investigadas pelas autoridades competentes. O corpo da vítima será submetido a exame necroscópico, que deverá confirmar a causa da morte.

FEMINICÍDIO

Feminicídio é o assassinato de uma mulher pelo fato de ser mulher, ou seja, questões de gênero que envolvem violência doméstica, física, verbal, sexual ou patrimonial. 

Geralmente, o feminicídio é praticado por (ex) companheiros, (ex) namorados, (ex) noivos ou (ex) esposos da vítima. 

É um crime hediondo cuja pena pode variar de 20 a 40 anos de reclusão, não sendo possível pagar fiança. A pena é cumprida em regime fechado.

O feminicídio passou a ser um crime autônomo, com seu próprio artigo no Código Penal, diferente do homicídio qualificado. 

O condenado por feminicídio perde o poder familiar e é impedido de exercer cargos/funções públicas.

Dados divulgados pela Secretaria de Estado e Justiça Pública (Sejusp-MS) apontam que 3 mulheres foram mortas ente 1º de janeiro e 27 de fevereiro de 2026, em Mato Grosso do Sul. Em 2025, 39 mulheres foram assassinadas, 35 em 2024 e 30 em 2023.

Violência contra mulher deve ser denunciada em qualquer circunstância, seja agressão física, psicológica, sexual, moral ou patrimonial.

Os números para denúncia são 180 (Atendimento à Mulher), 190 (Polícia Militar) e 153 (Guarda Civil Metropolitana).

O sinal "X" da cor vermelha, escrita na mão, significa que a vítima quer alertar que sofre violência doméstica. Portanto, o cidadão deve ficar atento, acolhê-la e acionar as autoridades. 

Denuncie!
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:40:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Congresso gratuito vai focar no efetivo atendimento a mulheres vítimas de violência]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/congresso-gratuito-vai-focar-no-efetivo-atendimento-a-mulheres-vitimas/462625/</link>
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				<description><![CDATA[O Instituto de Ensino CPAA promove, em março, o 1º Congresso "Mulheres que Defendem Mulheres", evento gratuito que chega em meio a um cenário de altos índices de feminicídio e violência doméstica em Mato Grosso do Sul. 

O congresso tem a missão de combater a desinformação e mostrar que os mecanismos de proteção são ferramentas primordiais na sobrevivência das mulheres. 

O evento vai reunir mulheres especialistas que integram os atendimentos na Casa da Mulher Brasileiras, na Delegacia Especializada (DEAM) e nos tribunais, visando orientar advogados e advogadas que atuam na área.

A iniciativa pretende mudar a narrativa de que "nada acontece para defender as mulheres" e capacitar os profissionais responsáveis para que conheçam a fundo o funcionamento da rede e se tornarem agentes de encorajamento para suas clientes. 

De acordo com a organização, mesmo que o sistema enfrente desafios, ele ainda é a ferramenta e proteção mais potente disponível, mas tem sido descreditado pelas instituições, o que fragiliza a mulher que precisa de socorro imediato. 

Para a diretora do CPAA Instituto de Ensino, Maria Carloto, o congresso chega para mostrar de forma clara e efetiva como o sistema funciona. 


"Estamos indo na contramão do senso comum de que a proteção não chega para quem precisa; em Mato Grosso do Sul, temos profissionais qualificadas e protocolos que são referência nacional, e este congresso é um chamado à responsabilidade coletiva", explica. 


Ela ressalta que o papel do advogado é primordial nesse processo, formando uma rede viva de mulheres protegendo outras mulheres. 


"Queremos que a sociedade e os profissionais do Direito entendam que a justiça não é apenas um conceito distante, mas uma rede viva. Quando o advogado conhece o sistema, ele não descredencia a ferramenta; ele fortalece a defesa. Quando a informação chega de forma clara, o medo diminui e a coragem de romper o ciclo aumenta. Usar esses mecanismos salva vidas, sim", afirma. 


Estarão participando da programação as seguintes palestrantes:


	Dra. Carla Charbel Stephanini: Conhecer para defender os serviços da Casa da Mulher Brasileira.
	Me. Márcia Paulino: Escuta qualificada e a não revitimização: pilares do atendimento inicial.
	Dra. Fernanda Barros Piovano: Estratégias de proteção imediata e preservação de provas.
	Dra. Taís Soares Vieira Ferretti: Atuação com perspectiva de gênero no acesso à justiça.
	Dra. Clarissa Carlotto Torres: Medidas protetivas de urgência e o papel do Ministério Público.


O Congresso acontece no dia 7 de março de 2026, das 8h às 12h30, no auditório da Associação dos Advogados de Polícia de Mato Grosso do Sul (Adepol), localizado na Rua Dr. Robson Benedito Maia 312, bairro Carandá Bosque. 

Números

De acordo com as estatísticas da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), desde o início do ano já foram registradas 2.833 ocorrências por violência doméstica, sendo 2.656 com vítimas femininas e três casos de feminicídio. 

Em 2025, foram 21.814 ocorrências por violência doméstica e 39 casos de feminicídio no Estado. 
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 15:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Forças federais suspendem mobilização após possível reunião]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/forcas-federais-suspendem-mobilizacao-apos-possivel-reuniao/462603/</link>
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				<description><![CDATA[Mobilização das forças de segurança federais, pela criação do Fundo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (FUNCOC), foi suspensa.

A ação estava prevista para a manhã desta terça-feira (24), às 10h30min, em frente à Penitenciária Federal, localizada na avenida Henrique Bertin, Jardim Los Angeles, em Campo Grande.

A mobilização seria realizada simultaneamente em vários estados do Brasil e envolve Policiais Penais Federais (PPF), Policiais Federais (PF) e Policiais Rodoviários Federais (PRF).

De acordo com a categoria, uma reunião foi realizada, nesta segunda-feira (23), com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), para tratar de pautas institucionais sobre o assunto.

Por ora, nada está resolvido. Mas, possivelmente uma nova reunião poderá ser agendada ainda nesta semana, dando continuidade ao processo de negociação em curso.

Por enquanto, a mobilização foi adiada para 9 de março, em uma segunda-feira, podendo ser suspensa novamente caso as tratativas avancem.

FUNDO

Fundo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (FUNCOC) é destinado ao financiamento permanente das ações de enfrentamento às organizações criminosas, com investimentos em inteligência, tecnologia, estrutura operacional e fortalecimento das atividades de segurança pública federal.

Federação Nacional dos Policiais Federais (FENAPEF), Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FENAPRF) e Federação Nacional dos Policiais Penais Federais (FENAPPF) pressionam o Governo Federal para enviar ao Congresso Nacional o Projeto de Lei que cria o FUNCOC.

O Governo Federal anunciou a criação do fundo em novembro de 2025, mas, até o momento, não saiu do papel.

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]]></description>
				
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 08:25:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Forças federais se mobilizam nesta terça para criar fundo de segurança]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/forcas-federais-se-mobilizam-nesta-terca-para-criar-fundo-de-seguranca/462559/</link>
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				<description><![CDATA[Forças de segurança federais se mobilizam pela criação do Fundo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (FUNCOC), na manhã desta terça-feira (24), às 10h30min, em frente à Penitenciária Federal, localizada na avenida Henrique Bertin, Jardim Los Angeles, em Campo Grande.

O Fundo Público é destinado ao financiamento permanente das ações de enfrentamento às organizações criminosas, com investimentos em inteligência, tecnologia, estrutura operacional e fortalecimento das atividades de segurança pública federal.

A mobilização ocorre simultaneamente em vários estados do Brasil e envolve Policiais Penais Federais (PPF), Policiais Federais (PF) e Policiais Rodoviários Federais (PRF).

O Governo Federal anunciou a criação do fundo em novembro de 2025, mas, até o momento, o projeto não foi encaminhado ao Congresso Nacional, o que motivou a mobilização nacional da categoria.

Com isso, o objetivo é cobrar do Governo Federal o envio ao Congresso Nacional do Projeto de Lei que cria o FUNCOC.

Faixas serão fixadas, durante o ato, em frente a penitenciária, como forma de protesto.

SERVIÇO


	Evento: Início da Mobilização Nacional Permanente pelo FUNCOC
	Data: 24 de fevereiro de 2026 (terça-feira)
	Horário: 10h30min (horário local de MS)
	Local: Em frente à Penitenciária Federal em Campo Grande (MS)

]]></description>
				
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 10:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A imparcialidade sob tensão]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/a-imparcialidade-sob-tensao/462547/</link>
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				<description><![CDATA[A recente matéria veiculada pela imprensa nacional dando conta de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria classificado como “traição altíssima” determinada conduta de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) reacendeu um debate que jamais deveria arrefecer.

Não se trata de simpatia ou antipatia por personagens, tampouco de alinhamentos ideológicos. Trata-se da arquitetura constitucional do Estado brasileiro.

Quando o chefe do Poder Executivo manifesta, ainda que por intermédio de aliados, mágoa ou decepção com uma decisão proferida por um ministro da Suprema Corte, a reação política revela algo mais profundo do que um simples dissabor.

Revela a tensão inerente a um modelo institucional no qual a indicação dos ministros do STF é prerrogativa exclusiva do presidente da República, posteriormente submetida à aprovação do Senado.

O sistema brasileiro consagrou, no artigo 101 da Constituição, a escolha de ministros do STF pelo presidente, entre cidadãos com notável saber jurídico e reputação ilibada. Formalmente, o desenho respeita o princípio da separação de poderes.

Materialmente, contudo, abre-se espaço para questionamentos legítimos acerca da independência plena da jurisdição constitucional. A imparcialidade do Judiciário não é apenas um atributo técnico. É pressuposto civilizatório.

Sem ela, a confiança pública se esvai e a autoridade das decisões se enfraquece. O magistrado constitucional não pode ser visto como extensão de projetos políticos nem como devedor de expectativas de quem o indicou.

O problema não reside na divergência entre Executivo e Judiciário. Ela é saudável e inerente ao sistema de freios e contrapesos. O que preocupa é a construção simbólica de uma expectativa de lealdade.

Quando a narrativa pública sugere que determinado ministro teria frustrado o presidente que o indicou, instala-se a perigosa ideia de que haveria uma espécie de vínculo moral, uma dívida implícita decorrente da nomeação.

A Constituição não autoriza dívidas morais entre Poderes. Autoriza responsabilidades institucionais. A independência judicial exige que o ministro, uma vez empossado, rompa qualquer laço subjetivo de gratidão política. Sua única fidelidade deve ser ao texto constitucional e à sua consciência jurídica.

No Brasil, essa nefasta percepção social assume relevância ainda maior. Se o presidente se sente traído por decisão judicial, a mensagem subjacente é preocupante. Sugere-se que a decisão esperada seria diversa. E isso, por si só, compromete a imagem de neutralidade que deve revestir a Suprema Corte.

A interferência indireta, ainda que simbólica, corrói a harmonia e independência dos poderes.

Talvez seja o momento de amadurecer o debate sobre a forma da composição da Suprema Corte. Mandatos fixos, critérios objetivos mais rigorosos, maior participação institucional no processo de escolha são alternativas que merecem reflexão serena.

Não se trata de deslegitimar ministros ou governos, mas de fortalecer o sistema.

Em tempos de acirramento político, o Brasil necessita de um Supremo Tribunal Federal cuja autoridade não seja questionada sob o prisma da gratidão ou da ruptura. A confiança nas instituições é o oxigênio da democracia.

Sem ela, instala-se a suspeita permanente. E uma democracia que vive sob suspeita constante caminha, silenciosamente, para a Unidade de Tratamento Intensivo institucional.
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 07:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Perseguição termina em acidente e apreensão de 500 kg em drogas na BR-163]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/perseguicao-termina-em-acidente-e-apreensao-de-500-kg-em-drogas-na/462530/</link>
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				<description><![CDATA[Policiais militares do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR/BPMRv) apreenderam 558 quilos de maconha e haxixe marroquino, na madrugada deste domingo (22), na BR-163, em Caarapó, município localizado a 274 quilômetros de Campo Grande.

A droga estava acondicionada em tabletes e foi avaliada em mais de R$ 1 milhão.

Conforme apurado pela reportagem, os policiais realizavam policiamento na BR-163, quando suspeitaram de um Volkswagen Voyage, que visivelmente estava rebaixado de tão pesado.

Em seguida, a equipe deu voz de parada com sinais sonoros e luminosos, mas, o condutor do veículo desobedeceu e fugiu.

Logo, os militares o perseguiram por cinco quilômetros, quando o veículo suspeito perdeu o controle, saiu da pisa e foi parar em uma mata às margens da rodovia.

O autor desceu e fugiu a pé, não sendo localizado pelos policiais posteriormente. Não se sabe seu estado de saúde.

Ao todo, 557 quilos de maconha e 400 gramas de haxixe marroquinos foram localizados no interior do carro. O entorpecente e o veículo foram encaminhados à delegacia para procedimentos cabíveis.

TRÁFICO DE DROGAS

O tráfico de drogas é um problema crescente no Brasil.

Comércio, transporte e armazenamento de cocaína, maconha, crack, LSD e haxixe são proibidos no território brasileiro, de acordo com a Lei nº 11.343/2006.

Mas, mesmo proibidos, ainda ocorrem em larga escala em Mato Grosso do Sul. O Estado é conhecido como um vasto corredor no Brasil, devido à sua extensa fronteira com outros países. Com isso, é uma das principais rotas utilizadas para a entrada de substâncias ilícitas no país. 

O tráfico resulta em diversos crimes direta e indiretamente, como furto, roubo, receptação e homicídios.

Dados divulgados pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 549 kg de cocaína e 38.531 kg de maconha foram apreendidos, entre 1º de janeiro e 22 de fevereiro de 2026, em Mato Grosso do Sul

Em 2025, 14.651 quilos de cocaína, 538.750 quilos de maconha e 378 quilos de outras drogas foram apreendidos.

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 16:40:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Perseguição com caminhonete cheia de maconha acaba com motorista foragido]]></title>
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				<description><![CDATA[Ainda durante a manhã deste sábado, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) entrou em perseguição na BR-463 atrás de uma Toyota Hilux carregada de maconha. A fuga se estendeu por quilômetros até Dourados.

Segundo informações do Dourados News, os policiais estavam na BR-463 e apenas tentaram a abordagem com ordem de parada, mas a resposta imediata do motorista foi não obedecer e arrancar com a caminhonete.

Com isso a perseguição iniciou ali e correu por mais uns quilômetros por Dourados, até chegar no trevo de acesso a Laguna Carapã.

Homem abandonada caminhonete em fuga - Foto: Reprodução/DouradosNews/OsvaldoDuarte

No local, o motorista entrou para o Anel Viário Norte, e continuou a perseguição até uma distribuidora de bebidas, em seguida o condutor da caminhonete entrou em uma área dentro da Reserva Indígena e abandonou o veículo.

Ao localizar o automóvel, os policiais encontraram a caçamba recheada de tabletes de maconha. Apreendida pelos agentes, a Hilux foi levada para a Depac para registrar a ocorrência. O homem ainda não foi localizado e está foragido.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 09:20:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Golpe por telefone desvia mais de R$ 600 mil do Sicredi em MS ]]></title>
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				<description><![CDATA[Funcionários de uma agência do Sicredi, em Campo Grande, foram vítimas de um golpe aplicado por telefone em setembro do ano passado. O prejuízo para a cooperativa da capital de Mato Grosso do Sul é de R$ 665 mil. A Polícia Civil investiga o caso.

O estelionatário aplicou o golpe ao telefonar para a agência bancária, localizada no Bairro Nova Lima, e se passar por um técnico de tecnologia da informação (TI). A vítima do estelionato é a Cooperativa Sicredi Campo Grande.

O GOLPE

O criminoso fez contato pelo telefone da agência no dia 3 de setembro de 2025. Por volta do meio-dia, o telefone tocou, a estagiária atendeu e o estelionatário se identificou como integrante da equipe de suporte de tecnologia da informação do Centro Administrativo Sicredi (CAS).

Ao se apresentar como integrante do CAS, o golpista ganhou a confiança dos funcionários. A estagiária transferiu a ligação para o funcionário que estava trabalhando no caixa da agência. O criminoso então disse que precisava configurar a máquina utilizada pelo caixa para habilitar um novo procedimento de autorização de depósitos em espécie.

