Cidades

Balanço parcial

A+ A-

PRF divulga que 13 pessoas morreram em 214 acidentes

PRF divulga que 13 pessoas morreram em 214 acidentes

ESTADÃO

25/12/2010 - 17h32
Continue lendo...

Desde o começo do dia de Natal até as 15h (horário de Brasília), ao menos 13 pessoas morreram em estradas de todo o País vítimas de acidentes. Segundo um balanço divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), 157 pessoas ficaram feridas em 214 acidentes.

 Nesse período, a PRF realizou 1.303 testes de bafômetro, dos quais 57 derem resultado positivo. Vinte e um motoristas foram detidos por embriaguez.

entrevista jerson domingos

"Há uma grande possibilidade de se abrir novos concursos"

O conselheiro revelou que novas funções deverão ser criadas e, por isso, será necessário um concurso

02/03/2024 08h30

Foto: Marcelo Victor

Continue Lendo...

Há mais de um ano na presidência do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS), o conselheiro Jerson Domingos concedeu uma entrevista exclusiva ao Correio do Estado e falou sobre os novos projetos adotados na sua gestão na Corte de Contas.

Um desses projetos é voltado para a primeira infância, com destaque para a redução da falta de vagas nas creches. Outro projeto é voltado para o transporte coletivo rural, fazendo a triagem dos motoristas, principalmente em relação ao comportamento fora do serviço.

Jerson Domingos ainda falou sobre a preocupação com a preservação do Pantanal de Mato Grosso do Sul, bem como sobre a realização de novos concursos públicos para preenchimento de vagas na Corte de Contas. 

O futuro político do presidente do TCE-MS também foi tratado na entrevista, já que há um boato de que ele pode sair candidato a deputado estadual pelo MDB em 2026.

_

Conselheiro, desde quando assumiu a presidência do TCE-MS, o senhor tem dado uma atenção especial à primeira infância. Quais os avanços já conquistados nesse sentido?

Por um acaso, nós temos uma equipe bastante competente, que sempre está se atualizando em relação aos problemas sociais, não somente na questão das fiscalizações, mas em todos os sentidos. E isso é uma questão que nos desperta e despertou bastante a atenção.

E continua a preocupação, né? Então, estamos retomando as conversações com o governo do Estado. Quanto ao Tribunal, já disponibilizou R$ 12 milhões, e a Assembleia mais R$ 7 milhões, nós precisamos avançar bastante em relação a isso.

Conto para você em primeira mão que conversei com a Caixa Econômica Federal há duas semanas e ela tem disponibilidade financeira, recursos para investimentos dos gestores públicos municipais suprirem essa deficiência que nós temos de vagas [em creches]. Então, deveremos estar já em reunião com todos os prefeitos do Estado, com a Caixa e equipe técnica, para assessorar e dar celeridade na elaboração dos projetos.

E também na liberação das certidões, que se fazem necessárias para fazer o aporte do dinheiro público e da instituição financeira em uma proposta bastante significativa e importante.

São 10 anos de prazo, com 4 anos de carência a qualquer tipo de aplicação de recursos para o bem da sociedade, da população de nosso Mato Grosso do Sul, pois a falta de vagas é um gargalo que se tem.

Dia desses, conversava com a prefeita Adriane Lopes, que está entregando agora um número bastante significativo de salas de aula para acomodar as crianças, mas ainda o deficit de vagas em Campo Grande é muito grande. Esse trabalho não se resume a encontros, eventos e discursos.

Ele depende de muito tempo de ação e atividade. Fazer compreender que o direito da criança é inviolável. Nós temos de trabalhar até o momento em que toda a nossa população estiver atendida em relação às vagas nas creches.

O senhor tem um projeto voltado para o transporte escolar no Estado, poderia detalhá-lo?

É complementação, na verdade, desse programa da primeira infância. Nós estamos cuidando das crianças de zero a 6 anos de idade, que é o período de creche. Porém, nós não podemos nos esquecer também da forma como o transporte coletivo rural trata nossas crianças.

