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ESCOLAS PARTICULARES

Em reunião, prefeitura e Ministério Público não definem retorno às aulas

Representante das instituições privadas prioriza segurança
21/05/2020 08:48 - Gabrielle Tavares


 

Aulas em escolas particulares não devem voltar às aulas por enquanto. As instituições temem prejuízo, mas reconhecem que o mais seguro é voltar “passando o pico da pandemia”, como relatou Erika Karla, representante das escolas particulares em reunião entre o prefeito Marcos Trad (PSD) e procuradores do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), realizada ontem (20).

“Queremos voltar sim, afinal, a saúde financeira da escola precisa. Mas voltar com segurança. Pontuamos que para as escolas maiores, que têm 800 ou 1.000 alunos, a preocupação e o problema são muito maiores, não queremos correr o risco”, pontuou Erika Karla.

A reunião foi demanda do prefeito da Capital em busca de alternativas para volta às aulas em meio a pandemia, mas “foi ponderado pelo Ministério Público Estadual que a decisão é do Gestor Público, ressaltando a necessidade de que qualquer que venha a ser tomada, seja embasada em opinião de técnicos da saúde”, declarou a Promotora de Justiça Ana Cristina Carneiro Dias.

O prefeito afirmou que não quer “matar a economia, mas também não quer afrouxar a pandemia”, e disse que busca um meio termo entre os dois. “Esse é o ponto que buscamos, e vamos apresentar à Força-Tarefa do Ministério Público do Estado, utilizando essa parceria oferecida”, concluiu.

Foi sugerido que a situação fosse estudada em parceria com os técnicos da Secretaria de Saúde do Município. E o Presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal, Valdir Gomes (PSD) disse que vai discutir a questão com outros vereadores, “não podemos ser imaturos de resolver tão logo”, relatou.

 

Felpuda


Devidamente identificadas as figurinhas que agiram “na sombra” em clara tentativa de prejudicar cabeça coroada. Neste segundo semestre, os primeiros sinais começarão a ser notados como reação e “troco” de quem foi atingido. Nos bastidores, o que se ouve é que haverá choro e ranger de dentes e que quem pretendia avançar encontrará tantos, mas tantos empecilhos, que recuar será sua única opção na jornada política. Como diz o dito popular: “Quem muito quer...”.