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OBRAS

Prefeitura dá início a pavimentação de acesso ao Polo Empresarial Oeste

Projeto orçado em R$ 40,3 milhões, abrange 16 quilômetros de drenagem, o asfaltamento e a execução de 9 km de recapeamento de 24 ruas
13/03/2021 15:00 - Bruna Pasche


A Prefeitura deu início a pavimentação de acesso Polo Empresarial Oeste onde estão instaladas 53 empresas em Campo Grande. A obra é na pista suplementar da Avenida Solon Padilha que se estende por 1,2 km, a partir da rotatória com a Avenida Jamil Nahas até a Anne Salim Saad.

Em janeiro foi concluída a implantação de 1,5 km de drenagem, feita com tubos de 1,5 metro de diâmetro, enterrados a 4 metros de profundidade. Com o período de estiagem foi acelerada a terraplanagem e iniciada a aplicação da capa asfáltica. 

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A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) informou que a avenida Anne Salim Saad e o prolongamento da Avenida 7 (desde a Jamil Nahas) por onde se chegará aos bairros Nova Campo Grande, Jardim Carioca e Serradinho também será pavimentada. 

Boa parte dos 1.853 trabalhadores das empresas do pólo moram nestes bairros localizados a menos de 3 quilômetros dali.

A pavimentação das três ruas encurtará o trajeto (atualmente feito pela Avenida Duque Caxias) de quem trabalha no polo e mora na região que concentra mais de 20 mil habitantes.

“Não vejo a hora que esta obra fique pronta. Vai reduzir o tempo do trajeto de ida e volta ao trabalho”, relata o porteiro Marco Moraes, que mora na divisa do Nova Campo Grande com o Serradinho e trabalha numa indústria de bebidas. 

Como a travessia do Córrego Imbirussu hoje só é possível por uma passarela metálica, Marcos precisa dar a volta pela Avenida Duque de Caxias para chegar ao trabalho. Em pouco tempo fará o trajeto 3 km mais curto, vindo de motocicleta pela Avenida, quando estiver pronta a ponte sobre o Córrego Imbirussu. 

Já está sendo feito o estaqueamento da estrutura de concreto com 40 metros de extensão.

A pavimentação destas três ruas do pólo, segundo Júnior Avezani, diretor de uma fábrica de cerveja e refrigerante, também melhora as condições de logística para a produção chegar aos pontos de venda. 

“O asfalto era uma reivindicação dos empresários há mais de 5 anos”, revela.