Eu vou citar um exemplo, porque isso é muito próximo dos meus olhos, aqui no Pantanal do Rio Negro, ali na região do Corixão, que chamamos assim como referência, porque é uma localidade de conhecimento de toda a comunidade. Desse ponto até o município de Rio Negro, nós temos uma distância aproximada de 65 quilômetros.

Uma criança tem de acordar às 3h30min, pega um ônibus às 4h30min e chegar a Rio Negro para estudar às 7h30min, quando começam as aulas. Quer dizer, o retorno também é desumano, pois ela sai da sala de aula às 11h30min e chega a sua casa às 14h30min.

Veja, essa criança tem das 4h até as 7h30min e, depois, das 11h30min até as 14h30min, ou seja, mais de seis horas dentro de um transporte coletivo de péssima qualidade e sem a menor segurança.

Qual é a possibilidade de essa criança estar captando os ensinamentos dos professores dentro da sala de aula? Eu digo para você que é nenhuma, conheço as crianças da localidade, são meninos e meninas com 10 anos de idade que ainda não sabem ler ou leem muito mal e quase nenhum sabe escrever.

Então, por isso, vamos tomar essa iniciativa, que será desenvolvida pelo Tribunal de Contas, em conjunto com a Secretaria de Estado de Educação [SED], a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública [Sejusp], o Departamento Estadual de Trânsito [Detran-MS], 
a Polícia Militar Rodoviária Estadual, a Polícia Rodoviária Federal e a Defensoria Pública, para ofertar uma condição melhor e mais respeitosa às crianças em relação ao que é ofertado atualmente.

Serão várias medidas, que já estão sendo preparadas para discutir em conjunto, e uma delas é encurtar a distância. 

Em vez de você se deslocar dessa localidade até a zona urbana do município, talvez no meio desse percurso haja um distrito onde possamos retomar, fisicamente, salas de aula. 

Essa localidade será transformada em uma escola novamente, com a possibilidade de ter ou com a obrigatoriedade de ter fisicamente um professor, mais o auxílio de estrutura de educação a distância [EaD], pois, pela facilidade que nós temos hoje de sinal de internet, é uma alternativa.

No entanto, o mais importante é a triagem dos motoristas, principalmente em relação ao comportamento fora do serviço. Se ele responde por processo de pedofilia, tem vícios, 
como embriaguez ou uso de alguma droga ou de algum produto químico ilegal, se tem passagem na polícia por agressão dentro de casa contra a esposa ou contra os filhos.

Esse condutor de ônibus tem de ser muito bem triado e, por isso, a importância da parceria com a Sejusp, para levantara a ficha de cada profissional que transporta essas crianças de suas casas até a localidade de ensino.

Depois, a outra parte será equipar esses ônibus com um dispositivo com o qual o TCE-MS terá, em tempo real, a localização de cada veículo.

As linhas [de transporte rural] são imensas, o quantitativo aí eu creio que seja em torno de duas mil linhas dentro do Estado.

Lógico, que nós não vamos estar averiguando isso todos os dias, mas podemos fornecer ao município o programa para que faça o acompanhamento do trajeto desses ônibus, trazendo economia pelo fato de poder acompanhar o veículo desde onde pega a criança até a escola. P

ois essas crianças, normalmente, são filhas de funcionários rurais, que trocam muito de emprego, então, muitas vezes, as crianças não estão mais naquela linha, porém, o ônibus continua fazendo trajeto e cobrando por aquele percurso.

Quer dizer, nós vamos oportunizar também uma economia significativa de recursos para os municípios. Além disso, a verificação e a adequação desses ônibus serão feitas pelo Detran-MS, pelo Ministério Público e pelo TCE-MS. Queremos propor que esses ônibus não possam ter mais do que 10 anos de uso, além de terem boas condições.

