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REVITALIZAÇÃO

Por R$ 4 milhões, governo vai reformar estádio Morenão

Projeto foi elaborado pela UFMS e a previsão é concluir até o fim de 2020
06/11/2019 16:34 - ADRIEL MATTOS


 

A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) entregou nesta quarta-feira (6) ao governo do estado o projeto de revitalização do Estádio Pedro Pedrossian, o Morenão. Segundo o secretário especial de governo, Carlos Alberto de Assis, a primeira meta é entregar parte da reforma a tempo da abertura do campeonato estadual de 2020.

“Na sequência, vamos transformar o Morenão em uma grande arena de shows. Queremos que aqui também tenha jogos do campeonato estadual, jogos da Seleção Brasileira e vários eventos”, explicou Assis. O estádio também deve ser ocupado com repartições públicas estaduais e escolas de samba sem sede própria, para manter a estrutura ativa durante todo o ano.

O custo do projeto será de R$ 4 milhões, com recursos saindo do Fundo Estadual de Defesa do Consumidor (Fundecon). “Quem infringiu regras e sofreu sanções, vai subsidiar essa revitalização. Nada mais do que justo, já que o consumidor é usuário do estádio”, disse o titular da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS), Marcelo Salomão.

Deve passar por reformas diversas estruturas do estádio, desde hidráulica, elétrica, arquitetura, mobilidade, banheiros, entre outros locais. O projeto levou quase dois meses e foi elaborado por 15 técnicos da UFMS. Até o fim de 2020, toda a revitalização deve estar concluída.

HISTÓRICO

O estádio Morenão ficou fora do campeonato estadual deste ano, após ser impedido de receber eventos esportivos desde 2014. Houve regularização em 2017. O Ministério Público do Estado (MPMS) não autorizou a liberação do Morenão para este ano, após não serem executados reparos, consertos e correções na estrutura.

O cronograma da revitalização foi definido após reuniões entre UFMS, governo do estado e MPMS. Caberá ainda ao Corpo de Bombeiros e à Polícia Militar a acompanhar e verificar se todas as exigências serão atendidas.

Felpuda


Com trabalho suspenso, por causa da Covid-19, investigação parou sem ter começado e, agora, dois dos cabeças do grupo de trabalho estão “chovendo no molhado”. Assim, para continuar, digamos, em evidência, vêm divulgando sobre a “firmeza” de ambos em “dar continuidade”, tão logo acabe a pandemia que, assim como os resultados dos trabalhos, são incógnitas que só. Portanto, melhor seria aguardar o desenrolar dos acontecimentos para sair “cantando de galo”.