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CONFLITO

Presidência autoriza e Exército começa hoje operação em 4 cidades de MS

Pedido foi feito pelo governador à presidência depois de conflitos em Antônio João
01/09/2015 11:11 - ALINY MARY DIAS


 

O pedido do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) ao Governo Federal para ajudar a diminuir a tensão em área de conflito fundiário do Estado foi atendido pela Presidência da República e as tropas do Exército começam operação no Estado na tarde desta terça-feira (1º).

Em comunicado, o Ministério da Defesa afirmou que além de Antônio João, onde a situação é tensa desde a ocupação de cinco fazendas no último dia 22 de agosto, as tropas também terão poder de polícia em Aral Moreira, Bela Vista e Ponta Porã. Regiões que possuem conflitos antigos.

A primeira estimativa, segundo ordem da presidente Dilma Rousseff (PT), é que o Exército fique durante 30 dias nas regiões. A operação foi batizada de Dourados.

Nesta terça, houve reunião entre forças de segurança e todos os documentos para as ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

“Num primeiro momento, a mobilização do aparato militar envolverá o Exército. Porém, se houver necessidade, a Defesa poderá empregar tropas da Marinha e da Aeronáutica. O envolvimento das Forças Armadas foi solicitado pelo governo estadual a partir da informação de que o conflito na região ter assumido “grandes proporções”, informou o Ministério da Defesa em nota.

ATUAÇÃO

Assim como acontece em outras regiões do país, as Forças Armadas não estarão disponíveis para ato de reintegração de posse, segundo o general do Comando Militar do Oeste (CMO), Paulo Humberto, a reintegração não é atribuição do Exército.

“A solução não está aqui, está em Brasília e vamos atuar na diminuição da tensão de uma crise já instalada”.

 

Felpuda


Sem conseguir controlar a verborragia, figurinha estreante no mundo político-partidário, e que se acha “o último biscoito do pacote”, acabou batendo de frente com titãs da política. Primeiro perdeu os anéis e, agora, os dedos correm sérios riscos. Anda “ameaçando” deixar o lugar onde se encontra, só que por lá vem ouvindo frases como “se é por falta de adeus...”, “os incomodados que se mudem” e “não fará nenhuma falta”.

Como se vê...