Também vamos instalar câmeras para acompanhar o comportamento do motorista e até há a possibilidade de pôr um monitor ou um professor dentro do ônibus para acompanhar esse transporte coletivo, ou seja, são medidas que só virão para melhorar a condição do transporte coletivo e melhorar a qualidade de ensino dessas crianças.

No ano passado, o senhor também se mostrou preocupado com a preservação do Pantanal e tomou algumas medidas nesse sentido. Em que pé esse tema se encontra atualmente?

Era uma medida que precisava ser tomada naquele momento, porque eu entendi que nós teríamos ali um impacto, um prejuízo ambiental muito grande.

Afinal, estavam construindo um dique em toda a planície do Pantanal, entre a serra e o Rio Paraguai, que é o termômetro que nos dá sobre as cheias. Então, de que forma isso acontece?

No início das chuvas, as águas que se acumulam no Pantanal, na planície, são as oriundas das chuvas localizadas.

Elas têm o seu percurso normal, descem a serra e repõem a água que evaporou no período da seca, nos corixos e nas baias, irrigando toda a planície pantaneira. Enfim, é um processo natural e que não pode ser alterado, é inviolável.

Quando você faz um dique, a ideia é que haverá um represamento entre a água da serra e o dique. A parte de baixo do dique, no sentido do Rio Paraguai, vai virar deserto, uma vez que não vai receber essa irrigação.

Em tempo: o período que nós recebemos água das cheias provenientes da região norte de Mato Grosso, que chega aqui em Mato Grosso do Sul, no fim de fevereiro, março e abril, faz o Rio Paraguai transbordar e jogar água para fora. Quer dizer, então, que é uma cheia de dentro para fora, do rio para a planície.

Ora, se há um represamento entre a serra e a estrada pela construção desse dique, vem essa água toda do Rio Paraguai e comprime a rodovia. O que vai acontecer, então? Vai dissolver, pois é uma terra sem nenhuma consistência.

Ela é arenosa, e essa rodovia não vai suportar a umidade, mas vai dissolver esse material. Vai assorear as baias e os corixos e vai causar um dano imenso à natureza, algo que não se conserta a curto, a médio, tampouco a longo prazo. Só Deus sabe quando isso poderá ser recuperado novamente.

E outra rodovia que me trouxe bastante preocupação é a que sai de Coxim, na margem direita do Rio Taquari, a uma distância de aproximadamente 120 km. Toda ela levantada com material sem consistência, arenoso, com desmatamento em suas laterais e sem vasão de água. 

Em algumas localidades essa rodovia está a 300 m, a 500 m e até a mil metros do Rio Taquari.

Ora, se nós discutimos o assoreamento do Rio Taquari há décadas e décadas, nós estamos colaborando com a diluição desse material depositado por meio do represamento das águas. O caminho dessa areia é o Rio Taquari, colaborando ainda mais com o seu assoreamento.

Então, eu penso que isso é um assunto que tem de ser debatido com mais critério, com mais responsabilidade técnica e com pessoas que realmente conheçam o nosso ecossistema, o nosso Pantanal.

O produtor rural pantaneiro foi ouvido na concessão dessas rodovias? Ele foi consultado de que maneira? Porque o pantaneiro verdadeiro sabe a necessidade de se construir a estrada, onde e de qual maneira. 

Não um técnico que desconhece totalmente a realidade do Pantanal. E nós não podemos brincar com uma extensão de terra preservada, que é um patrimônio não mais só de Mato Grosso do Sul nem do Brasil, mas da humanidade.

Então, se nós não tivermos essa preocupação com os 90 mil km2 de Pantanal, deixaremos de ter vaidades, como fazer uma obra irresponsável causar um prejuízo irreparável, por exemplo, em minha previsão, o assoreamento das baias e dos corixos, acabando com a cadeia alimentar do Pantanal na sua totalidade. Talvez a própria Lei do Pantanal possa ajudar nessa questão, até porque ainda não me inteirei dela [por inteiro] 
ou como foi construída.