A estratégia do golpista deu certo, e o funcionário começou a fazer os testes, simulando – em tese – depósitos em contas. “Entre as instruções, o golpista sugeriu que fossem realizados depósitos em espécie, utilizando os dados fornecidos por ele (o golpista), como agência, conta, nome e valor”, narra o boletim de ocorrência que deu início ao inquérito que investiga o caso.

O caixa foi orientado a reiniciar o terminal a cada depósito de R$ 10 mil, valor que poderia ser feito sem a autorização do gestor. Os depósitos foram ocorrendo e, em dado momento, o golpista teve a informação – a investigação não narra se foi por meio do funcionário – de que o tesoureiro não estava na agência.

Foi então que o golpista disse ao caixa para ficar tranquilo, afirmando que, na ausência do tesoureiro, ele mesmo poderia autorizar depósitos superiores a R$ 10 mil. A ligação durou quase duas horas, e o criminoso chegou a ligar diretamente para o celular do funcionário. As simulações de depósito continuaram sendo feitas, mesmo com a troca de posto, quando uma funcionária substituiu o caixa que iniciou as primeiras operações.

Foram realizadas várias operações, sendo a maior delas no valor de R$ 70 mil. Todas tiveram como destino contas-correntes diferentes, de pessoas aleatórias. Ao todo, 16 contas foram beneficiadas com os valores desviados da agência.

O golpe só teve fim quando a funcionária considerou os valores incomuns e resolveu questionar a identidade do homem que disse trabalhar no CAS. Ele não conseguiu dar explicações plausíveis e o telefonema foi encerrado.

O criminoso, que agora a Polícia Civil tenta identificar, usava um telefone com DDD 46, da região sudoeste do Paraná. O valor desviado foi pulverizado em outras contas bancárias.

OUTRA COOPERATIVA

No ano passado, outra cooperativa, a Sicredi União MS, já havia sido alvo de golpistas em Campo Grande. O prejuízo, na época, foi de R$ 220 mil.

Segundo o boletim de ocorrência, transformado em inquérito, criminosos teriam clonado o telefone celular de um diretor da cooperativa e, passando-se por ele, iniciado contato com funcionários para solicitar transferências bancárias. A abordagem começou com mensagens enviadas a um assessor de recuperação de crédito, que repassou o contato do setor responsável pelos pagamentos.

A funcionária encarregada das operações financeiras recebeu pedidos para realizar três transferências a contas no Banco Will, totalizando R$ 220 mil. Acreditando tratar-se de uma solicitação legítima da diretoria, ela efetuou os repasses. Apenas depois surgiram suspeitas sobre a autenticidade do número utilizado pelos golpistas.

O dinheiro foi rapidamente pulverizado em outras contas, dificultando o rastreamento. A funcionária acabou demitida após o episódio. A Polícia Civil reúne depoimentos, comprovantes e registros de conversas para identificar os responsáveis pelo golpe.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 05:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Dupla pagou garrafa de bebida para homens invadirem e roubarem casa alugada]]></title>
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				<description><![CDATA[Na tarde desta terça-feira (17), a equipe de Força Tática da Polícia Militar prendeu três indivíduos, identificados como Daniel de Lucena Guedes, Alex Sander Alves dos Santos e Rudyclei de Moura, no bairro Jardim São Conrado, enquanto os autores furtavam uma residência.

Ao chegar no local, os militares fizeram uma varredura no terreno baldio que fica ao lado da residência, quando localizaram e abordaram Daniel nos fundos da propriedade, roubando duas cadeiras de nylon. O homem utilizou uma escada para pular o muro da casa e evitar o sistema de segurança.

Os policiais encontraram os outros dois envolvidos em um terreno baldio que fica em frente a residência. Alex Sander, ao notar a aproximação da equipe, passou a simular que realizava a limpeza do local. Rudyclei foi localizado e abordado nos fundos da propriedade, onde se encontrava escondido e deitado em um sofá velho, atrás de uma árvore.

Em entrevista, Rudyclei e Alex Sander relataram que um indivíduo em uma motocicleta branca, juntamente
com uma mulher de bicicleta que dizia ser a proprietária do imóvel, aproximaram-se deles, e informaram que o morador da residência não estaria pagando o aluguel.

Segundo o relato, como o imóvel estaria desocupado naquele momento, o homem na motocicleta deu a eles uma garrafa de bebida alcoólica como forma de pagamento para que invadissem o imóvel e deu autorização para roubarem quaisquer objetos.

Além das cadeiras de nylon, Daniel também tentou roubar uma roda de carro, porém quando percebeu a aproximação da equipe policial, pulou novamente para fora do quintal, buscando se esconder entre as folhagens do terreno baldio.

A vítima compareceu ao local e relatou que, ao perceber que sua residência estava sendo invadida, acionou
imediatamente o serviço de emergência pelo número 190. Por meio das imagens captadas pelas câmeras de
segurança, foi confirmada a entrada de Daniel na residência, bem como a permanência e movimentação de Alex Sander e Rudyclei em frente ao imóvel momentos antes da invasão.

Os autores foram conduzidos à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário Cepol (DEPAC/Cepol) para as providências legais cabíveis. O crime imposto foi o furto qualificado com abuso de confiança e mediante concurso de pessoas.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 18:05:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Homem reage a abordagem e acaba morto pelo Choque no interior]]></title>
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				<description><![CDATA[Homem, de 48 anos, popularmente conhecido como "Zaroio", morreu em confronto com policiais militares do Batalhão de Choque (BPMChoque), na manhã desta quarta-feira de Cinzas (18), em Rio Verde de Mato Grosso, município localizado a 203 quilômetros de Campo Grande.

Conforme apurado pela reportagem, os militares deram voz de abordagem ao indivíduo, mas, ele desobedeceu e disparou contra os policiais. Em seguida, os policiais revidaram, balearam e desarmaram o rapaz.

Ele foi socorrido pelos militares e encaminhado a unidade hospitalar do município, mas, não resistiu aos ferimentos e faleceu.

Em nota enviada à imprensa, o Choque não detalhou a dinâmica do confronto, ocasião, local e crime cometido momentos antes da abordagem. Coletiva de imprensa está marcada para as 15h30min desta quarta-feira (18) para detalhar o confronto.

Polícia Civil e Polícia Científica estiveram no local dos fatos para preservar o local, recolher os indícios do confronto e realizar a perícia.

"A ocorrência foi formalmente registrada, sendo adotadas todas as providências legais e administrativas pertinentes, incluindo a preservação do local dos fatos, acionamento da perícia técnica, apreensão dos instrumentos relacionados ao evento e comunicação às autoridades competentes, em observância aos protocolos institucionais", informou o Batalhão de Choque por meio de nota.

"Zaroio" tinha passagens pela polícia por tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, ameaça e indícios de vínculo com organização criminosa.

ESTATÍSTICA

Ao todo, 15 pessoas morreram em confronto com agentes de Estado, entre 1º de janeiro e 18 de fevereiro de 2026, em Mato Grosso do Sul.

Em 2025, foram 68 mortes. Desse número, 10 óbitos ocorreram em janeiro, 8 em fevereiro, 2 em março, 10 em abril, 4 em maio, 9 em junho, 4 em julho, 7 em agosto, 4 em setembro, 5 em outubro, 5 em novembro e 1 em dezembro.

Mortes registradas em confronto policial são classificadas como homicídio decorrente de oposição à intervenção policial.

O confronto entre forças de segurança governamentais e grupos armados ocorrem em situações de abordagem policial, roubos, flagrantes de tráfico de drogas, policiamento ostensivo em bairros, entre outras ocorrências.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 11:40:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Com apoio de helicóptero, PM mata um e prende três em área de mata]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/com-apoio-de-helicoptero-pm-mata-um-e-prende-tres-em-area-de-mata/462313/</link>
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				<description><![CDATA[Um homem morreu em confronto com policiais militares e três foram presos, na tarde desta terça-feira (17), em uma área de mata localizada no distrito de Anhanduí, a 60 quilômetros de Campo Grande.

Helicóptero do Grupamento de Operações Aéreas deu apoio à ocorrência para realizar varredura na mata e capturar os fugitivos Yann Gabriel Olivio dos Santos, Dayvison Henrique de Menezes Trindade e Jhony Fernandez Machado.

Após captura, o trio foi preso. A identidade do morto em confronto não foi divulgada.

Conforme apurado pela reportagem, a PM recebeu uma denúncia de que um Volkswagen Gol, branco, foi furtado em Anhanduí. Com isso, deslocou viaturas até o endereço e, quando os militares chegaram no local, localizaram o carro estacionado nas proximidades de um estabelecimento comercial.

Em seguida, os militares deram ordem de parada ao veículo com sinais luminosos e sonoros, mas, eles desobedeceram e dispararam contra os militares.

Foi possível observar que havia quatro homens dentro do carro. Na viatura, havia dois policiais, o que indicava desvantagem numérica.

Com isso, foi solicitado apoio e compareceram as equipes do 10° Batalhão de Polícia Militar (10°BPM), 6ª Companhia Independente de Polícia Militar (6ªCIPM), Batalhão de Choque (Canil-ROTAC-BPMChoque), Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e helicóptero (Grupamento de Operações Aéreas).

Vale ressaltar que os policiais enfrentaram dificuldades para acionar apoio, em razão da ausência de sinal de rádio digital e telefonia móvel, por se tratar de área rural desprovida de cobertura.

Ao acessarem a estrada MS-258, o grupo abandonou o veículo às margens da via e fugiram a pé em direção a área de mata. Logo, militares os perseguiram e foram recebidos a tiros. Para se defenderem, revidaram, balearam e desarmaram um dos integrantes.

Em seguida, levaram o ferido para uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Anhanduí.

Após o socorro, a equipe retornou ao local de mata com apoio de militares de batalhões e companhias independentes, além do helicóptero, para capturar os outros três que fugiram. O trio foi localizado, algemado e preso.

Polícia Civil, Polícia Científica e Investigador de Polícia Judiciária estiveram no local dos fatos para efetuar os procedimentos de praxe.

No local, foram apreendidos:


	um revólver calibre .32
	uma espingarda calibre 28
	um simulacro de arma de fogo
	uma faca


Foram recuperados:


	Volkswagen Gol, cor branca – no interior foram localizados diversos objetos provenientes de furto ocorrido em uma chácara no mesmo dia
	Fiat Uno, cor vermelha


Os indivíduos e objetos apreendidos foram encaminhados a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário do Centro Especializado de Polícia Integrada (DEPAC-CEPOL) e os automóveis recuperados foram levados para a Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DEFURV).

O caso foi registrado na DEPAC-CEPOL como:


	furto qualificado mediante concurso de pessoas
	morte decorrente de intervenção legal de agente do estado
	lesão corporal decorrente de intervenção legal de agente do estado
	homicídio, se praticado contra a autoridade ou agente descrito nos arts. 142 a 144 da constituição federal, integrantes do sistema prisional e da força nacional de segurança publica, no exercício da função ou em decorrência dela, ou contra seu cônjuge, companheiro ou parente consanguíneo ate terceiro grau, em razão dessa condição, na forma tentada
	porte ilegal de arma de fogo de uso permitido
	posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito


ESTATÍSTICA

Ao todo, 15 pessoas morreram em confronto com agentes de Estado, entre 1º de janeiro e 18 de fevereiro de 2026, em Mato Grosso do Sul.

Em 2025, foram 68 mortes. Desse número, 10 óbitos ocorreram em janeiro, 8 em fevereiro, 2 em março, 10 em abril, 4 em maio, 9 em junho, 4 em julho, 7 em agosto, 4 em setembro, 5 em outubro, 5 em novembro e 1 em dezembro.

Mortes registradas em confronto policial são classificadas como homicídio decorrente de oposição à intervenção policial.

O confronto entre forças de segurança governamentais e grupos armados ocorrem em situações de abordagem policial, roubos, flagrantes de tráfico de drogas, policiamento ostensivo em bairros, entre outras ocorrências.

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]]></description>
				
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 10:50:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF desmantela tráfico de drogas e armas em Dourados]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/pf-desmantela-trafico-de-drogas-e-armas-em-dourados/462093/</link>
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				<description><![CDATA[Polícia Federal cumpriu dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária, no âmbito da Operação Rota Cega, em Dourados, município localizado a 226 quilômetros de Campo Grande.

O foco é combater o tráfico transnacional de drogas e de tráfico internacional de armas.

A investigação partiu da apreensão de 4,5 toneladas de maconha e de um fuzil, em abril de 2025, em Três Lagoas (MS). Com o aprofundamento da investigação, a PF conseguiu chegar até duas pessoas envolvidas.

Na ocasião, celulares dos investigados foram apreendidos e posteriormente foram periciados e analisados pela Policial Federal.

TRÁFICO DE DROGAS

O tráfico de drogas é um problema crescente no Brasil.

Comércio, transporte e armazenamento de cocaína, maconha, crack, LSD e haxixe são proibidos no território brasileiro, de acordo com a Lei nº 11.343/2006.

Mas, mesmo proibidos, ainda ocorrem em larga escala em Mato Grosso do Sul. O Estado é conhecido como um vasto corredor no Brasil, devido à sua extensa fronteira com outros países. Com isso, é uma das principais rotas utilizadas para a entrada de substâncias ilícitas no país. 

O tráfico resulta em diversos crimes direta e indiretamente, como furto, roubo, receptação e homicídios.

Dados divulgados pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 20 kg de cocaína e 7.168 kg de maconha foram apreendidos entre 1º e 13 de fevereiro de 2026, em Mato Grosso do Sul.

Em 2025, 14.651 quilos de cocaína, 538.750 quilos de maconha e 378 quilos de outras drogas foram apreendidos.

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]]></description>
				
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 08:05:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Gaeco cumpre 76 mandados e afasta 5 servidores em 5 municípios de MS]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/gaeco-cumpre-76-mandados-e-afasta-5-servidores-em-5-municipios-de-ms/461923/</link>
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				<description><![CDATA[Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) cumpriu 76 mandados, na manhã desta terça-feira (10), durante a Operação Cartas Marcadas, em Campo Grande, Corguinho, Rio Negro, Rochedo e Terenos.

Dos 76 mandados, são


	46 mandados de busca e apreensão
	5 mandados de afastamento de cargos públicos
	22 mandados de proibição de contratar com o Poder Público
	3 mandados de suspensão de contratos vigentes com o Poder Público


Todos os mandados são expedidos pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS).

Em Campo Grande, os mandados são cumpridos em uma loja de materiais escolares e de escritório, localizada na rua 14 de julho, Vila Glória. Policiais militares do Batalhão de Choque e Gaeco amanheceram na porta do estabelecimento e impediram a entrada dos funcionários.

O advogado da loja, Nilton Ribeiro Júnior, confirmou ao Correio do Estado que os policiais e promotores estão cumprindo mandado de busca e apreensão de documentos, mas alegou que não dispõe de mais informações. Disse, também, que este mandado é somente mais um em uma série de decisões judiciais que estão sendo cumpridas em diferentes cidades de Mato Grosso do Sul.

A investigação aponta a existência de uma organização criminosa voltada à prática de crimes contra a Administração Pública, liderada por agentes políticos que atuavam como principais articuladores do esquema criminoso, nas prefeituras de Corguinho e Rio Negro.

A organização criminosa era composta por servidores públicos que forjavam a concorrência de licitações públicas, e, direcionavam os certames à empresas integrantes do esquema.

Nos últimos anos, os contratos somam R$ 9.000.000,00. As licitações corrompidas abrangem:


	Contratações diretas para aquisição de materiais de expediente, mediante dispensas indevidamente manipuladas
	Contratação de empresas para a execução de obras públicas, as quais eram iniciadas antes mesmo da formalização contratual


O Ministério Público (MPMS) adquiriu provas por meio do conteúdo extraído de alguns telefones celulares apreendidos, nas Operações Turn Off e Malebolge, que revelaram o modus operandi da organização criminosa. Com isso, foi possível chegar até os agentes políticos que dirigiam o esquema.

Batalhão de Choque (BPMChoque) e Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Militar, apoiaram a ocorrência nesta terça-feira (10).

“Cartas Marcadas”, termo que dá nome à operação, faz referência a um jogo previamente manipulado, em que o desfecho é conhecido antes mesmo do início.

No caso, as contratações sob apuração foram direcionadas de antemão às empresas investigadas, por meio de ajustes espúrios, para conferir aparência de lisura a uma escolha que já estava determinada.

