Cidades

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Procurador pode ser levado a júri popular

Procurador pode ser levado a júri popular

Redação

17/03/2010 - 07h25
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O procurador de Justiça aposentado Carlos Alberto Zeolla, assassino confesso do sobrinho Cláudio Alexander Joaquim Zeolla, 24 anos, pode ir a júri popular. O crime aconteceu em março do ano passado, em Campo Grande. O Ministério Público Estadual (MPE) requereu ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ/MS) que o processo que tramita naquela instância seja encaminhado ao Tribunal do Júri. O MPE entende que, como Carlos Zeolla já está aposentado (a aposentadoria ocorreu após o assassinato), não tem mais direito a foro privilegiado, e por isso deve ser submetido a julgamento pelo júri popular. O pedido está nas mãos do desembargador Atapuã da Costa Feliz. O advogado de Carlos Zeolla, José Trad, diz que a defesa não concorda com o posicionamento do MPE e já se manifestou contra. Os argumentos da defesa para manutenção do julgamento do procurador aposentado pelo Tribunal de Justiça também já estão com o desembargador. Se o TJ decidir que o processo tem que tramitar pelo Tribunal do Júri, Carlos Zeolla irá a júri popular. O crime A vítima Cláudio Zeolla seguia para academia de ginástica quando foi atingida na nuca por um tiro disparado pelo tio. O rapaz foi socorrido e morreu na Santa Casa. O relato de testemunhas levou a polícia até o procurador. Ele, inicialmente, negou o crime, mas diante das evidências foi autuado em flagrante. Carlos Zeolla só confessou o assassinato dois dias depois, para o procurador-geral de Justiça e chefe do Ministério Público Estadual, Miguel Vieira da Silva. O procurador aposentado declarou que matou Cláudio Zeolla porque ele havia agredido o avô (pai de Carlos Zeolla). Ele continua preso, só que em prisão hospitalar, na Clínica Carandá, e sem escolta policial. Insanidade Após alegar ser portador problemas psiqu iátricos, Carlos Zeolla aposentou-se no fim do ano passado. A insanidade mental foi atestada na área administrativa, para fins de aposentadoria, e não tem relação com a parte criminal. Os laudos sobre problemas psiquiátricos de Carlos Zeolla, para a parte criminal, emitidos em 2009, atestam que ele estava consciente de que cometia um crime, quando atirou no sobrinho. A defesa contestou e pediu que fossem respondidos novos questionamentos. Ainda não há uma decisão.

Mercado online

Polícia acaba com esquema que desviava mercadorias compradas on-line

O esquema contava com participação de funcionários que desviavam compras feitas online; apenas uma funcionária furtou um total de R$ 10 mil no último mês

15/07/2024 17h20

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Funcionários de uma transportadora de entrega de produtos adquiridos pela internet, foram presos pelo desvio de mercadorias. Somente em junho "a mão leve" levou o equivalente a R$ 10 mil. 

A atividade do grupo foi encerrada na manhã desta segunda-feira (15), quando agentes da 2º Delegacia de Polícia prendeu o grupo de funcionários que agiam tanto em Campo Grande quanto no interior do Estado.

O levantamento das investigações indicou que os funcionários usavam o sistema da transportadora e davam baixa (marcando como se a mercadoria fosse entregue) nos produtos que terminavam desviando. O grupo tinha preferência pelas seguintes mercadorias:

  • Joias
  • Celulares
  • Roupas
  • Perfumaria
  • Itens alimentícios, entre outros.

Além disso, o foco dos criminosos estavam em produtos destinados a outros estados e por alguma inconsistência do sistema terminavam no depósito da empresa na Capital. Como ficavam meses sem destino o grupo acabava ludibriando o sistema e ficando com a encomenda. 

Conforme divulgado pela Policia Civil, uma das funcionárias que participava do esquema confessou que desviou aparelhos celulares e joias revendidas de joalherias de marcas conhecidas que por fim terminaram sendo derretidas.

Apenas essa funcionária desviou um total de R$ 10 mil reais em furtos referentes ao mês de junho. No sistema ela ainda repassava os valores das notas fiscais por metade do preço. 

Os agentes seguem com a investigação para recuperar os objetos furtados. Como não houve flagrante da ação criminosa alguns dos envolvidos seguem soltos para responder ao processo em liberdade.

Com relação a transportadora os suspeitos tiveram o  contrato de trabalho rescindido.

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Estelionato

Mulher alega dívida em jogo do Tigrinho, pede cartão a idoso e saca R$ 100 mil

Ao relatar aos policiais, o idoso disse que a mulher pediu ajuda porque precisava sacar dinheiro do jogo, afirmando que estava sem o aplicativo do banco

15/07/2024 17h00

Imagem ilustração

Imagem ilustração Reprodução/

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Um idoso de 66 anos procurou a polícia nesta segunda-feira (15) após ser vítima de estelionato em Campo Grande. De acordo com a polícia, a vítima estaria devendo quase R$ 100 mil em empréstimos bancários feitos por outra pessoa, que foram utilizados para jogos de cassino online sem sua permissão.

Conforme informações do boletim de ocorrência, o idoso relatou que a vizinha de 27 anos pediu o cartão emprestado, alegando estar com problemas no aplicativo bancário e precisando sacar dinheiro que havia ganhado no jogo do Tigrinho, conhecido popularmente como jogo de cassino online. 

Como a jovem morava no local há três anos, o idoso disse à polícia que confiou nela e resolveu emprestar seu cartão bancário. Em depoimento, o idoso afirmou que descobriu o estelionato depois que sua filha verificou o extrato bancário e encontrou um saque de R$ 7 mil.

Em depoimento à polícia, a filha do idoso disse que foi até a residência da mulher para tirar satisfações sobre o saque, mas foi surpreendida ao descobrir que a suspeita não estava mais morando no local.

Preocupados com o alto valor sacado, o idoso e sua filha foram até a Polícia Civil registrar a ocorrência por estelionato contra idoso. De acordo com a polícia, há câmeras de segurança em locais onde a mulher teria sacado o dinheiro, o que pode ajudar na identificação da suspeita.

 

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