Eu só não entendo o tempo que se levou para a elaboração de uma nova lei para a bacia do Pantanal, e mesmo assim ela ainda ter seus erros e defeitos, com toda certeza, pois Pantanal não se discute, Pantanal não se decide com meia dúzia de conversa tampouco com aqueles que só têm o conhecimento por meio de livros.

E nunca ouviu o pantaneiro mesmo, aquele que está lá criando o seu gado, criando a sua família há 200 anos. Hoje se cria uma lei dentro de uma sala com ar-condicionado, sem nem sequer saber diferenciar um pé de bocaiuva de um pé de carandá.

Recentemente, foi realizado um concurso público para procurador substituto do Ministério Público de Contas do Estado do Mato Grosso do Sul (MPC-MS). Há a previsão de novos concursos públicos no TCE-MS?

Nós tivemos agora o resultado, e já será anunciado, daqui talvez uma semana, para preencher três vagas de procuradores. 

O concurso transcorreu da melhor maneira possível, com normalidade e com a participação de instituições importantes, como o Ministério Público e o Tribunal de Justiça, que nos auxiliaram na conclusão do processo.

Com certeza, esses três novos procuradores estarão somando conosco, cumprindo a responsabilidade e as atribuições que lhes conferem.

Portanto, há uma grande possibilidade de se abrir novos concursos públicos no Tribunal de Contas e em vários setores.

Quando você anteriormente me perguntou sobre a primeira infância, depois sobre o transporte coletivo e, por último, me fez uma pergunta sobre as questões ambientais, a ideia é trazer para a presidência uma coordenação de todos esses temas que são de extrema importância.

Não que a relatoria da educação migre do seu relator principal para a presidência, mas a ideia é construir um grupo de trabalho, a fim de que a gente possa ofertar ao gestor público sugestões e propostas para solucionar problemas que a sociedade enfrenta.

Então, talvez a presidência tenha s necessidade de ter um quadro de servidores à disposição para oferecer esse tipo de serviço, afinal, o quadro que nós temos hoje é deficiente, não na função da fiscalização de contas, mas nessa vontade que nós temos de oferecer algo mais à sociedade.

Talvez a gente tenha a necessidade de abrir alguns concursos públicos para determinados cargos ou, talvez, nomear comissionados especializados em cada uma das áreas que vamos atuar, ampliando o nosso leque.

Para finalizar, depois de se aposentar do TCE-MS, o senhor pretende disputar nas eleições de 2026 uma vaga de deputado estadual ou vai se retirar da vida pública?

Eu digo sempre que o futuro a Deus pertence. Hoje, graças a Deus, meu foco está muito mais voltado ao Tribunal de Contas. Aos projetos de cooperação com os gestores e na modernização do Tribunal. Mas se Deus me der força e a minha família me permitir, ao me desligar 100% do Tribunal, quem sabe, não é? 

Então, deixa um ponto de interrogação aí ainda, porque é muito cedo para falar sobre isso. Hoje nós temos uns dois anos pela frente, um ano de presidente e mais um ano como conselheiro, até o fim de 2025.

Portanto, em 2026, se eu decidir ser candidato, a primeira pessoa com quem vou conversar vai ser você, para pedir o seu voto.

PLANO-REAL

Há 30 anos FHC e Silvio Santos discutiam transição para o real com batom e faxina

O episódio foi relembrado nas redes sociais da Fundação FHC para marcar as três décadas da entrada em vigor da URV (Unidade Real de Valor)

01/03/2024 23h00

Em meio a uma ofensiva de comunicação para explicar a população o que era a URV, que serviria de transição para a implementação do real em julho daquele ano Crédito: Valter Campanato/Agência Brasil)

Continue Lendo...

Há 30 anos, o então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, ia ao auditório do Programa Sílvio Santos no SBT apresentar, com exemplos corriqueiros que iam do preço de um batom ao valor da diária de uma faxineira, um ambicioso plano de estabilização econômica que acabaria com a hiperinflação no país.