Desde o começo do ano passado, operações do Ministério Público revelaram supostos esquemas de corrupção em Aquidauana, Água Clara, Rochedo, Três Lagoas, Coxim, Sidrolândia, Bonito, Jardim, Terenos, Miranda, Itaporã e Campo Grande.

@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@
]]></description>
				
									<media:content url="https://cdn.correiodoestado.com.br/img/c/300/300/dn_arquivo/2026/02/06-0226-0012-gaeco-operacao-cartas-marcadas-mv.jpg" medium="image"/>
				
				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 11:55:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pistoleiros atingem cabeça de mulher e deixa mais uma ferida na Avenida dos Cafezais]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/pistoleiros-atingem-cabeca-de-mulher-e-deixa-mais-uma-ferida-na/461801/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (PMMS) atendeu uma ocorrência na madrugada deste sábado (7), no bairro Jardim Centro Oeste, onde havia uma mulher com ferimento na cabeça dentro de um carro e uma outra vítima ferida na parte externa do veículo.

Ao chegar no local, a equipe teve que dispersar diversos populares que se encontravam dentro do carro e nas proximidades do veículo, o qual estava com nove perfurações.

Após o isolamento do local, as autoridades identificaram que a mulher ferida em estado grave com um disparo na cabeça era a estudante Raiane Marques Espíndola, de 22 anos.

Os policiais solicitaram apoio ao Corpo de Bombeiros Militar, que realizou os atendimentos pré-hospitalares no local. Posteriormente, Raiane foi encaminhada à Santa Casa.

Segundo informações de populares, mais duas pessoas estavam dentro do carro onde a moça estava. Felipe Pereira dos Santos, de 19 anos, não foi ferido e foi ele o responsável por conduzir Maria Clara Araújo Nunes, de 27, para uma unidade de atendimento médico.

As testemunhas relataram que as vítimas trafegavam em um veículo pela Avenida Cafezais, quando um outro carro de cor branca, ocupado por dois indivíduos encapuzados que os seguiam, passou a efetuar os disparos.

Relataram ainda que Felipe pulou do veículo, enquanto as duas mulheres permaneceram no interior do automóvel até o término dos disparos.

A equipe da Polícia Científica realizou os trabalhos periciais e localizou nove munições descarregadas, calibre 9mm, além de um carregador de pistola contendo aproximadamente 16 balas intactas. Até o momento, os dois criminosos não foram presos.

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]]></description>
				
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Sat, 07 Feb 2026 17:45:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula diz que vive 'melhor momento' político da Presidência e da relação com parlamentares]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/lula-diz-que-vive-melhor-momento-politico-da-presidencia-e-da/461757/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/lula-diz-que-vive-melhor-momento-politico-da-presidencia-e-da/461757/</guid>
				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que vive o seu "melhor momento do ponto de vista político", além de também se sentir melhor fisicamente em relação a mais de 20 anos atrás, quando foi eleito presidente da República. Lula afirmou que também é o melhor momento de relação com os parlamentares.


"Eu vivo meu melhor momento do ponto de vista político, do exercício da minha Presidência, da minha relação com os companheiros parlamentares de todos os partidos políticos. Não tenho inimigos. Só é meu inimigo quem quiser ser. E se quiser, seja de graça, porque não vou pagar para ser meu inimigo", afirmou o presidente durante entrega de ambulâncias e equipamentos do Novo PAC Saúde em Salvador (BA).



"Tenho 80 anos, hoje estou melhor fisicamente do que quando fui eleito presidente em 2003. Naquele tempo, andava na esteira a 4km/h cansando e bufando. Hoje, com 80 anos, ando a 6km/h, com 5º de inclinação, faço musculação porque determinei que vou viver até os 120 anos", afirmou.


Em seu discurso na cerimônia desta sexta-feira, 6, Lula cobrou prefeitos e militantes aliados que se engajem na disputa eleitoral deste ano a seu favor. Repetiu que será uma eleição da "verdade contra a mentira" e "do bem contra o mal".


"Este ano não é um ano de eleição. É o ano da verdade. É o ano em que a gente vai ter que provar que a verdade e o bem pode vencer o mal e a mentira. Cabe a vocês prefeitos, vereadores, dirigentes sindicais, mulheres e homens deste País não permitir que haja uma prevalência da mentira. Não é possível conviver com a quantidade de mentiras que essas pessoas falam todos os dias", declarou.


Lula disse que sua campanha será focada em fazer "comparação em cada área, tudo o que aconteceu no País depois do impeachment, três anos de (Michel Temer) e quatro da coisa que governou este País (Jair Bolsonaro)".


"Quero fazer comparação de qual foi o presidente que mais teve relação com prefeitos na história. Nunca perguntei para um prefeito que partido ele é. Isso não me interessa, o que me interessa é se a cidade dele está precisando, se tem um projeto bom", declarou.


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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 23:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Escala 6x1 não tem impacto fiscal, mas tarifa zero tem, diz Haddad, citando medida sustentável]]></title>
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				<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu nesta sexta-feira, 6, que o cumprimento de promessas de campanha seja feito de maneira responsável e com sustentação. O ministro citou a aprovação de projetos, como o aumento da isenção do Imposto de Renda para salários até R$ 5 mil.


"(Escutei): &#39;Haddad é uma promessa, tem de fazer e ponto&#39;. Eu sei, companheiro. Eu não estou dizendo que não vou fazer. Eu estou pedindo tempo para fazer direito (...) Vou trabalhar para a gente fazer uma coisa sustentável. Estou pedindo tempo para fazer bem feito", declarou o ministro em Salvador (BA), durante evento de celebração do aniversário de 46 anos do PT.


Em tom eleitoral, Haddad afirmou que o grupo cumprirá a "promessa de campanha do jeito certo", mas voltou a dizer que ainda estuda como mitigar a tarifa zero para transporte público antes de incluir no plano de governo.


"A escala 6x1 não tem impacto fiscal. Mas, por exemplo, as tarifas zero têm. Então, eu preciso desenhar um programa que tenha consistência. Se não tiver consistência, vai ter de voltar atrás. Agora, se for uma coisa consistente, sustentável, como é que vamos financiar o transporte público se não for por tarifa?", perguntou o ministro da Fazenda.


E continuou: "Tem jeito? Tem. Temos de desenhar isso. Não é uma coisa simples abdicar da tarifa para financiar um serviço público. Mas estamos trabalhando em cenários que permitirão ou não ao presidente incluir, ou não, essa proposta do seu plano de governo."

Haddad disse também que nenhuma medida da Fazenda visou à "concessão para A, B ou C", mas para construir uma trajetória sustentável dos indicadores econômicos.

Defesa das contas públicas

Afirmou ainda que sempre defendeu a reorganização das contas públicas. "Se eu estiver aqui ou na Faria Lima, vou estar falando a mesma coisa, porque senão você não vai ter credibilidade. Sou a favor, desde o começo do governo, da reconstrução das contas públicas."

Crítica à condução econômica do governo Bolsonaro

Haddad voltou a criticar a condução econômica do governo Jair Bolsonaro (PL) e afirmou que o Brasil não está numa "situação normal" de alternância de poder, por conta das medidas adotadas pelos adversários.


"Não estamos numa situação normal, em que você tem uma alternância no poder e você tem uma mudança de trajetória, mas consistente com uma visão de bem-estar, uma visão de enfrentamento das mazelas sociais", falou o ministro.
 


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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 22:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ladrão furta trailer, reage com chave de fenda e acaba morto por PM de folga]]></title>
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				<description><![CDATA[Homem, de 50 anos, foi morto por um sargento do Batalhão de Choque da Polícia Militar (BPMChoque), à paisana e de folga, na noite desta quarta-feira (4), no Jardim Carioca, em Campo Grande.

Conforme apurado pela reportagem, o rapaz furtou um pequeno comércio na região e saiu andando pela rua com uma sacola preta aparentemente pesada, quando, foi avistado pelo sargento.

De acordo com o boletim de ocorrência, o militar, de folga, se identificou como policial e deu ordem de abordagem, mas, o ladrão sacou uma chave de fenda da cintura e ameaçou o policial. Em seguida, o PM sacou a arma, baleou e desarmou o rapaz.

Ele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros (CBMMS), mas, não resistiu aos ferimentos e faleceu no local. Após o confronto, três viaturas do Batalhão de Choque e uma viatura de Rádio Patrulha (RP) apoiaram a ocorrência.

No local dos fatos, foram apreendidos uma chave de fenda com cabo amarelo e a sacola preta contendo várias bebidas, como um refrigerante Refriko Tubaína, quatro refrigerantes Refriko Uva, dois refrigerantes Fanta mini, oito refrigerantes Refriko Uva mini, oito refrigerantes Cola mini, dois refrigerantes Refrico laranja, dois refrigerantes Refriko Guaraná 500 ml e um pote de balas.

Todos esses itens foram furtados do trailer momentos antes do confronto e devolvidos aos proprietários, que compareceram a delegacia para confirmar o arrombamento e furto de bebidas.

O caso foi registrado como “ameaça” e “morte decorrente de intervenção legal de agente de Estado” na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário do Centro Especializado de Polícia Integrada (DEPAC-CEPOL).

ESTATÍSTICA

Dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 3 pessoas morreram em confronto com agentes de Estado, entre 1º de janeiro e 5 de fevereiro de 2026, em Mato Grosso do Sul.

Em 2025, foram 68 mortes. Desse número, 10 óbitos ocorreram em janeiro, 8 em fevereiro, 2 em março, 10 em abril, 4 em maio, 9 em junho, 4 em julho, 7 em agosto, 4 em setembro, 5 em outubro, 5 em novembro e 1 em dezembro.

Mortes registradas em confronto policial são classificadas como homicídio decorrente de oposição à intervenção policial.

O confronto entre forças de segurança governamentais e grupos armados ocorrem em situações de abordagem policial, roubos, flagrantes de tráfico de drogas, policiamento ostensivo em bairros, entre outras ocorrências.

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 08:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Mulher liga no 190 e simula 'agendar perícia no INSS' para pedir socorro]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/mulher-liga-no-190-e-simula-agendar-pericia-no-inss-para-pedir/461622/</link>
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				<description><![CDATA[Mulher, que não teve a identidade divulgada, ligou para a Polícia Militar via 190 para “agendar perícia no Instituto Nacional de Seguro Social (INSS)”, simulando um pedido de socorro, na tarde desta terça-feira (3), em Campo Grande.

Conforme apurado pela reportagem, na ligação, ela solicitou o atendimento no INSS e logo em seguida já informou o endereço de sua residência. Neste momento, o agressor estava em casa, próximo a ela, por isso ocultou a realidade dos fatos no diálogo.

De imediato, o policial percebeu que se tratava de um pedido de socorro velado e empenhou uma viatura da PM até o local.

Ao chegar na residência, os militares encontraram a vítima sob amparo dos vizinhos.

A mulher relatou que foi enforcada, agredida e ameaçada de morte com uma arma branca pelo companheiro. Durante a briga, ele quebrou o celular dela. Ela estava machucada nos braços.

O autor fugiu, mas logo em seguida foi localizado pelos policiais.

A vítima e o autor foram encaminhados à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) para as providências legais cabíveis.

Polícia Militar de Mato Grosso do Sul está atenta e é sensível em casos de pedido de socorro disfarçados, em situações onde mulheres, vítimas de violência doméstica, acionam socorro pedindo “pizza”, “lanche” ou “táxi”.

"A PMMS reitera seu compromisso com a proteção à mulher e orienta que denúncias de qualquer tipo de violência podem ser feitas imediatamente pelo telefone 190. Destacamos mais uma vez a importância da denúncia, sendo que nossos policiais estão preparados para atender da melhor forma possível", informou a PMMS por meio de nota enviada ao Correio do Estado.

Em 3 de setembro de 2025, ocorreu outro caso parecido: uma mulher, de 25 anos, ligou para a polícia pedindo um "táxi", em uma fazenda localizada na área rural de Vista Alegre, em Maracaju (MS).

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 11:45:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PM apreende 450 cápsulas de cocaína em ônibus interestadual]]></title>
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				<description><![CDATA[Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv) apreendeu 450 cápsulas (5,3 kg) de cocaína, neste sábado (31), no KM-02 da MS-040, em Campo Grande.

O entorpecente estava escondido em embalagens de alimentos e bebidas industrializadas e foi avaliado em R$ 397.500,00.

Conforme apurado pela reportagem, policiais militares realizavam ponto de bloqueio na MS-040, quando abordaram um ônibus interestadual de passageiros, que saiu de Corumbá (MS) com destino a São Paulo (SP).

Durante revista na parte interna do veículo, os militares perceberam que uma mulher apresentou comportamento suspeito ao se ausentar de sua poltrona no momento da abordagem.

Interrogada pelos policiais, ela apresentou intenso nervosismo e, então, os militares solicitaram que ela abrisse suas malas. Em seguida, centenas de capsulas de cocaína foram flagradas pelos policiais.

O material foi apreendido e encaminhado a Delegacia de Polícia Federal, em Campo Grande.

Já a mulher foi encaminhada a uma unidade de saúde para realização de exames médicos, sendo posteriormente apresentada à Polícia Federal em Campo Grande, juntamente com o entorpecente apreendido, para as providências legais cabíveis.

TRÁFICO DE DROGAS

O tráfico de drogas é um problema crescente no Brasil.

Comércio, transporte e armazenamento de cocaína, maconha, crack, LSD e haxixe são proibidos no território brasileiro, de acordo com a Lei nº 11.343/2006.

Mas, mesmo proibidos, ainda ocorrem em larga escala em Mato Grosso do Sul. O Estado é conhecido como um vasto corredor no Brasil, devido à sua extensa fronteira com outros países. Com isso, é uma das principais rotas utilizadas para a entrada de substâncias ilícitas no país. 

O tráfico resulta em diversos crimes direta e indiretamente, como furto, roubo, receptação e homicídios.

Dados divulgados pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 20 kg de cocaína e 7.168 kg de maconha foram apreendidos entre 1º e 30 de janeiro de 2026, em Mato Grosso do Sul

Em 2025, 14.651 quilos de cocaína, 538.750 quilos de maconha e 378 quilos de outras drogas foram apreendidos.
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Sun, 01 Feb 2026 17:40:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Influenciadora "Coach Irônica" é presa por descumprimento de medida protetiva]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/influenciadora-coach-ironica-e-presa-por-descumprimento-de-medida/461406/</link>
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				<description><![CDATA[A 4ª Vara da Violência Doméstica e Familiar de Campo Grande expediu, nesta sexta-feira (30), mandado de prisão preventiva contra Daniele Santana Gomes, conhecida nas redes sociais pela alcunha de "Coach Irônica". A decisão atende a um pedido do Ministério Público Estadual e a influencer foi presa hoje mesmo, no final da tarde.



Daniele Santana Gomes é investigada no âmbito da Lei Maria da Penha. O mandado de prisão fundamenta-se em descumprimento de decisão judicial que defere medidas protetivas de urgência.

O processo tramita em segredo de justiça, o que limita o acesso a detalhes sobre as circunstâncias exatas das agressões ou ameaças. No entanto, o documento revela que a defesa da acusada tentou ocultar informações sobre testemunhas, pedido que foi prontamente indeferido pela magistrada responsável pelo caso.

A juíza Tatiana Decarli, ao proferir a decisão, destacou a necessidade da prisão para garantir a efetividade das medidas cautelares e a proteção das vítimas e testemunhas.

"Diante do exposto, DEFIRO o pedido do Ministério Público para a decretação da prisão preventiva de Daniele Santana Gomes... Peças sigilosas à defesa técnica subsistem apenas quando há medidas cautelares pendentes de cumprimento, sendo tais informações cruciais para a efetividade da medida", registrou a magistrada no documento.

A decisão reforça que, embora o sigilo seja levantado após as diligências, o acesso imediato a certos documentos foi vedado para não comprometer a prisão.

A defesa de Daniele Santana Gomes ainda não se manifestou publicamente sobre a prisão.

Polêmica

A influencer Daniele Santana Gomes já esteve envolvida em polêmicas envolvendo perseguição e frases gordofóbicas. 

Um médico denunciou a influencer por afirmar que, em seus conteúdos, Daniele “não se limita a narrar inverdades, mas deliberadamente forja acusações falsas, lançando contra os querelantes insinuações torpes e infundadas, com o claro intuito de destruir sua honra e credibilidade, tanto em âmbito pessoal quanto profissional”. 

