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PRODUTOS ESSENCIAIS NA PANDEMIA

Preço de máscaras e álcool em gel podem variar até 100%

Procon divulga pesquisa sobre itens essenciais durante a pandemia em 12 estabelecimentos
31/07/2020 15:30 - Rodrigo Almeida


Com a expansão do novo coronavírus, alguns objetos antes pouco usados se tornaram essenciais em qualquer casa, comércio ou ambiente que receba muitas pessoas.  

Considerando as leis do livre mercado, quando a demanda aumenta e a produção não acompanha, os preços tendem a fazer a regulação do estoque. Como estamos falando de produtos se tornaram de interesse público, aumentos abusivos devem ser combatidos por reguladores como o Procon.  

Nesta sexta-feira (31), o órgão divulgou uma pesquisa sobre o preço de máscaras e álcool em gel praticados pelo comércio de Campo Grande.  

O menor preço encontrado foi na Drogasil, de R$ 3,99, para álcool em gel de 100g. Já o maior, R$ 89,99, foi do galão de 5 litros na farmácia São Leopoldo .  

Entre as máscaras, a de TNT descartável mais barata custa 2,20 a unidade. No entanto, quando o pacote aumenta para 50 unidades é possível notar uma variação de 44%. O preço salta de 59,90 para 85 reais dependendo do estabelecimento.  

O mesmo pode ser observado com o álcool em gel Giovana Bay de 500ml, que tem variação de até 100%. Sendo comercializado por 13,59 em um supermercado por até 27,90 em uma loja de cosméticos.  

Na outra ponta, a máscara cirúrgica Bompack com 50 unidades sai por 139,90. É o item mais caro pesquisado e só pode ser encontrada em um supermercado da cidade.  

De acordo com a nota do Procon, foram pesquisados 94 itens em 12 estabelecimentos no dia 27 de julho, última segunda-feira.

A pesquisa é mensal e a tabela pode ser acessada por aqui

 
 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!