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PANDEMIA

Prefeitura fecha contrato de R$ 2,8 milhões para compra de macacão hospitalar

Macacões de segurança serão usados por profissionais de saúde durante a pandemia
16/09/2020 13:34 - Glaucea Vaccari


Prefeitura de Campo Grande firmou contrato de R$ 2,8 milhões para a aquisição de macacões, de uso médico e hospitalar, para o combate à pandemia do coronavírus.

O contrato foi celebrado com a Empresa Comercial Brasil de EPI Ltda e o extrato foi publicado no Diário Oficial do Município desta quarta-feira (16).

Serão comprados macacões de segurança nível D, que serão utilizados por profissionais de Saúde que atuam na linha de frente do enfrentamento ao covid-19.

Valor do contrato é de R$ 2.851.065,10 e a vigência para o fornecimento dos materiais de proteção e segurança é de seis meses, podendo ser prorrogado enquanto houver a necessidade de enfrentamento dos efeitos da situação de emergência da saúde pública.

Não foram especificados a quantidade de macacões que serão fornecidos durante o período. 

 
 

Compras

Desde março, quando foi decretada situação de emergência devido a pandemia, a prefeitura de Campo Grande pode tomar medidas especiais, como compra de materiais e outros insumos sem a necessidade de abrir uma licitação. 

Administração municipal também pode requisitar bens e serviços de pessoas físicas e jurídicas, indenizando-as posteriormente.

Governo de Mato Grosso do Sul também pode fazer compras emergenciais durante a calamidade pública.

Entre os itens de extrema importância especialmente para profissionais de Saúde que lidam diretamente com os pacientes diagnosticados com covid, estão máscaras, álcool em gel, luvas, entre outros.

Kit de medicamentos do chamado kit de prevenção, que incluem ivermectina, hidroxicloroquina e azitromicina também já foram adquiridos pelas Executivos estadual e municipal.

 

Felpuda


A lista do Tribunal de Contas de MS, com nomes de gestores que tiveram reprovados os balanços financeiros de quando exerceram cargos públicos, está deixando muitos candidatos de cabeça quente.  Conforme previsto pelo Diálogo, adversários estão se utilizando de tais dados para cobrar, principalmente nas redes sociais, deixando alguns gestores na maior saia justa e tendo que se explicar. O eleitor, por enquanto, só observa. E dê-lhe!