Em outro episódio, Daniele divulgou em suas redes sociais um conteúdo, o qual afirma que foi processada por Firmino Cortada, também influenciador. Ele a acusa de perseguição após a ex-professora da Rede Municipal publicar vídeo falando sobre influenciadores que receberam dinheiro para questionar a liquidação do Banco Master. 

Firmino também processou Daniele pelo uso indevido de sua imagem e cobra na Justiça o valor de R$ 15 mil. O caso corre na 10ª Vara Cível de Campo Grande



 Em consulta ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, o nome de Daniele Santana Gomes aparece pelo menos 20 vezes em processos que envolvem perseguição, calúnia ou difamação.  

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 19:45:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Homem é condenado a mais de 16 anos de prisão por estuprar a própria filha]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/homem-e-condenado-a-mais-de-16-anos-de-prisao-por-estuprar-a-propria/461400/</link>
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				<description><![CDATA[Um homem foi condenado a 16 anos e 4 meses de prisão pelo crime de estupro de vulnerável continuado contra a própria filha, após atuação do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio da 68ª Promotoria de Justiça de Campo Grande.

Segundo a denúncia oferecida pelo MPMS, os abusos ocorreram entre 2020 e 2025, período em que a vítima tinha entre 11 e 15 anos de idade. Ela relatou que toques inadequados começaram mais cedo, quando ainda tinha 9 anos.

O réu ameaçava a vítima psicologicamente e aproveitava-se de momentos em que a sua esposa estava dopada por medicamentos, em razão de um tratamento contra o câncer.

O crime só veio a ser revelado após a direção da escola questioná-la sobre seus atrasos frequentes e a menina confidenciar que sofria abusos sexuais. Ela explicou que os atrasos ocorriam porque a mãe a levava diariamente para a casa de uma tia para evitar que ficasse sozinha com o pai.

O Ministério Público requereu a condenação pelo crime de estupro de vulnerável, com agravantes por ser pai da vítima, pela continuidade dos atos e pelo contexto de relações domésticas. A Justiça acolheu a denúncia e sentenciou o réu à pena de 16 anos e 4 meses de reclusão em regime inicial fechado.

Além da pena, o réu deverá pagar uma indenização de R$ 5 mil à vítima por danos morais e teve decretada a perda do poder familiar sobre a filha.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 18:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PF apreende 50 kg de cocaína avaliados em R$ 3,7 milhões]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/pf-apreende-50-kg-de-cocaina-avaliados-em-r-37-milhoes/461384/</link>
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				<description><![CDATA[Polícia Federal apreendeu 50 kg de cocaína, nessa quinta-feira (29), em Bataguassu, município localizado a 310 quilômetros de Campo Grande.

O entorpecente é composto por pasta base e por cloridrato de cocaína e estava acondicionado em saquinhos transparentes.

Conforme apurado pela reportagem, a droga foi avaliada em aproximadamente R$ 3.750.000,00.

Durante fiscalização rotineira, os policiais deram voz de parada a um condutor e vistoriaram o veículo. Em seguida, localizaram o entorpecente na cabine.

O motorista foi preso e o veículo e entorpecentes foram apreendidos e encaminhados à unidade da Polícia Federal. O autor responderá pelo crime de tráfico de drogas.

TRÁFICO DE DROGAS

O tráfico de drogas é um problema crescente no Brasil.

Comércio, transporte e armazenamento de cocaína, maconha, crack, LSD e haxixe são proibidos no território brasileiro, de acordo com a Lei nº 11.343/2006.

Mas, mesmo proibidos, ainda ocorrem em larga escala em Mato Grosso do Sul. O Estado é conhecido como um vasto corredor no Brasil, devido à sua extensa fronteira com outros países. Com isso, é uma das principais rotas utilizadas para a entrada de substâncias ilícitas no país. 

O tráfico resulta em diversos crimes direta e indiretamente, como furto, roubo, receptação e homicídios.

Dados divulgados pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 20 kg de cocaína e 7.168 kg de maconha foram apreendidos entre 1º e 30 de janeiro de 2026, em Mato Grosso do Sul

Em 2025, 14.651 quilos de cocaína, 538.750 quilos de maconha e 378 quilos de outras drogas foram apreendidos.

As forças de segurança responsáveis em apreender entorpecentes são Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal (PF), Polícia Militar (PMMS), Polícia Civil (PCMS) e Guarda Civil Metropolitana (GCM).

@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 11:50:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ufólogo e ex-diretor da Fiems lideram ranking de multas milionárias do Ibama em MS]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/ufologo-ex-diretor-da-fiems-ranking-multas-milionarias-ibama-ms/461364/</link>
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				<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aplicou, no território de Mato Grosso do Sul, mais de R$ 14 milhões em multas por descumprimento da legislação ambiental em 2025.

Entre os maiores alvos das multas dos fiscais do órgão federal estão nomes e pessoas famosas no Estado, como a fazenda pertencente ao empresário que fez fama relatando avistamentos de extraterrestres e mantém uma “comunidade científica” no município de Corguinho, além de um ex-diretor da Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (Fiems), e fazendeiros envolvidos em incêndios no Pantanal, em Corumbá, no início de 2025.

Zigurats na berlinda

A maior multa aplicada pelos fiscais do Ibama em Mato Grosso do Sul no ano passado teve como alvo a Fazenda Projeto Portal, em Corguinho. O local é, na prática, a razão social da comunidade científica ligada ao empresário Urandir Fernandes de Oliveira.

O Projeto Portal é autodescrito como um “centro de pesquisas, turismo e vivência” e é famoso por abrigar a cidade chamada de Zigurats e por conexões, segundo seus idealizadores, com o avistamento de extraterrestres. A propriedade também é classificada como um “hotel-fazenda”, e os clientes escolhem o lugar por motivos místicos.

O local também é ligado à Associação Dakila Pesquisas, empresa que lidera uma gama de negócios de Urandir, que se diz cientista e ufólogo e possui uma distribuidora de vinhos e até mesmo uma fintech que vende criptomoedas, a BDM Digital.

O Ibama aplicou duas multas contra o Projeto Portal no ano passado: uma de R$ 5 milhões e outra de R$ 30 mil. Elas foram aplicadas no dia 30 de setembro do ano passado e estão em fase de homologação, com prazo de defesa aberto. A causa das multas está ligada a irregularidades no processo de licenciamento ambiental.

Ex-diretor da Fiems


O titular da segunda maior multa ambiental do ano passado é uma pessoa física: o empresário e ex-diretor de Relações Internacionais da Fiems, Aurelio Rolim Rocha.

O empresário vem se projetando como o proprietário da filial de Mato Grosso do Sul da Lide, empresa criada pelo ex-governador de São Paulo, João Doria, para organizar eventos que aproximam políticos, empresários e autoridades do Poder Judiciário, com um modus operandi similar à prática de lobby, embora esta não seja legalizada no Brasil.

O Ibama multou a fazenda de Aurelio Rolim Rocha em Porto Murtinho, por problemas relativos a desmatamento e ilegalidades no licenciamento ambiental. A multa totalizou R$ 3,84 milhões. Assim como a multa aplicada ao Projeto Portal, a autuação ao ex-diretor da Fiems ainda está em fase de homologação, com prazo de defesa aberto.

A multa contra Aurelio Rolim Rocha foi aplicada no dia 17 de outubro do ano passado, seis meses após ele ter sido anfitrião de um evento que organizou para tratar justamente do meio ambiente: o Fórum Lide COP 30, realizado em maio, em Bonito, e patrocinado por empresas como Cutrale e Vale. O evento teve apoio institucional do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e contou com convidados como o ex-presidente Michel Temer e o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, entre outras personalidades.

Aurelio Rocha deixou de constar no rol de diretores da Fiems em setembro do ano passado, quando veio a público que ele era alvo de inquérito no Ministério Público Federal por desmatar sua fazenda em Porto Murtinho.

A terceira maior multa também foi aplicada em Porto Murtinho, em outra propriedade da família Rocha, pertencente a Nilton Fernando Rocha Filho. A autuação também é de R$ 3,84 milhões, pelos mesmos motivos da multa contra o ex-diretor da Fiems e presidente da Lide em Mato Grosso do Sul.

Incêndio no Pantanal

Os titulares da terceira e da quarta maiores multas do Ibama em Mato Grosso do Sul no ano passado são os fazendeiros (e empresários) Fernando Fernandes e João Fernandes Filho. Em comum, além das multas milionárias, eles são investigados pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal por envolvimento em incêndios supostamente criminosos, que devastaram parte do Pantanal no ano passado.

As maiores multas contra ambos foram aplicadas no mês de abril do ano passado. A multa contra Fernando Fernandes é de R$ 3,5 milhões, e a de João Fernandes Filho, de R$ 2,51 milhões.

As multas, que também envolvem ilegalidades no licenciamento ambiental e danos ao meio ambiente, estão em fase de homologação, com prazo de defesa aberto.

Pneu queimado

Também integra a lista das maiores multas a empresa 7K Pirólise Ltda., localizada em Sete Quedas, no extremo sul de Mato Grosso do Sul. São duas multas contra a empresa: uma de R$ 2,55 milhões e outra de R$ 688 mil, aplicadas em julho e setembro do ano passado, também por danos ao meio ambiente.

As multas ocorreram depois de a unidade, que reaproveita pneus, ser alvo de várias denúncias de vizinhos e moradores da cidade, que se queixavam da fuligem, da queima de pneus e da poluição. O local não possuía licença ambiental para a atividade.

 

Ranking das maiores multas do Ibama em MS em 2025


	FAZENDA PROJETO PORTAL (Corguinho): R$ 5.010.500,00
	AURELIO ROLIM ROCHA (Porto Murtinho): R$ 3.840.000,00
	NILTON FERNANDO ROCHA FILHO (Porto Murtinho): R$ 3.840.000,00
	FERNANDO FERNANDES (Corumbá): R$ 3.500.500,00
	7K - PIROLISE LTDA (Sete Quedas): R$ 2.555.000,00
	JOÃO FERNANDES FILHO (Corumbá): R$ 2.510.500,00
	IGOR WIDER REZENDE (Jardim): R$ 820.500,00
	DOUGLAS FRANCO (Caarapó): R$ 875.000,00
	7K - PIROLISE LTDA (Sete Quedas): R$ 688.000,00
	DOUGLAS FRANCO (Bodoquena): R$ 501.500,00


 

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 04:50:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ladrão que furtava veículos com 'chapolin' é um dos mortos pelo Choque]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/ladrao-que-furtava-veiculos-com-chapolin-e-um-dos-mortos-pelo/461331/</link>
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				<description><![CDATA[S.S.C, de 30 anos, um dos mortos em confronto com policiais militares do Batalhão de Choque (BPMChoque) na noite desta quarta-feira (28), é integrante de uma quadrilha que usa o equipamento ‘chapolin’ para furtar veículos em estacionamentos.

O bloqueador de alarme &#39;chapolin&#39; é um dispositivo ilegal que emite ondas eletromagnéticas para interferir no sistema de travamento das portas de veículos, funcionando como um bloqueador de alarme.

Ele funciona de forma semelhante a um controle remoto, mas com intenção maliciosa, permitindo o não trancamento de veículos e acesso não autorizado a carros.

O criminoso que morreu no confronto é um dos autores do furto de uma caminhonete Hilux, em 30 de dezembro de 2025, no estacionamento do Shopping Campo Grande. O veículo foi recuperado pela polícia um dia depois, em 31 de dezembro, na saída para Terenos.

Também é autor do furto de Macbook/Ipad em um JeepCompass, em 19 de janeiro de 2026, no estacionamento do supermercado Comper do Jardim dos Estados.

“Ontem fui vítima de furto no estacionamento do Comper Jardim dos Estados. Levaram meu material de trabalho, prejuízo de mais de R$ 20 mil, iPad e MacBook novos. Entrei apenas para comprar pão, questão de cinco minutos. Conversando e ouvindo outros relatos, isso tem se tornado uma prática recorrente no local. Ao que parece usam bloqueadores de sinal de alarme”, afirmou a jornalista Catarine Sturza, vítima de furto.

"Ele utilizava aquele modus operandi de não deixar travar a caminhonete, um bloqueador de sinal para não travar. Ele pegou e entrou na caminhonete juntamente com o bando que atuava com ele ali. A caminhonete foi recuperada pela PRF lá em Terenos", explicou o Comandante do Batalhão de Choque, major Cleyton da Silva Santos.

S.S.C é evadido do sistema prisional e tem várias passagens pela polícia pelos crimes de furto qualificado, roubo majorado com concurso de pessoas, associação criminosa e posse ou porte ilegal de arma de fogo.

Ele e seu comparsa, G.G.L. de 27 anos, morreram em confronto com policiais militares do Batalhão de Choque (BPMChoque), na noite desta quarta-feira (28), no cruzamento das ruas Nelson Abraão Lemos e Amilcar Airton, Jardim Cerejeiras, em Campo Grande.

‘CHAPOLIN’

O bloqueador de alarme &#39;chapolin&#39; é um dispositivo ilegal que emite ondas eletromagnéticas para interferir no sistema de travamento das portas de veículos, funcionando como um bloqueador de alarme.

Ele funciona de forma semelhante a um controle remoto, mas com intenção maliciosa, permitindo o não trancamento de veículos e acesso não autorizado a carros.

Equipamento &#39;chapolin&#39; é parecido com um controle. Foto: Divulgação

Os bandidos usam um pequeno aparelho, muitas vezes parecido com um controle remoto comum, que funciona como um bloqueador ou "embaralhador" de sinais, que bloqueia o travamento automático de veículos sem deixar sinais de arrombamento.

Quando o motorista aciona o controle remoto do carro para trancar o veículo, o dispositivo "Chapolin" emite um sinal eletromagnético na mesma frequência, interferindo na comunicação e impedindo que as portas se travem.

Em casos assim, o motorista se afasta acreditando que o carro está trancado, mas o veículo permanece destrancado, permitindo que os criminosos entrem e furtem objetos de valor ou o próprio carro sem deixar sinais de arrombamento.

Para evitar esse tipo de golpe, é essencial sempre verificar fisicamente se o carro foi trancado após apertar o botão do controle, como o de portões de garagem, que tem uma pequena antena.

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 11:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Dupla morre em confronto com o Choque no Jardim Cerejeiras]]></title>
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				<description><![CDATA[Dois irmãos, identificados pelas iniciais G. G. L e S.S.C, de 27 e 30 anos, respectivamente, morreram em confronto com policiais militares do Batalhão de Choque (BPMChoque), na noite desta quarta-feira (28), no cruzamento das ruas Nelson Abraão Lemos e Amilcar Airton, Jardim Cerejeiras, em Campo Grande.

S.S.C é evadido do sistema prisional e tem várias passagens pela polícia pelos crimes de furto qualificado, roubo majorado com concurso de pessoas, associação criminosa e posse ou porte ilegal de arma de fogo. Ele também é integrante de uma quadrilha que usa o equipamento ‘chapolin’ para furtar veículos em estacionamentos.

G.G.L é custodiado, usa tornozeleira eletrônica e possui passagens por violência doméstica, furto qualificado, receptação, disparo de arma de fogo e roubo majorado.

Ambos morreram de uma vez só em uma mesma ocorrência.

De acordo com o Comandante do BPMChoque, major Cleyton da Silva Santos, a Polícia Militar recebeu simultaneamente várias denúncias, via 190, de furtos e arrombamentos de residências. Em uma das residências furtadas, os bandidos utilizaram pé de cabra para arrombar o portão.

Com isso, os militares iniciaram diligências em busca dos ladrões, os quais possivelmente estariam trafegando em um veículo Ford Ka, de cor branca, conforme flagrado em imagem de câmera de segurança.

Em patrulhamento no Jardim Cerejeiras, visualizaram um carro com características semelhantes e iniciaram a perseguição. Em determinado momento, dois dos quatro ocupantes desceram do veículo e fugiram a pé em uma área de mata. Os outros dois fugiram com o carro e não foram localizados.

Em seguida, os policiais realizaram varredura na região e localizaram os indivíduos. Os criminosos perceberam a aproximação policial, sacaram a arma e efetuaram disparos contra a equipe.

Os militares então atiraram contra a dupla, sendo ambos baleados e, posteriormente, desarmados. Eles foram socorridos, encaminhados a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Coronel Antonino e atendidos pela equipe médica, mas, não resistiram e faleceram no local.