O episódio foi relembrado nas redes sociais da Fundação FHC para marcar as três décadas da entrada em vigor da URV (Unidade Real de Valor), um índice de referência para o valor real de preços descontando a alta inflação do cruzeiro real, em 1º de março de 1994.

Em meio a uma ofensiva de comunicação para explicar a população o que era a URV, que serviria de transição para a implementação do real em julho daquele ano, o então ministro do governo Itamar Franco foi ao programa popular do SBT.

Logo na apresentação do ministro ao público, Silvio Santos introduz o tema pronunciando a sigla URV como uma palavra, "urvi", ao que é corrigido por FHC.

"Os meus funcionários perguntam se eles vão perder alguma coisa com a 'urvi'. O que é que o senhor acha, ministro? Eles vão perder?", questiona o apresentador.
"Olha, primeiro esse 'urvi' o nome é muito feio, né? Eu gosto de falar URV", responde o ministro, que seria eleito presidente da República no fim daquele ano.

"Hoje, como você sabe, com a inflação, a gente pensa que ganha um montão de dinheiro, mas, quando vai comprar, o montão sumiu, porque a inflação corrói o salário. É sorvete no asfalto quente, desaparece o salário. Então essa URV é uma maneira de você não perder, porque eu vou definir o salário fixo em URV", afirmou.

FHC explica, então, que o salário seria atrelado à inflação e que a população veria o preço correspondente à URV, estável em relação ao dólar, para ter uma referência do preço sem o aumento da inflação.

"Uma empregada doméstica, por exemplo, chega na minha casa, eu digo para ela: 'Olha, fulana, você vai ganhar 100 cruzeiros'. Como hoje é dia primeiro, então ela sabe que está ganhando 100. Só que, quando eu vou pagar para ela no dia 30, vou puxar uma nota de 100 e dar para ela. Acontece que aquela nota de 100, com uma inflação de 40% [ao mês] que nós estamos tendo, ela recebe os 100, mas não vale 100, vale 60. Agora, com a unidade real de valor, eu vou chegar perto da empregada e dizer: 'Olha, você vai ganhar 100 cruzeiros'. Acontece que, se a inflação for de 40%, no final do mês, ela não vai receber só os 100. Ela vai receber 140", exemplifica Silvio Santos.

Silvio usa ainda o exemplo de fabricantes de sapatos para explicar o que são oligopólios e dizer que o governo fiscalizaria aumentos abusivos de preços.


"O sapato não é oligopólio", diz FHC. "Mas vamos supor que fosse", continua, antes de dizer que fabricantes não poderiam se unir para definir em conjunto um preço acima da inflação.

Outro bem que o apresentador escolhe para exemplificar o tema é o batom, "porque a maior parte aqui do meu auditório usa batom", diz, dirigindo-se à plateia majoritariamente feminina.


"De acordo com a nossa programação, certamente, na pior das hipóteses, no segundo semestre, a inflação caiu, acaba", diz FHC, defendendo o plano. "Por que não faz já? Porque a população tem que participar, tem que entender, tem que se acostumar a calcular [os preços] de maneira fixa, estável, na URV."
Silvio encerra o programa fazendo um apelo para que a população tomasse a URV como referência para ajudar a estabilização dos preços.

"O que o ministro deseja, o que nós, brasileiros, que zelamos pela nossa pátria, desejamos, é que você nos faça um favor. Veja quanto custam as coisas, mas veja em cruzeiros e transforme imediatamente em URV. Essa é a primeira lição da cartilha. Veja quanto você está pagando por qualquer coisa, por uma gravata, por um quilo de feijão, por uma roupa, por uma saia, por um corte de cabelo. Veja quanto você está pagando em cruzeiros e transforme imediatamente em URV. Se você fizer isso, nós já passamos do primeiro para o segundo ano", conclui.

Assine o Correio do Estado

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).