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CAPITAL

Prefeitura retoma obra de escola parada há quatro anos

Iniciado em 2013, conclusão do serviço vai custar R$ 1,8 milhão
05/07/2020 17:17 - Adriel Mattos


A prefeitura de Campo Grande retomou na semana passada as obras de uma nova escola no bairro Parati. Iniciada em 2013, o serviço havia sido interrompido há quatro anos.

Para concluir as obras, será investido R$ 1,8 milhão. A previsão da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) é concluir o serviço em até oito meses.

Funcionários da empreiteira responsável pela obra começaram a trabalhar primeiramente nas instalações hidráulicas para então iniciar a implantação do piso. Falta instalar a rede elétrica, instalações sanitárias, cabeamento para informática, pintura, projeto de prevenção de incêndio, grades e portões, além do acabamento final.

O reajuste no custo das obras foi causado principalmente pelo furto de materiais. Foi necessário adquirir novas portas, janelas e vasos sanitários que estavam prontos para serem instalados, mas foram levados por criminosos.

Foi preciso atualizar planilhas e ajustar o orçamento original, de pouco mais de R$ 3 milhões, feito em 2012. Com a paralisação, o custo foi reajustado  em R$ 872 mil, elevando o orçamento final para R$ 3,8 milhões.

 
 

OUTRA ESCOLA

Além dessa unidade, a prefeitura está construindo outra escola na Vila Nathália. Com 12 salas de aula, terá ainda laboratório, quadra poliesportiva coberta, instalações administrativas, com todas as adequações de acessibilidade.

Atualmente os 426 estudantes da região estudam em um prédio alugado. Os alunos do 6º ao 9º ano estudam nos bairros vizinhos.

A construção da escola da Vila Nathália tinha recursos assegurados há quatro anos,  quando foi firmado convênio com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para o repasse de R$ 3,4 milhões. A primeira parcela foi liberada em julho de 2014, no valor de R$ 684,6 mil.

Como o orçamento estava defasado, com planilhas feitas há mais de sete anos, a prefeitura teve de ampliar a contrapartida (ou seja, bancar ainda mais o custo), para garantir a construção da escola que vai exigir um investimento de R$ 4,2 milhões. Não foi divulgado o valor da contrapartida.

 
 

Felpuda


Falatório e atitude de membro da família acenderam a luz vermelha no “QG” de candidato, pois poderão causar muitos estragos. 

A tropa de choque de defensores do candidato a prefeito já foi colocada em campo e só falta falar que os genes de ambos são diferentes. 

E com relação ao dito-cujo, sabe-se que deverá ser orientado a “baixar a bola” nos próximos dias, mais precisamente até o término da campanha eleitoral.

Afinal...