No local dos fatos, foram apreendidas uma pistola calibre 765 com duas munições; revólver calibre 38, com seis munições e relógio da marca Tecnos, de cor dourada. As armas de fogo foram avaliadas em R$ 8 mil e recolhidas pela perícia.

ESTATÍSTICA

Dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 3 pessoas morreram em confronto com agentes de Estado, entre 1º e 29 de janeiro de 2026, em Mato Grosso do Sul.

Em 2025, foram 68 mortes. Desse número, 10 óbitos ocorreram em janeiro, 8 em fevereiro, 2 em março, 10 em abril, 4 em maio, 9 em junho, 4 em julho, 7 em agosto, 4 em setembro, 5 em outubro, 5 em novembro e 1 em dezembro.

Mortes registradas em confronto policial são classificadas como homicídio decorrente de oposição à intervenção policial.

O confronto entre forças de segurança governamentais e grupos armados ocorrem em situações de abordagem policial, roubos, flagrantes de tráfico de drogas, policiamento ostensivo em bairros, entre outras ocorrências.
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 09:46:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ex-mulher pede medida protetiva contra prefeito "mais louco do Brasil"]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/ex-mulher-acusa-pede-medida-protetiva-contra-prefeito-mais-louco-do/461257/</link>
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				<description><![CDATA[A ex-mulher do prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro (PL), acusa o mandatário de violência doméstica e requereu à Justiça a expedição de medida protetiva contra ele.

O pedido foi feito à Polícia Civil e consta em boletim de ocorrência registrado contra o prefeito do município, distante 292 quilômetros de Campo Grande. A vítima narrou aos policiais que eles estão separados há 16 dias e que conviveu com Juliano Ferro por seis meses.

Nesta segunda-feira (26), a vítima disse que retirou seus pertences da casa em que morava com Juliano e, depois, dirigiu-se a uma chácara, onde também havia objetos pessoais dela. Na chácara, após breve conversa, enquanto organizava suas coisas, o prefeito de Ivinhema teria pegado o telefone celular da vítima, um iPhone 17 Pro Max (modelo top de linha da Apple), e o quebrado ao bater o aparelho contra uma pedra do jardim.

A vítima afirmou aos policiais que iria a uma delegacia, ao que ele teria respondido: "pode ir, não vai dar em nada".

Ela pediu para representar criminalmente contra Juliano Ferro, solicitou medida protetiva e registrou boletim de ocorrência por violência doméstica.

Versão do prefeito

Nas redes sociais, onde se autoproclama "o prefeito mais louco do Brasil", Juliano Ferro apresentou sua versão dos fatos e minimizou o ocorrido narrado por sua ex-mulher. Ele confirmou os danos ao telefone celular, mas destacou: "Nem mesmo no boletim está escrito que eu agredi ela", disse a seus milhares de seguidores.

Ele também afirmou que nunca agrediu a ex-mulher e que buscava uma separação amigável, deixando-a livre para retirar seus pertences quando quisesse e propondo pagar o aluguel de um apartamento por aproximadamente três meses.


"Tivemos um desacordo lá, mas sempre assim, nunca agressão, nada. Aconteceram algumas coisas, mas nunca tivemos agressão nem de um lado, nem do outro", afirmou.


No vídeo, ele disse ainda que não há necessidade de medida protetiva, reiterando que, segundo sua versão, não houve agressão.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 20:28:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Dois morrem e três ficam feridos em confronto com a PM]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/dois-morrem-e-tres-ficam-feridos-em-confronto-policial/461226/</link>
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				<description><![CDATA[Dois homens morreram e três ficaram feridos em confronto com a Força Tática da Polícia Militar, na manhã desta terça-feira (27), na rua das Orquídeas, Jardim Pantanal, em Dourados, município localizado a 228 quilômetros de Campo Grande. As identidades dos cinco envolvidos não foram divulgadas.

Conforme apurado pela mídia local, os policiais deram voz de parada a um veículo Volkswagen Voyage, após uma possível execução na região do Parque das Nações, mas os ocupantes desrespeitaram, sacaram uma arma e dispararam contra a equipe policial.

Com isso, deu-se início a uma intensa troca de tiros. Em seguida, os cinco foram atingidos, sendo que um morreu na hora, outro morreu no hospital e três ficaram feridos e foram encaminhados ao Hospital da Vida. Nenhum policial ficou ferido.

Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Científica e funerária estiveram no local para isolar área, recolher indícios do confronto, realizar a perícia e retirar o corpo.

ESTATÍSTICA

Dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 3 pessoas morreram em confronto com agentes de Estado, entre 1º e 27 de janeiro de 2026, em Mato Grosso do Sul.

Em 2025, foram 68 mortes. Desse número, 10 óbitos ocorreram em janeiro, 8 em fevereiro, 2 em março, 10 em abril, 4 em maio, 9 em junho, 4 em julho, 7 em agosto, 4 em setembro, 5 em outubro, 5 em novembro e 1 em dezembro.

Mortes registradas em confronto policial são classificadas como homicídio decorrente de oposição à intervenção policial.

O confronto entre forças de segurança governamentais e grupos armados ocorrem em situações de abordagem policial, roubos, flagrantes de tráfico de drogas, policiamento ostensivo em bairros, entre outras ocorrências.

* Com informações de Dourados News

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 11:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Suspeito de aplicar golpe milionário em pecuaristas de MS vira alvo da polícia]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/suspeito-de-aplicar-golpe-milionario-em-pecuaristas-de-ms-vira-alvo-da/461207/</link>
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				<description><![CDATA[A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul abriu inquérito para investigar um golpe milionário contra vários pecuaristas do Estado, por meio da compra de gado com cheques sem fundo, confissões de dívida inadimplidas e recebimento de valores adiantados por animais que não foram entregues aos compradores, além de calotes em confinamentos e em parcerias conhecidas como “boitel”.

O suspeito de aplicar o golpe é G.S.P, de 33 anos, que se passou por pecuarista, arrematou animais em leilões, firmou parcerias em confinamentos, recebeu adiantamentos em vendas de gado e, agora, não é encontrado pela Justiça para responder às várias execuções, ações monitórias e outros processos judiciais ajuizados pelas vítimas.

O total do calote ultrapassa R$ 8 milhões, segundo informações preliminares que constam no inquérito aberto pela Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Defraudações, Falsificações, Falimentares e Fazendários (Dedfaz), em Campo Grande.

Além disso, G.S.P também deixou passivos em bancos, a maioria deles cooperativas de crédito. Ele é cobrado pelo Sicredi, onde há duas ações que somam aproximadamente R$ 500 mil, referentes a um empréstimo não quitado, além de cerca de R$ 14 mil em dívidas de cartões de crédito. O Sicoob de Aquidauana também cobra o suposto pecuarista por uma dívida de R$ 28 mil.

O maior “tombo” supostamente aplicado por G... foi contra produtores rurais e empresas de confinamento, como a Santa Clara e a Monza.


“Os fatos teriam ocorrido, em sua maioria, no período compreendido entre janeiro e maio de 2025, envolvendo múltiplas negociações no mercado de gado bovino, com prejuízo global noticiado superior a R$ 8 milhões, atingindo diversos produtores rurais no Estado de Mato Grosso do Sul”, afirma o delegado Carlos Eduardo Trevelin Millan, no inquérito aberto no fim do mês passado para investigar crimes como estelionato, ocultação de bens e lavagem de dinheiro.


O modus operandi de G... era a alavancagem. Ele realizava grandes compras de animais e tentava quitá-las com valores obtidos em revendas dos mesmos animais. No intervalo entre uma compra e outra, deixava as rezes em confinamentos e boitéis. Nesse período, acumulou dívidas com todos eles.

Nos processos judiciais, os autores informam diferentes endereços de residência de G..., dois deles no condomínio Damha II, em Campo Grande, e no bairro Pioneiros, também na Capital. Há ainda um endereço em Aquidauana.

Os oficiais de Justiça, na maioria dos processos, ainda não conseguiram encontrá-lo. Em mais de uma dezena de ações contra G..., o Poder Judiciário não conseguiu apreender bens patrimoniais, como carros, sítios ou fazendas, nem mesmo encontrou somas relevantes em suas contas bancárias. 

Rombo milionário

Uma das vítimas de G... é o pecuarista G.S. A. Em março de 2025, ele vendeu 300 animais para G.P, que pagou a transação com um cheque no valor de R$ 866,5 mil.

Antes do depósito do cheque, o suspeito de estelionato pediu ao vendedor que não o apresentasse, alegando não ter o dinheiro em conta, e propôs o pagamento por meio de uma confissão de dívida, com parcelamento do valor.

Eles buscaram então uma solução amigável e repactuaram a transação em um novo valor, de R$ 896 mil, dividido em seis parcelas. G.P, no entanto, não honrou nenhuma delas.

Depois de constatar o golpe, G.S.A. descobriu uma prática sistemática de negócios fraudulentos envolvendo G.P.

Os supostos golpes praticados por G..., cujas informações já estão em posse da Polícia Civil, são os seguintes: calote de R$ 479 mil pela compra não paga de 85 vacas; um prejuízo de R$ 1 milhão ao pecuarista R.B. de C., de quem G... recebeu valores antecipados por 679 bezerros que nunca foram entregues.

Há ainda a cobrança de R$ 778,2 mil do pecuarista L.B.S.F., referente a um contrato de hotelaria de gado (boitel) envolvendo 383 vacas.

C.A.M. também cobra G... em R$ 238 mil. Ele foi avalista de uma nota promissória inadimplida pelo investigado. 

C.G.R.C.S. cobra R$ 230 mil, valor referente a um adiantamento para compra de gado, formalizado por meio de confissão de dívida.

Também consta um cheque sem fundos no valor de R$ 416 mil entregue por G... a L.A.C.F., além da maior dívida registrada até o momento: três cheques sem fundos que totalizam R$ 1,5 milhão, emitidos em favor de L.A.C.N.. 

Para a Agropecuária Tereré (Monza), são dois cheques sem fundos que somam R$ 726,1 mil.

A pecuarista Â.F. também pagou adiantado por bezerros comprados de G..., que não foram entregues. Ela cobra R$ 277 mil na Justiça, prejuízo remanescente da operação.

A dívida cobrada por T. C.M.S.M. é de R$ 585,5 mil e tem origem em inadimplência em contrato de parceria pecuária.

G... também não pagou R$ 242 mil pela compra de bovinos do pecuarista João Antônio, nem R$ 802 mil devidos a J.Q.. Nos dois casos, os animais foram pagos com cheques sem fundos.

Há ainda valores cobrados pelo dono do Confinamento Santa Clara, localizado entre Campo Grande e Terenos.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 05:50:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Vítima de ameaças, mulher de 63 anos é morta a pauladas pelo ex-companheiro]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/vitima-de-ameacas-mulher-de-63-anos-e-morta-a-pauladas-pelo/461128/</link>
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				<description><![CDATA[Uma mulher identificada como Rosana Candia, de 62 anos, foi morta a pauladas pelo ex-companheiro, Antônio Lima Ohara, de 73 anos, neste sábado (24), no bairro Guarani, em Corumbá.

Após matar a vítima, o homem teria deixado o local de bicicleta e, conforme informações do site Diário Corumbaense, foi localizado e preso pela polícia no bairro Guanandi.

Em conversa com a reportagem do Diário Corumbaense, o delegado titular do Cartório de Homicídios de Corumbá, Fillipe Araújo Izidio Pereira, relatou que o suspeito foi localizado na casa de um familiar, e a prisão ocorreu três horas após o crime.


“Sabemos que eles estavam separados, mas o autor sempre a ameaçava; porém, ela nunca quis registrar boletim de ocorrência. Hoje, ele foi à casa dela", disse o delegado e completou:

"Vizinhos ouviram quando ela tentou gritar para que as agressões cessassem, mas ele a matou. Aparentemente, usou um objeto contundente, que ainda não conseguimos identificar”.


O socorro chegou a ser acionado, mas, quando a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou ao local, o óbito já havia sido constatado.


“O autor fugiu após o crime, usando uma bicicleta. Foram feitas diligências, e o encontramos na casa de um parente. Ele tentou resistir à prisão, mas foi contido. Agora vamos concluir o auto de prisão em flagrante e pedir a prisão preventiva”, revelou o delegado.


No momento da prisão, o homem não comentou o caso e ainda fez ameaças à equipe policial, alegando ser uma “pessoa influente”. Este é o primeiro caso de feminicídio registrado em 2026 em Corumbá.
 

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 08:22:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[GOI prende integrante do Comando Vermelho que se escondia em MS]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/goi-prende-integrante-do-comando-vermelho-que-se-escondia-em-ms/460989/</link>
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				<description><![CDATA[O Grupo de Operações e Investigações (GOI) cumpriu mandado de prisão preventiva de um dos integrante da facção Comando Vermelho, foragido desde a última operação de combate à organização criminosa.

Foto: Divulgação PCMS

Identificado como Hurric Patric Duarte Ramos Fernando, de 25 anos, o homem já tinha passagens policiais por tráfico de drogas, além do envolvimento.

A prisão faz parte da Operação Cartório Central, que foi uma ofensiva à facção criminosa no Estado e em todo o país, com mira no combate a prática dos crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, extorsão, agiotagem e controle territorial, em Primavera do Leste (MT) e região.

Ao todo foram 471 ordens judiciais, sendo 225 apenas de prisão preventiva. Entre eles Hurric Patric, que esteve foragido desde 14 de janeiro, quando a operação foi deflagrada. Localizado no Bairro Jardim Campo Alto em Campo Grande, na região do Universitário, o homem foi capturado pelo GOI na última quarta-feira (21), com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso.

Além de Mato Grosso do Sul, e Mato Grosso, onde fica a cidade que foi foco da operação, também houve mandados judiciais que estão sendo cumpridos no Acre, Goiás, Pará e São Paulo, com apoio das polícias civis dos respectivos estados.

Cartório Central

Operação Cartório Central sendo cumprida em Mato Grosso - Foto: Christiano Antonucci/Secom MT

As investigações da Operação Cartório Central começaram há pouco mais de um ano e identificaram o grupo que mantinha uma estrutura criminosa altamente organizada, com hierarquia, divisão de funções, controle financeiro próprio e logística para o tráfico de drogas e outros crimes.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 12:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Polícia apreende medicamento abortivo que seria entregue pelos Correios]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/policia-apreende-medicamento-abortivo-que-seria-entregue-pelos/460981/</link>
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				<description><![CDATA[Policiais civis apreenderam o medicamento abortivo Misoprostol, popularmente conhecido como Cytotec, nesta quarta-feira (21), em Chapadão do Sul, município localizado a 331 quilômetros de Campo Grande.

O remédio estava sendo enviado pelo Correios.

Conforme apurado pela reportagem, os policiais receberam uma denúncia sobre o envio regular do produto.

A partir disso, o Setor de Investigações Gerais (SIG) monitorou a remessa, do despacho até a entrega.

Quando o produto chegou no endereço, os policiais abordaram o destinatário, apreenderam o remédio e impediram que o produto fosse ingerido. A pessoa envolvida foi conduzida à delegacia para prestar esclarecimentos.

A Delegacia de Polícia Civil de Chapadão do Sul descartou qualquer procedimento abortivo, tratando-se de conduta em fase preparatória, o que afastou, naquele momento, a caracterização de flagrante delito.

Autoridades competentes irão investigar a origem do medicamento e de onde veio.

CYTOTEC (MISOPROSTOL)

Cytotec é o nome comercial do Misoprostol, medicamento usado para prevenir úlceras gástricas causadas por anti-inflamatórios não esteroides (AINEs). Deve ser consumido por pacientes com problemas estomacais.

Também possui uso em obstetrícia para induzir parto ou provocar aborto. Com isso, seu comércio é ilegal e está proibido no Brasil.

Apesar de sua eficácia, seu uso indevido representa riscos à saúde, especialmente quando não supervisionado por profissionais de saúde. A automedicação com o Misoprostol é considerada crime no Brasil, pois se caracteriza como aborto ilegal.

O medicamento é utilizado em casos de aborto legal, que pode ocorrer em seguintes situações:


	Gestação decorrer de violência sexual
	Gravidez representa risco à vida da mulher
	Quando há anencefalia (ausência parcial ou total do encéfalo e/ou má-formação craniana)


Os efeitos colaterais são:


	Diarreia
	Dor de cabeça
	Dor de estômago
	Gases
	Vômito
	Constipação
	Indigestão


O medicamento é contraindicado à pessoas com problemas cardíacos, doença inflamatória intestinal e em casos de desidratação.

