Cidades

REAJUSTE

Prestação mínima do Minha Casa, Minha Vida vai aumentar em novos contratos

Prestação mínima do Minha Casa, Minha Vida vai aumentar em novos contratos

AGÊNCIA BRASIL

09/01/2016 - 07h00
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A prestação mensal do financiamento para a faixa de renda mais baixa do Programa Minha Casa, Minha Vida vai sofrer reajuste neste ano. O aumento na prestação vai passar a valer para os novos contratos do programa habitacional, que começarão a ser assinados até fevereiro.

Por e-mail, o Ministério das Cidades confirmou à Agência Brasil o reajuste nos novos contratos do programa para a prestação mínima. De acordo com a assessoria, no entanto, a nova mensalidade ainda não foi definida.

A prestação mínima atual para os beneficiários da Faixa 1 do programa é R$ 25.  O novo valor está sendo discutido pelo governo e deve ser anunciado antes do início das contratações da terceira fase do Minha Casa, Minha Vida, no final deste mês ou no começo de fevereiro.

A Faixa 1 contempla famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil e concentra os beneficiários que mais recebem subsídios do governo para a aquisição da casa própria. No Minha Casa, Minha Vida 3, essa faixa passará a englobar famílias que ganham até R$ 1,8 mil por mês.

Na Faixa 1, cerca de 95% do valor do imóvel é financiado pelo governo e não há cobrança de juros. Os demais beneficiários do programa pagam as mensalidades seguindo as regras das taxas de juros de cada financiamento.

Em setembro do ano passado, o governo anunciou o reajuste dos juros cobrados no programa, que passarão a variar de 5% a 8%, segundo as novas regras. Também foi anunciada a criação de uma faixa intermediária de renda, para famílias que ganham entre R$ 1,6 mil e R$ 2.350 mensais

Operação Responsa Sagrada

Força-tarefa investiga grupo por cadastrar membros de facção para pagar auxílio a esposas de presos

A operação, batizada de "Responsa Sagrada", foi deflagrada nesta semana, cumprindo mandados de prisão e apreensão no Rio Grande do Norte e no Mato Grosso do Sul.

20/06/2024 14h30

Polícia Federal/ Divulgação

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Agentes da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado, coordenada pela Polícia Federal, cumpriram nesta semana, mandados de prisão preventiva e busca e apreensão em Campo Grande e no município de Nísia Floresta (RN), contra grupo  responsável pela administração financeira e cadastros dos membros de uma organização criminosa que atua no Rio Grande do Norte.  

De acordo com a Polícia Federal, os investigados seriam responsáveis por pagar uma espécie de auxílio às esposas e companheiras de chefes da facção recolhidos nas unidades prisionais federais.
 
Diante das informações, os policiais federais foram às ruas, na última terça-feira (18), para cumprir  cinco mandados de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão em Campo Grande e na cidade de Nísia Floresta, na Grande Natal, no Rio Grande do Norte. 

Os investigados não foram localizados durante as diligências e seguem foragidos.


Investigação

Segundo as investigações da PF, revelou que o grupo criminoso era responsável pela cobrança e recebimento de uma contribuição mensal paga pelos membros da organização criminosa, bem como pela destinação dos valores arrecadados, pagando uma espécie de auxílio às esposas e companheiras dos chefes da facção recolhidos nas unidades prisionais federais.

Diante destas informações, o grupo mantinha um cadastro detalhado contendo dados de todos os integrantes.  

A partir da representação em Inquérito Policial, a Unidade Judiciária de Delitos de Organizações Criminosas do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte expediu os mandados de prisão preventiva aos investigados. 
 

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Cidades

Festas juninas acendem alerta de acidentes com queimaduras

Confira dicas de como prevenir acidentes durante as festas de São João

20/06/2024 13h30

Reprodução

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Durante as festas de São João que se estendem por julho, é crucial tomar cuidados específicos para evitar acidentes graves relacionados ao manuseio de fogos de artifício e às fogueiras tradicionais. Antonio Carlos da Costa, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão (SBCM), destaca que as mãos são frequentemente as partes mais atingidas nessas ocasiões.

Segundo dados do Ministério da Saúde, os acidentes mais comuns são queimaduras de segundo grau nos membros superiores, especialmente mãos e punhos, devido à manipulação inadequada de fogos e ao manuseio de fogueiras. Esses acidentes podem resultar em amputações, deformidades graves e até mesmo serem fatais, afetando principalmente homens entre 15 e 50 anos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que as queimaduras são uma das principais causas de lesões não fatais na infância, com cerca de 180 mil mortes por ano globalmente. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou quase 5 mil internações por queimaduras em apenas três meses recentes, com uma média de 52 internações diárias nesse período.

É essencial reconhecer os tipos de queimaduras, que variam do primeiro ao terceiro grau, com este último podendo afetar não apenas a pele, mas também tecidos mais profundos como músculos e ossos. Em caso de queimaduras leves, recomenda-se lavar a área com água corrente por pelo menos dez minutos e aplicar uma compressa fria. Queimaduras graves exigem atenção médica imediata.

Para prevenir acidentes, a Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão oferece diretrizes importantes:

  • Ao utilizar fogos de artifício, seguir rigorosamente as instruções de segurança do fabricante, mantendo uma distância segura durante o acendimento e evitando apontá-los na direção de pessoas, animais ou objetos inflamáveis.

  • Em relação às fogueiras, manter distância segura para evitar queimaduras pelo calor intenso, especialmente durante o acendimento com materiais inflamáveis como papel, madeira seca ou álcool.

  • Supervisionar constantemente as crianças durante as festividades para evitar que se envolvam em atividades perigosas que possam resultar em queimaduras.

  • Em caso de acidente, não tentar remover tecidos grudados na pele queimada ou corpos estranhos. É fundamental procurar ajuda médica imediatamente.

Seguindo essas orientações, é possível reduzir significativamente o risco de acidentes graves durante as festividades de São João, garantindo um período mais seguro e livre de incidentes.

Com Agência Brasil

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