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 09:45:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Polícia prende filho que matou o pai em Campo Grande]]></title>
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				<description><![CDATA[A Polícia Civil prendeu, na tarde desta quarta-feira (21), Adriano do Couto Marques, de 40 anos, acusado de matar o próprio pai, Romário Paes Cardoso, com cinco tiros na cabeça, no bairro Jardim Colúmbia, no último domingo (18), após uma discussão familiar.

Embora pai e filho morassem em imóveis vizinhos, a relação entre eles era conturbada. No domingo, a discussão começou após uma bola, chutada pelo filho do criminoso, cair no terreno do avô, o que desencadeou o desentendimento que culminou no homicídio.

Após o crime, o Adriano fugiu levando a arma de fogo utilizada. Na tarde de ontem (20), ele compareceu à delegacia, porém não foi preso naquele momento, pois a Polícia Civil aguardava a decisão judicial do pedido de prisão preventiva, formulado por Bárbara Alves, delegada responsável pela investigação.

No decorrer das apurações, familiares da vítima passaram a rondar a residência de parentes da esposa do investigado, o que gerou preocupação das autoridades quanto à possibilidade de novos episódios de violência.

O homem foi indiciado por homicídio qualificado pelo motivo fútil e por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido.

Crime

Um homem, identificado como Romário Paes Cardoso, foi morto a tiros na cabeça, disparados pelo próprio filho, na tarde deste domingo (18), na Rua Guia Miçu, no Jardim Columbia, em Campo Grande.

De acordo com o delegado de Polícia Civil, Felipe Rossato, informações preliminares, apuradas no local com testemunhas, apontam que a discussão que culminou no assassinato começou por conta de uma bola.

Pai e filho eram vizinhos, e moravam em terrenos e casas separadas, mas uma ao lado da outra.

No fim da manhã, o filho do suspeito, que é neto da vítima, estava brincando de bola no quintal, quando em determinado momento a bola acabou indo parar na casa do avô, que se recusou a devolver.

O pai da criança, filho da vítima, foi então até a casa do pai tirar satisfações, quando se iniciou a discussão.


"Parece que o avô já tinha uma rixa com o filho e parece que eles se negaram a devolver essa bola. Se iniciou uma discussão e, a partir dessa discussão, o autor foi em casa, pegou a arma de fogo e efetuou alguns disparos contra a vítima", disse o delegado.


Ainda conforme o delegado, a perícia irá dizer quantos disparos foram efetuados, mas que teriam sido "vários".

"A informação que eu tenho é que ele deu o primeiro disparo, quando percebeu que não estava morto, estava agonizando, ele deu mais disparos", acrescentou Rossato.

O crime aconteceu na frente de várias crianças e os tiros foram disparados na cabeça da vítima. 

O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas quando chegou ao local o homem já estava morto.

Após o homicídio, o filho fugiu em uma moto e, até a publicação desta reportagem, não foi localizado. Equipes do Grupo de Operações e Investigações (GOI) da Polícia Civil fazem buscas pelo suspeito.

De acordo com o delegado Felipe Rossato, informações preliminares de testemunhas, que ainda serão apuradas, é de que o pai era um homem violento e já teria passagem por homicídio, enquanto o filho também foi apontado como uma pessoa violenta, mas sem registro policial. 


"São informações preliminares, a gente não fez checagem, eu não fiz nenhuma consulta ao sistema e não posso confirmar nenhuma passagem que ele tem", ressaltou Rossato.


O caso será registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), mas deverá ser redistribuído posteriormente para investigação da delegacia da área.

Assine o Correio do Estado

 
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 17:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ciúme, rastreamento e assassinato: como foi a tragédia na Luigi Salgados]]></title>
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				<description><![CDATA[O gerente da Luigi Salgados, Eduardo Araújo, 32 anos, que se matou no início da tarde desta quarta-feira (21) após matar o patrão, André Luis Mitidiero, 49, dono da mesma empresa, não aceitava o fim do relacionamento com a ex-mulher, Juliana Carolina Albuquerque.

A motivação do crime seria um suposto caso entre Juliana e André, conforme relatos de funcionários da empresa, que presenciaram os corpos dos dois no chão enquanto acompanhavam o trabalho da polícia no local do crime.

A primeira constatação dos policiais que estiveram no local é de que Eduardo agiu com premeditação. Separado de Juliana desde outubro de 2025, mas com o relacionamento em crise há muito mais tempo (desde fevereiro, conforme uma pessoa que conhecia ambos), Eduardo Araújo teria colocado um rastreador no veículo da ex-mulher.

Foi por meio desse rastreamento que ele teria formado a convicção de um relacionamento entre a ex e André. Com Juliana, Eduardo Araújo tinha três filhos, duas meninas e um menino.

No último storie que postou no Instagram, ainda na manhã desta quarta-feira, a mensagem trazia a seguinte frase em meio a um diálogo: “quanto mais a gente quer uma pessoa, menos a gente tem (sic)”.

Eduardo Araújo surpreendeu André Luis Mitidiero no início do intervalo desta terça-feira, quando o golpeou com dez golpes de faca. Em seguida, usou a mesma faca para golpear o próprio peito, apoiando a faca em uma pilastra e pressionando o corpo contra ela.

Ambos morreram no chão da empresa, onde trabalharam juntos, juntamente com Juliana.

O caso será investigado pela Polícia Civil.
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 16:28:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[MS bate meta de vacinação em mais da metade das vacinas obrigatórias em 2025]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/meta-de-vacinacao-em-ms/460932/</link>
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				<description><![CDATA[Mato Grosso do Sul alcançou a meta de cobertura vacinal em 11 das 19 vacinas disponíveis no calendário de vacinação no ano de 2025. 

De acordo com dados do Ministério da Saúde, a meta é de aplicação dos imunizantes em 95% ou mais dos grupos-alvos. As vacinas que alcançaram os resultados esperados foram:

Em recém-nascidos


	BCG - 109%
	Hepatite B - 108,28%


Em crianças menores de 1 ano


	Hepatite B - 95,10%
	DTP - 96,42%
	Polio Injetável (VIP) - 96,30%
	Pneumo 10 - 103,43%
	Meningo C - 100,03%
	Rotavírus - 100,65%
	Tríplice Viral (1ª dose) - 100,82%
	Pneumo 1o (1º reforço) - 97,22%
	Meningocócica Conjugada (1º reforço) - 97,23%


Para o governo do Estado, os investimentos e ações estratégicas de vacinação ao longo do ano contribuíram para o avanço da imunização, que chegou a locais estratégicos através, também, de recursos destinados pelo Ministério da Saúde voltado à melhoria das coberturas vacinais. 

Em 2025, foram ampliados os horários de funcionamento das salas de vacinação das unidades de saúde e adquiridas 10 unidades móveis, os “vacimóveis”, totalmente equipados para levar vacina a locais de grande circulação e pontos estratégicos. 

Corumbá, Inocência, Japorã, Porto Murtinho, Miranda e Paranaíba foram as cidades que já receberam as unidades móveis entre os meses de novembro e dezembro como um projeto piloto. Os veículos serão utilizados nas principais campanhas estaduais e nacionais programadas para 2026. 

Também foram intensificadas as campanhas de vacinação nas escolas, como a campanha estadual “Aluno Imunizado”, que envolveu alunos, professores e equipes de saúde, com foco em ampliar a cobertura vacinal entre crianças e adolescentes. 

Através das ações, Mato Grosso do Sul atingiu a marca de 100 pontos no Ranking de Competitividade dos Estados em 2025, a nota máxima, consolidando o Estado como líder nacional em vacinação. 

Ao todo, no ano passado, foram aplicadas 2.699.021 doses de imunizantes em todo Mato Grosso do Sul. As maiores doses se concentraram na faixa etária de 1 ano a 17 anos de idade. 

Campo Grande

Na Capital, apenas as vacinas BCG (111%), Pneumocócica 10-valente (96,50%), Hepatite B (90,61%) e Rotavírus (93,32%) superaram a meta de cobertura do Ministério da Saúde

Apesar das iniciativas da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), como a extensão dos horários de atendimento nos postos de saúde e a oferta de vacinação em pontos estratégicos aos finais de semana e feriados, a adesão da população não foi a esperada, resultando em índices baixos de adesão na maior parte dos imunizantes. 

As menores taxas de vacinação ficaram com as vacinas contra Covid (1,02%), Hepatite B (66,59%), Febre Amarela (75,68%), Varicela (76,08), segundo retorno da Tríplice Viral (77,02%) e o primeiro retorno da tríplice bacteriana (77,60%). 
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 16:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ciúme da ex leva funcionário a matar patrão e se matar em seguida em MS]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/ciume-da-ex-leva-funcionario-a-matar-patrao-e-se-matar-em-seguida-em/460940/</link>
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				<description><![CDATA[O empresário André Luis Mitidiero, de 46 anos de idade, foi assassinado pelo próprio funcionário, Eduardo Araújo, 32 anos, dentro de uma das filiais da Luigi Salgados, na Avenida Julio de Castilhos, no Jardim Imá, em Campo Grande. 

Mitidiero, foi assassinado com mais de dez facadas por Eduardo Araújo, que na sequência se matou. 

Testemunhas do crime acreditam que o suposto envolvimento de Mitidiero com uma funcionária, ex-mulher Araújo, tenha sido a motivação do assassinato. 

O tenente do Corpo de Bombeiros, Dermival Caldeira, que esteve no local para socorrer às vítimas, disse que Araújo já estava morto quando chegou. Houve trabalho para tentar reanimar Araújo mas a gravidade do golpe de faca (no coração) tirou a vida do empresário. 


“Em nossa chegada vimos uma cena muito triste e impactante, pela quantidade de sangue ao redor (da cena do crime)”, descreveu o bombeiro.


O Correio do Estado apurou que Eduardo Araújo trabalhava na Luigi há aproximadamente 4 anos, sendo o gerente de uma das unidades. Ele estaria monitorando sua ex-mulher e desconfiava que ela teria um envolvimento o empresário. 

O crime ocorreu por volta das 13h10min, horário de intervalo da empresa. 

A Luigi, empresa que tem uma rede de produção de salgados além de uma pizzaria, é um dos maiores restaurantes da região Oeste de Campo Grande, e também tem unidades em outros bairros da cidade. 

O caso será investigado pela Polícia Civil. 
]]></description>
				
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 15:23:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Durante apreensão, homem morre em confronto com DOF]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/homem-morre-em-confronto-com-dof-durante-apreensao/460927/</link>
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				<description><![CDATA[Um homem foi morto durante apreensão realizada pelo Departamento de Operações de Fronteira (DOF), no município fronteiriço com o vizinho Paraguai, Ponta Porã, na noite da última segunda-feira (19). O suspeito teria tentado fugir, mesmo após o veículo capotar.

De acordo com informações do site Dourados Agora, o homem tinha 41 anos, e foi abordado durante um bloqueio policial que acontecia na BR-463. Ao receber ordem de parada, o envolvido teria avançado com a caminhonete em direção a equipe dos policiais e fugiu em alta velocidade.

Após a tentativa de atropelamento, o condutor perdeu o controle do veículo de modelo Toyota Hilux, saiu da pista e capotou. Os policiais que estavam acompanhando a caminhonete relataram que o homem teria disparado contra eles após sair do carro capotado e continuar a fuga a pé.

De acordo com as informações, com isso houve a troca de tiros entre os agentes do DOF e o homem, que foi baleado. Ele ainda teria sido socorrido e levado ao Hospital Regional de Ponta Porã, o mais próximo do local, mas não resistiu aos ferimentos e morreu logo em seguida. 

Segundo o DOF, a caminhonete carregava mais de 1.800 quilos de maconha, e o veículo teria sido roubado anteriomente, em 2024, em Sertãozinho, município de São Paulo e utilizava placas falsas.

Ainda de acordo com os policiais, a arma que foi utilizada pelo homem era uma pistola calibre 9 milímetros. O envolvido não foi identificado e também não foram divulgadas informações sobre sua cidade de origem.

A droga apreendida, assim como o veículo, foram apreendidos e encaminhados à Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron). O caso segue sendo apurado para esclaricimento do confronto e da origem da carga.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 12:29:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Prazo para aderir fatura com preço fixo na conta de luz encerra na sexta-feira]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/prazo-para-aderir-a-fatura-com-preco-fixo-na-conta-de-luz-encerra-na/460895/</link>
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				<description><![CDATA[A adesão à nova modalidade de cobrança do Plano Fixo, lançado pela Energisa MS, encerra nesta sexta-feira, 23 de janeiro. O objetivo do projeto é oferecer previsibilidade ao consumidor, transformando um gasto variável em um valor mensal estável.

As vagas são limitadas e o início do faturamento fixo está previsto para feveiro de 2026. Para se inscrever, deve acessar o link do site https://www.energisa.com.br/plano-fixo e seguir as orientações.

De acordo com a presidente do Conselho de Consumidores da Área de Concessão da Energisa Mato Grosso do Sul (Concen-MS), Rosimeire Costa, não há mudança na tarifa, mas na forma de cobrar.

"O valor da fatura é calculado com base no consumo médio dos últimos 12 meses de cada cliente. A proposta é dar mais controle para o orçamento familiar e evitar sustos na conta de luz", afirmou Rosimeire.

Segundo ela, o modelo busca aliviar, ao longo do ano, os efeitos de meses de consumo mais elevado, como ocorre nesta época do ano.

"Janeiro costuma pesar no bolso das famílias por causa do calor e do uso maior de aparelhos. Com o Plano Fixo, esse consumo a mais é distribuído nos outros meses, trazendo equilíbrio financeiro", disse.

Rosimeire também destacou que o projeto não impõe fidelidade ao consumidor. "Quem aderir pode voltar ao modelo convencional a qualquer momento. E no final do período escolhido, se gastar menos do que o valor pago, recebe crédito; se gastar mais, paga apenas a diferença. É uma experiência controlada e transparente", explicou.

Projeto e participantes

O Plano Fixo integra o Sandbox Tarifário da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que permite testar novas modalidades tarifárias em ambiente regulado.

Em Mato Grosso do Sul, a iniciativa está disponível para consumidores residenciais com pelo menos 12 meses de histórico de faturas junto à Energisa MS, que não sejam beneficiários da Tarifa Social nem possuam geração distribuída.

Podem participar moradores de Campo Grande, Dourados, Ponta Porã, Corumbá, Paranaíba, Nova Andradina, Aquidauana e Coxim. A adesão é feita de forma totalmente digital, pelo aplicativo Energisa ON ou pela agência virtual da distribuidora.

Os interessados podem escolher entre três modalidades de acerto de saldo: trimestral, semestral ou anual. "O consumidor continua pagando tudo o que já existe na conta de luz: tarifa, impostos, taxa de iluminação pública e bandeiras tarifárias. A diferença é que o valor mensal fica estável", reforçou Rosimeire.

Ela avaliou que a iniciativa abre espaço para uma nova forma de relação do consumidor com a conta de energia. "É um conceito novo no Brasil, já utilizado em outros países. Agora vamos entender se o cliente prefere uma conta estável ou se continua confortável com a variação mensal", disse.

Assine o Correio do Estado 
]]></description>
				
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 18:50:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Gestante vai parar na Santa Casa após ataque de pitbull em Campo Grande]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/gestante-vai-parar-na-santa-casa-apos-ataque-de-pitbull-em-campo/460883/</link>
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				<description><![CDATA[Na noite de ontem (19), uma mulher, identificada como Evelyn Paula Gregório, de 25 anos,  sofreu ataque de um cão, da raça pitbull. A equipe da Polícia Militar se deslocou até a rua Dom João VI, no bairro Jardim Noroeste, onde populares relataram que a vítima caminhava pela via pública quando o animal partiu para cima.

De acordo com as testemunhas, a vítima, que está grávida, sofreu mordidas nas pernas e, após cair no chão, foi
atacada na região do abdômen. Segundo relatos colhidos no local, algumas pessoas tentaram socorrê-la, porém o animal encontrava-se agressivo. Após arremessarem objetos contra ele, a dona do cão, conseguiu segurá-lo, contê-lo e conduzi-lo até sua residência, onde o trancou no banheiro.

A guarnição prosseguiu a residência da proprietária do pitbull, onde a autora foi localizada. Ela afirmou que o cão permanece solto no terreno, sem qualquer tipo de proteção, cerca ou uso de focinheira. Ainda conforme seu relato, o animal teria se soltado e atacado a vítima, e que tentou contê-lo, porém não teve forças suficientes para
fazê-lo.

Uma das testemunhas informou que este não é o primeiro episódio envolvendo o mesmo cachorro, já houve diversos registros de incidentes, e que os vizinhos já temiam um ataque por parte dele.

A vítima foi encaminhada por familiares até o Hospital da Santa Casa, tendo sido relatado que a mesma se queixava de fortes dores abdominais. Uma testemunha, ouvida pelo Correio do Estado, informou que apesar do susto, Evelyn se encontra bem.

Diante das circunstâncias, a dona do pitbull foi presa, sem o uso de algemas, uma vez que se apresentou colaborativa, sendo transportada à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário do Cepol.

Assine o Correio do Estado

 
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 16:45:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Polícia Civil cumpre 15 mandados e prende 5 contra fraude bancária]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/policia-civil-cumpre-15-mandados-e-prende-5-contra-fraude-bancaria/460870/</link>
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				<description><![CDATA[Policiais civis da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (GARRAS) cumpriram 15 mandados de busca e apreensão e 5 mandados de prisão temporária, nesta terça-feira (20), durante a “Operação Chargeback”, nos bairros Aero Rancho, Nova Campo Grande, Jardim Paradiso, Jardim Aeroporto, em Campo Grade.

A ação visa combater os crimes de fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de capitais.

Ao todo, a quadrilha causou prejuízo financeiro de R$ 4.000.000,00 à instituições financeiras – bancos online, em três anos. Vale ressaltar que o prejuízo ficou para o banco, não para o proprietário do cartão do crédito. A instituição financeira estornou o dinheiro aos clientes.

Delegado do GARRAS, Pedro Henrique Pillar Cunha. Foto: Marcelo Victor

J.P.L. (30), J.P.F.B. (32), B.M.C.B. (21), N.M.M. (32) e M.F.C.S. (28) foram detidos, em prisão cautelar, onde estão à disposição das autoridades. Alguns deles não tem passagens pela polícia, mas outros possuem passagens por roubo, tráfico de drogas, porte legal de arma de fogo e agiotagem.

Conforme apurado pela reportagem, desde 2023, grupo de criminosos fraudavam máquinas de cartão e cartões de crédito de terceiros, simulando vendas e antecipando valores.

De acordo com a Polícia Civil, a fraude consistia na realização de vendas simuladas pelo suspeito, cujo pagamento era realizado por cartões de crédito de terceiros, obtidos ilicitamente.

Assim, os suspeitos utilizavam a opção de “antecipação de valores” junto à instituição financeira, sendo que, posteriormente, o proprietário do cartão de crédito utilizado para a suposta venda realizava a contestação do pagamento, realizado de forma fraudulenta.

Após investigações, R$ 2.000.000,00 foram bloqueados judicialmente das contas bancárias dos integrantes do grupo criminoso.

Durante as diligências, foram apreendidos:


	1 arma de fogo (pistola Glock) com adulteração de numeração
	1 carregador de pistola comum
	1 carregador de pistola prolongado
	Aproximadamente 100 munições de arma de fogo calibre 9mm
	8 máquinas de cartão de crédito
	Aproximadamente 40 cartões de créditos em nome de indivíduos diversos
	Um veículo importado (Volvo)
	Aparelhos celulares
	Computadores
	Entre outros objetos


O delegado do GARRAS, Pedro Henrique Pillar Cunha, afirmou que o proprietário do cartão de crédito não saiu prejudicado e conseguiu ressarcimento do dinheiro.

"O proprietário dos dados do cartão de crédito, ele contesta, alega que não realizou aquela compra, e como não tem nenhuma comprovação de que houve essa compra, que ela de fato não existiu, era uma fraude, ele consegue ter êxito na contestação e consegue abater aquele valor do cartão dele. Só que aí esse prejuízo é repassado para a instituição financeira, que foi a plataforma da venda, Só que essa plataforma da venda já realizou adiantamento para o vendedor, que é integrante do grupo criminoso. Então o prejuízo não fica com o proprietário do cartão, os dados dele que são utilizados", afirmou o delegado, durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta terça-feira (20).

“A bandeira do cartão dele comunicava à instituição financeira vítima, que quando iria cobrar ao suposto vendedor, ele já tinha retirado o dinheiro de conta, pulverizado esse valor em vários outros laranjas, vamos dizer assim, auferindo um lucro com prejuízo da empresa. A empresa cobrava desses indivíduos, a instituição financeira cobrava desses indivíduos comprovantes de venda e tudo mais, e eles simplesmente desapareciam”, detalhou o delegado, a respeito da dinâmica do crime.

A ação foi coordenada pelo Departamento de Polícia Especializada (DPE) e contou com apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar), Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF), Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos (DEFURV) e Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 11:35:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[De MS, "Pablo Escobar de saia" esconde R$ 1 bilhão em salas secretas pelo Brasil ]]></title>
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				<description><![CDATA[A maior narcotraficante do Brasil é ex-moradora de Corumbá, onde residiu na juventude, e de Campo Grande, onde permaneceu até se tornar foragida da Justiça, em 2019. Karine de Oliveira Campos, de 47 anos, conforme investigação da Polícia Federal (PF) e reportagem publicada pela Revista Piauí, tem patrimônio bilionário e estaria em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

A “Pablo Escobar de saia” está foragida desde agosto de 2019, quando escapou da Operação Alba Vírus, da Polícia Federal. Karine Campos, com o marido, Marcelo Mendes Ferreira, lidera uma das maiores organizações de narcotráfico do Brasil.

A quadrilha do casal é independente, mas, em alguns casos, conforme indica a reportagem do jornalista Alan de Abreu, da Revista Piauí, também já fez parceria com traficantes ligados à organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), por exemplo.

A estimativa da Polícia Federal é de que o casal tenha um patrimônio que supera R$ 1 bilhão. Assim como o narcotraficante colombiano, considerado o mais poderoso do planeta nos anos 1980 e início da década de 1990, Karine Campos também espalha sua fortuna pelo País. A suspeita da PF, indica a reportagem, é de que os milhões de reais dela e do marido estejam escondidos em vários cantos do Brasil.

A quadrilha de Karine Campos e Marcelo Ferreira tem forte atuação em Mato Grosso do Sul e em estados com portos movimentados, como Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de Minas Gerais e Bahia.

No caso do estado nordestino, foi lá que Karine teve sua primeira passagem pelo mundo do crime: ela levava crack de Corumbá e revendia em Salvador, tudo isso, com menos de 20 anos de idade.

Carandá Bosque

A última vez que Karine esteve legalmente livre em território brasileiro foi em 27 de fevereiro de 2019, quando morava em uma casa de alto padrão no Bairro Carandá Bosque, em Campo Grande.
Karine era o principal alvo da Operação Alba Vírus, mas se passou por sua mãe, Sandra, ao ser “visitada” pelos policiais federais.

Casa onde Karina Campos morava, no Bairro Carandá Bosque, em Campo Grande

Apesar de os agentes da PF terem apreendido com a mulher uma aliança com o nome “Karine”, R$ 5 mil, celulares e vários papéis, os policiais liberaram a suposta Sandra. Ainda na manhã daquele dia, a verdadeira Sandra foi presa em Itajaí (SC), e os policiais se deram conta de que a mulher que se passou por ela em Campo Grande era, de fato, a chefe da quadrilha.

Houve sindicância na Polícia Federal, mas ninguém foi punido.

Venda de sentença

A reportagem de Alan de Abreu indica que Karine tem um histórico de suborno de autoridades. Ela já teria subornado magistrados na Bahia por R$ 200 mil e teria, se não intermediado, participado ou financiado operações e habeas corpus de grandes narcotraficantes.

Um deles é o paulista André Oliveira Macedo, também conhecido como André do Rap, libertado em outubro de 2020 pelo então ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello.

Na época, no presídio onde estava, em Presidente Venceslau (SP), André do Rap não escondia de ninguém que seria solto. E foi. Quando o então presidente do STF Luiz Fux reverteu a decisão de Marco Aurélio Mello, André do Rap já estava longe, muito provavelmente no Paraguai, para onde teria fugido de helicóptero, conforme a reportagem.

Informações em poder da Polícia Federal e citadas pela Revista Piauí indicam que o valor gasto pelo grupo comandado por Karine para soltar André do Rap foi de aproximadamente US$ 5 milhões – o que à época correspondia a quase R$ 30 milhões.

Pouco mais de um ano após a soltura de André do Rap, o grupo chefiado por Karine também teria financiado outra libertação de réu por tráfico. Dessa vez, de Leonardo Costa Nobre, preso preventivamente em 2021, sob suspeita de operar uma rota de tráfico de cocaína, por meio de jatinhos particulares, entre Belo Horizonte (MG) e Lisboa, em Portugal.

A “compra” de desembargadores do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília (DF), para soltar o subordinado de Karine teria custado aproximadamente R$ 3,5 milhões.

A reportagem ainda afirma que Karine e Marcelo sempre atuaram oferecendo vantagens a autoridades para manter a operação. Funcionários da Receita Federal do Porto de Paranaguá (PR) e de portos catarinenses teriam sido presenteados com relógios Rolex.

Alto volume

Quando a Operação Alba Vírus foi deflagrada, a quadrilha de Karine e do marido já havia perdido pelo menos 3 toneladas de cocaína apreendidas em portos.

Em Campo Grande, além da casa no Carandá Bosque, a quadrilha mantinha uma transportadora localizada no Bairro Coopharadio, e Karine e o marido ainda haviam comprado uma fazenda na MS-040, na zona rural da Capital. Algumas propriedades estavam no nome da mãe dela, Sandra.

A suspeita da Polícia Federal é de que o grupo continue em operação. Entre fevereiro de 2019 e julho de 2022, a Receita Federal e a PF apreenderam 16,7 toneladas de cocaína da quadrilha em território brasileiro.

Quando fugiu da Polícia Federal, em Campo Grande, Karine teria se escondido em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Atualmente, a suspeita é de que ela e Marcelo estejam morando em Dubai.
 

Assine o Correio do Estado
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 05:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[DOF apreende uma tonelada de agrotóxico em meio a carga de madeira]]></title>
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				<description><![CDATA[Policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) apreenderam 10 mil pacotes de cigarros, 1,3 tonelada de agrotóxico e 400 litros do mesmo produto, nesta terça-feira (13), na BR-267, em Nova Alvorada do Sul, município localizado a 110 quilômetros de Campo Grande.

Os cigarros estavam armazenados em caixas, os 1.350 quilos em sacos e os 400 litros de agrotóxico em galões. O material, avaliado em aproximadamente R$ 2,1 milhões, estava escondido em meio a uma carga de madeira em uma carreta.

Carreta "recheada" de madeira, cigarro e agrotóxicos. Foto: DIVULGAÇÃO/DOF 

Os produtos são contrabandeados, de origem estrangeira, foram trazidos do Paraguai e não possuem nota fiscal ou documentos alfandegários.

Conforme apurado pela reportagem, os militares realizavam patrulhamento na rodovia e abordaram uma carreta, que era conduzida por um homem de 40 anos.

Durante interrogatório, ele apresentou controvérsias e intenso nervosismo. Com isso, os policiais decidiram vistoriar o veículo e localizaram os materiais de origem estrangeira ocultos em meio à carga de madeira.

Questionado, o motorista afirmou que carregou os produtos em Nova Alvorada do Sul (MS) e que o destino final seria Maringá (PR) e Curitiba (PR).

Os materiais apreendidos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Dourados.
A ação ocorreu durante o Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, que é uma parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

CONTRABANDO E DESCAMINHO

Contrabando e descaminho são crimes relacionados à importação e exportação de mercadorias. Contrabando é a importação ou exportação de mercadorias proibidas.

Descaminho é à importação ou exportação de mercadorias lícitas sem o pagamento dos tributos devidos. A principal diferença reside na natureza da mercadoria: no contrabando, a mercadoria é proibida; no descaminho, a mercadoria é legal, mas o tributo não é pago.

Dados divulgados pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 70 ocorrências de contrabando e 59 de descaminho foram registradas, entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025, em Mato Grosso do Sul.

Em relação ao contrabando, 2 ocorreram em janeiro, 8 em fevereiro, 4 em março, 2 em abril, 9 em maio, 9 em junho, 5 em julho, 8 em agosto, 4 em setembro, 13 em outubro, 5 em novembro e 1 em dezembro.

Em relação ao descaminho, 0 ocorreu em janeiro, 11 em fevereiro, 2 em março, 5 em abril, 5 em maio, 2 em junho, 5 em julho, 9 em agosto, 4 em setembro, 11 em outubro, 4 em novembro e 1 em dezembro.

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 12:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Adolescente é preso com carregamento de droga em ônibus que seguia para Dourados]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/adolescente-e-preso-com-carregamento-de-droga-em-onibus-que-seguia/460578/</link>
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				<description><![CDATA[Um adolescente de 16 anos foi preso por policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira (DOF), nesta quarta-feira (14), em Amambai. O jovem transportava 8,3 kg de maconha em um ônibus, na rodovia MS-156.

Os militares realizavam bloqueio na região, entre os municípios de Amambai e Caarapó, quando abordaram o coletivo. Segundo as autoridades, durante o processo de entrevista dos passageiros, o adolescente apresentou excesso de nervosismo.

Ele transportava duas bolsas, onde foram localizados 16 embalagens da droga. Questionado, o menor confessou que pegou o entorpecente no município de Coronel Sapucaia e que o destino final seria a cidade de Dourados.

A droga e o adolescente foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil de Amambai.

A ação ocorreu no âmbito do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, uma parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 16:08:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PRF apreende 59 kg de cabelo humano]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/prf-apreende-59-kg-de-cabelo-humano/460503/</link>
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				<description><![CDATA[No último domingo (11), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 59 quilos de cabelo humano. A carga estava com um motorista que não teve seu nome divulgado e dirigia uma van.

Durante fisclizações na BR-262, em trecho do munícipio de Água Clara cidade a 192 quilômetros de Campo Grande, os agentes abordaram um homem, que apresentou nervosismo ao conversar. 

Então os policiais solicitaram vistoria no interior do veículo, em que encontraram a quantidadade de cabelos. Sem ter documentação fiscal e de origem, ou qualquer comprovação o motorista confessou que levaria a carga até Três Lagoas.

A carga foi apreendida e encaminhada à Receita Federal.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 12:24:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[DOF apreende carreta abandonada "recheada" de pneus na MS-164]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/dof-apreende-carreta-abandonada-recheada-de-pneus-na-ms-164/460500/</link>
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				<description><![CDATA[Policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) apreenderam 165 pneus em uma carreta Ivo, na tarde desta segunda-feira (12), na MS-164, altura do distrito de Vista Alegre, em Maracaju, a 159 quilômetros de Campo Grande.

Os pneus são de diferentes tamanhos e de origem estrangeira, sem documentos fiscais ou alfandegários. A carga foi avaliada em R$ 230 mil.

Escreva a legenda aqui

Conforme apurado pela reportagem, os militares realizavam patrulhamento na MS-164, zona rural de Maracaju, quando receberam uma denúncia de que uma carreta de cor branca estaria transportando materiais ilícitos.

Os policiais iniciaram diligências e localizou a carreta abandonada “abarrotada” de pneus.

Nenhum suspeito foi localizado. O material foi apreendido e encaminhado a Receita Federal de Ponta Porã.

CONTRABANDO E DESCAMINHO

Contrabando e descaminho são crimes relacionados à importação e exportação de mercadorias. Contrabando é a importação ou exportação de mercadorias proibidas.

Descaminho é à importação ou exportação de mercadorias lícitas sem o pagamento dos tributos devidos. A principal diferença reside na natureza da mercadoria: no contrabando, a mercadoria é proibida; no descaminho, a mercadoria é legal, mas o tributo não é pago.

Dados divulgados pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 70 ocorrências de contrabando e 59 de descaminho foram registradas, entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025, em Mato Grosso do Sul.

Em relação ao contrabando, 2 ocorreram em janeiro, 8 em fevereiro, 4 em março, 2 em abril, 9 em maio, 9 em junho, 5 em julho, 8 em agosto, 4 em setembro, 13 em outubro, 5 em novembro e 1 em dezembro.

Em relação ao descaminho, 0 ocorreu em janeiro, 11 em fevereiro, 2 em março, 5 em abril, 5 em maio, 2 em junho, 5 em julho, 9 em agosto, 4 em setembro, 11 em outubro, 4 em novembro e 1 em dezembro.

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 11:40:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[MPMS investigou 947 casos de abuso policial em 2025]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/mpms-investigou-947-casos-de-abuso-policial-em-2025/460493/</link>
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				<description><![CDATA[Ao todo, 947 casos de abuso, violência ou má conduta policial foram investigados pelo Ministério Público (MPMS), no ano de 2025, em Mato Grosso do Sul.

Além disso, mais de 100 procedimentos de tutela difusa da segurança pública foram instaurados.

Dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 68 pessoas morreram em confronto com agentes de Estado, de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2025, em Mato Grosso do Sul.

Desse número, 10 óbitos ocorreram em janeiro, 8 em fevereiro, 2 em março, 10 em abril, 4 em maio, 9 em junho, 4 em julho, 7 em agosto, 4 em setembro, 5 em outubro, 5 em novembro e 1 em dezembro.

Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial (Gacep) é o órgão responsável por fiscalizar a atividade policial em MS.

O Gacep-MPMS integra a coordenação do Grupo de Trabalho do Grupo Nacional do Controle Externo da Atividade Policial (GNCEAP), responsável pela elaboração do Protocolo Nacional de Atuação Ministerial em face da Letalidade Policial.

De acordo com o MPMS, essa resolução é uma norma editada pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) que estabelece diretrizes para a atuação dos Promotores de Justiça em casos de morte decorrente de intervenção policial.

O documento visa padronizar como o Ministério Público deve fiscalizar agentes de Estado em todo o Brasil, levando em consideração que as investigações sobre mortes em confronto com a polícia sejam imparciais, rigorosas e rápidas.

O coordenador do grupo, Douglas Oldegardo, enfatizou a importância do papel do Grupo de Trabalho, que é o de monitorar o serviço de policiais.

“Temos mantido um ritmo intenso na fiscalização da atividade policial no mesmo passo em que implementamos diversas e importantes ações voltadas à tutela da segurança pública com enfoque estrutural, visando o aprimoramento do sistema de segurança e a proteção do cidadão sul-mato-grossense”.

Mortes registradas em confronto policial são classificadas como homicídio decorrente de oposição à intervenção policial.

O confronto entre forças de segurança governamentais e grupos armados ocorrem em situações de abordagem policial, roubos, flagrantes de tráfico de drogas, policiamento ostensivo em bairros, entre outras ocorrências.

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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 09:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Indígena morre após confronto com policial na BR-163]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/indigena-morre-apos-confronto-com-policial-na-br-163/460447/</link>
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				<description><![CDATA[Na noite do último domingo (11), um homem foi morto às margens da BR-163, após entrar em confronto com um policial. O homem tinha 31 anos e foi atingido com um tiro no peito.

A morte aconteceu no trecho da rodovia em Caarapó próximo às 22h20 no sentido Juti-Dourados, e inicialmente, já havia movimentação no local devido a um acidente envolvendo um caminhão.

A rodovia estava interditada nos dois sentidos e funcionários da concessionária Motiva organizavam o tráfego do local.

Identificado como Jaime Ribeiro, o homem era indígena natural de Juti e trabalhava como cortador de cana-de-açúcar. De acordo com informações, ele morava na Aldeia Te&#39;yikue, região da Missão, em Caarapó.

Anteriormente, o homem demonstrava comportamento agressivo, circulava em meio aos carros parados e criava conflitos com as pessoas ali. Em meio às atitudes hostis, ele ainda tentou agredir duas funcionárias socorristas que tentavam controlar o congestionamento.

Um policial à paisana, também estava no local aguardando o tráfego retornar a normalidade e, em determinado momento, um pedestre o informou sobre a situação com Jaime e as funcionárias do outro lado da via.

Segundo informações, o policial acionou a Polícia Militar e foi até a altura do km 204, em que a situação estava acontecendo. Ele falou com as funcionárias que relataram a tentativa de agressão e indicou que o suspeito estava escondido na área de matagal próxima a rodovia.

Jaime usou a barra de ferro para ameaçar o policial

O policial então se aproximou de Jaime, que não gostou da abordagem e teria ido “pra cima” dele com uma barra de ferro.

Mesmo após se identificar e pedir para que largasse a barra, o homem de 31 anos continuou a avançar em direção ao policial. Com isso, o policial efetuou disparos em direção a perna do envolvido para que parasse o ataque.

Ainda assim, Jaime continuou com as ameaças e chegou a atingir uma das pernas do policial com a barra de ferro, que então efetuou o disparo contra o peito do homem.

A equipe que foi ameaçada anteriormente prestou apoio à vítima baleada, que foi encaminhada ao Hospital Beneficente São Mateus, em Caarapó. Mesmo com o socorro, Jaime morreu no momento em que deu entrada na unidade.

A Polícia Militar, acionada antes do incidente com a arma de fogo, chegou ao local que antes já estava interditado e permaneceu assim até a equipe de Perícia Técnica de Fátima do Sul finalizar o trabalho.

O corpo de Jaime foi encaminhado ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol) e o policial envolvido foi à Delegacia para prestar os esclarecimentos sobre o caso. 

A Polícia Civil também esteve no local e apreendeu a barra de ferro utilizada, uma pistola Beretta APX, junto a dois carregadores — um descarregado e outro com 15 munições intactas. A equipe segue investigando o caso.
]]></description>
				
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 10:26:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Acordo Mercosul-UE está alinhado a objetivos ambientais, diz ministra]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/acordo-mercosul-ue-esta-alinhado-a-objetivos-ambientais-diz-ministra/460414/</link>
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				<description><![CDATA[A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, comemorou a aprovação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE) pela Comissão da UE e avaliou de forma positiva os termos celebrados entre os países que irão compor a maior zona de livre comércio do mundo.

“As negociações resultaram em um texto equilibrado e alinhado aos desafios ambientais, sociais e econômicos contemporâneos”, destaca nota oficial divulgada pelo ministério.

Na avaliação da ministra, o texto do acordo está alinhado a agenda ambiental brasileira, capaz de promover o desenvolvimento ao mesmo tempo em que protege a natureza e enfrenta a mudança do clima.

“Em três anos, conseguimos reduzir o desmatamento na Amazônia em 50% e em 32,3% no Cerrado e, ao mesmo tempo, abrir mais de 500 novos mercados para o agronegócio do país”, reforça.

Para Marina Silva, a condução dessa agenda pelo governo brasileiro e os compromissos ambientais assumidos pelos países do Mercosul foram definitivos para que o conselho do bloco europeu finalizasse as negociações de forma favorável. “Depois de 25 anos, a aprovação deste acordo está ancorada na confiança de que o governo do presidente Lula conduz uma agenda ambiental séria, consistente e comprometida com resultados”, diz.

Destaques


Entre os pontos fortes do acordo comercial destacados na nota do MMA estão a reafirmação de compromissos pela sustentabilidade ambiental e climática dos países envolvidos. A exemplo da adoção do princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas e do reforço à soberania na definição dos padrões ambientais de cada país.

O documento também avança ao considerar instrumentos financeiros das agendas de clima e biodiversidade, como a possibilidade de valoração dos serviços prestados pela natureza e o financiamento ambiental.

A promoção de produtos da bioeconomia e bens sustentáveis também entraram no acordo de comércio entre os blocos, que prevê ainda o fornecimento de informações sobre desmatamento e o cumprimento da legislação ambiental pelos países exportadores.

As salvaguardas estabelecidas pelo texto, de acordo com o comunicado do MMA, previnem impactos ambientais negativos e asseguram que a ampliação do comércio contribua para a promoção da sustentabilidade.

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]]></description>
				
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				<category>Polícia</category>
				<pubDate>Sun, 11 Jan 2026 13:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Foragido da justiça morre após trocar tiros com policiais em Ponta Porã]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/foragido-da-justica-morre-apos-trocar-tiros-com-policiais-em-ponta/460392/</link>
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				<description><![CDATA[Durante a sexta-feira (9) e sábado (10), uma operação, que contou com diversas forças de segurança em Ponta Porã resultou na localização de um foragido da justiça após confronto armado com as equipes de policiais civis.

O indivíduo, considerado de alta periculosidade, era alvo de um mandado de prisão temporária, expedido em decorrência de uma tentativa de homicídio .

A ação teve início quando equipes da Polícia Civil receberam informações sobre o paradeiro do suspeito no bairro Flamboyant. Durante o monitoramento, os policiais tentaram realizar a abordagem no momento em que o homem saía de uma residência conduzindo uma motocicleta.

Ao receber ordem de parada, o suspeito desobedeceu e fez menção ao saque de uma arma contra os agentes.  Em seguida, fugiu em direção a uma rua com uma região de mata. No local, ao ser novamente confrontado pelas equipes, o suspeito reagiu efetuando disparos de arma de fogo.

Os policiais revidaram, dando início a uma troca de tiros. Diante da gravidade da situação e da complexidade do terreno, uma área de mata, foi solicitado apoio para equipes da Polícia Militar, Polícia Federal e Guarda Civil Metropolitana de Fronteira.

Embora a densidade da mata e o risco iminente tenham impedido a entrada das equipes na mata, especialmente durante à noite, as equipes realizaram, com o apoio da Polícia Federal, o monitoramento por meio de drone.

Por volta do meio-dia deste sábado (10), os vizinhos informaram aos policiais o paradeiro do corpo do investigado, localizado no interior da mata, junto à arma utilizada para investir contra os agentes.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Sat, 10 Jan 2026 18:40:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Relatório do Gaeco aponta 11 operações e 107 presos envolvidos em redes criminosas]]></title>
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				<description><![CDATA[Em 2025, o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (Gaeco/MPMS) realizou 19 operações com foco no combate à especialidade do órgão. Com isso, ao todo foram mais de 100 presos envolvidos em redes criminosas.

De acordo com o relatório do MPMS, do número total de operações, 11 tiveram início a partir da própria investigação da equipe, e as demais foram em conjunto com outras ações do Ministério Público (MP) de outros estados.

As ações do grupo especializado também contaram ao longo do ano com o processo de ordens judiciais para que a investigação pudesse ter continuidade. Entre alguns crimes combatidos no ano passado estão:


	tráfico de drogas;
	corrupção de agentes de segurança pública;
	lavagem de dinheiro com origem do tráfico;
	No total, o grupo cumpriu 370 mandados de busca e apreensão com objetivo de coletar provas que responsabilizasse os investigados por essas, e outras infrações penais.


Ao longo do ano, foram 107 prisões para combater a criminalidade, que está “altamente estruturada” e reforça a finalidade do Gaeco, que é o papel estratégico na segurança pública.

Segundo o relatório, além das operações e presença física nas ruas, o Gaeco avançou significativamente no campo tecnológico e de inteligência. Em 2025, informações e dados obtidos também vieram a partir de apreensões, o que determinou o fluxo das investigações e a concretização de provas para o Poder Judiciário.

Dos resultados, foram 185 dispositivos de informação apreendidos, dos quais 108 eram aparelhos celulares. Com autorização judicial, 362 contas em plataformas digitais que faziam parte da investigação – incluindo redes sociais e outros serviços onlines –, tiveram o afastamento de sigilo, além de 294 linhas telefônicas interceptadas.

Não só em auxílio de outros MPs, o Gaeco e outras forças públicas fortaleceram o apoio entre si, e participou como apoio direto em 52 solicitações de combate a alguma infração.



Asfixia financeira

Uma das estratégias que o grupo buscou consolidar no ano passado foi a asfixia financeira. O plano é um pilar que vai além do encarceramento de infratores como forma de interferir no financiamento do crime.

Com isso, mais de R$ 10 milhões em recursos foram privados de retornar aos envolvidos. Entre veículos de luxo, imóveis e dinheiro em espécie, a estratégia buscou enfraquecer o poder bélico, logístico e de compra das facções.

Ainda entre as estratégias utilizadas durante o ano de 2025, o desmantelo da logística do tráfico de drogas visou neutralizar a lavagem de dinheiro feita por empresas de fachada e esquemas cibernéticos, que envolviam golpes. 

Investigações e operações

Com as 11 operações, algumas divididas em primeira, segunda ou até quarta fase, e originadas a partir de investigações próprias, as ações se destacam por terem diversas estruturas com focos diferentes.

Entre as 11, algumas operações foram nomeadas de Snow, Ad Blocker, Malebolge, Blindspot, Spotless, Copertura, Blindagem, Successione, Fachada, confira o âmbito de cada uma:


	
	Narcotráfico
	


A Operação Snow (2ª fase), Blindspot (1ª e 2ª fase) e Blindagem concentraram esforços em Campo Grande e cidades da fronteira. A primeira aconteceu em janeiro, a segunda foi dividida em julho e agosto, e a terceira no mês de novembro.

Todas consistiram em esquemas que, com a participação de policiais e ordens vindas de dentro do presídio, utilizavam empresas de transporte para camuflar drogas em transporte de cargas de mercadorias lícitas.


	
	Corrupção
	


Para combater a corrupção na administração pública, a Operação Malebolge (1ª e 2ª fase), Spotless miraram em prefeituras e órgãos públicos do interior do Estado.

Voltada à investigação de fraudes em licitações e pagamento de propinas a agentes públicos para favorecer empresas específicas em contratos de serviços essenciais, a primeira fase aconteceu em fevereiro e deu continuidade em julho.


	
	Dinheiro Ilícito
	


Em outubro e dezembro, as operações Copertura e Fachada, respectivamente, revelaram o uso de comércios varejistas e empresas de serviços como locais que garantissem a aparência legal ao lucro do crime. O que transformava dinheiro ilícito em patrimônio aparentemente obtido de forma correta.


	
	Milícias e Jogo do Bicho
	


Em novembro, a atuação do Gaeco deu seguimento à Operação Successione (4ª fase), com mapeamento da tentativa de novos grupos assumirem o vácuo de liderança deixado por prisões anteriores. Além de envolver extorsões e controle territorial violento.


	
	Fraudes virtuais
	


No começo do ano de 2025, a Operação Ad Blocker destacou-se pela atuação em derrubar redes que utilizavam fraudes eletrônicas e criptomoedas para financiar atividades criminosas no estado.

As equipes cruzaram dados obtidos no ambiente virtual e em dispositivos eletrônicos apreendidos, e com o afastamento de sigilo, então conseguiram rastrear o fluxo de financiamento que alimenta o poder bélico das facções e transformou em provas judiciais.

*Confira a lista das operações do Gaeco em 2025 por ordem cronológica:


	Operação Snow (2ª fase) – 15 de janeiro: Desdobramento de investigação focada na repressão ao tráfico de drogas e logística criminal;
	 
	Operação Ad Blocker – 28 de janeiro: Combate de esquemas de lavagem de dinheiro e crimes cibernéticos;
	 
	Operação Malebolge – 18 de fevereiro: Ação de repressão a crimes de corrupção e desvios de recursos públicos;
	 
	Operação Blindspot – 9 de julho: Investigação focada na identificação de pontos cegos em sistemas de segurança e monitoramento utilizados pelo crime;
	 
	Operação Malebolge (2ª fase) – 24 de julho: Continuidade das investigações sobre irregularidades na administração pública;
	 
	Operação Blindspot (2ª fase) – 6 de agosto: Nova etapa da ofensiva contra a rede de apoio logístico de facções criminosas;
	 
	Operação Spotless – 9 de setembro: Investigação realizada por delegação do Procurador-Geral de Justiça para apuração de ilícitos específicos;
	 
	Operação Copertura – 1º de outubro: Focada na desarticulação de empresas de fachada e esquemas de cobertura para atividades ilícitas;
	 
	Operação Blindagem – 7 de novembro: Fortalecimento da fiscalização e repressão ao crime organizado em regiões estratégicas;
	 
	Operação Successione (4ª fase) – 25 de novembro: Fase avançada da investigação sobre a sucessão e o comando de atividades ilícitas;
	 
	Operação Fachada – 3 de dezembro: Ação concentrada na repressão a negócios utilizados para ocultação de bens e lavagem de capitais.


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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Sat, 10 Jan 2026 10:45:00 -0400</pubDate>
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