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CONFLITO EM MS

Produtores e índios entram em acordo ou caso será decidido na Justiça, diz ministro

José Eduardo Cardozo disse que será formada comissão para tratar assunto no Estado
02/09/2015 16:49 - GABRIEL MAYMONE E MARESSA MENDONÇA


 

Para tentar resolver os conflitos entre produtores rurais e indígenas, em Antonio João (MS) – distante 402 km da Capital -, o Governo Federal vai começar uma mediação, informou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, nesta quarta-feira (2), em Campo Grande. Conforme o ministro, serão definidas cinco áreas de conflito no Estado para tentar um acordo.

Em seu pronunciamento, o ministro disse que será criada comissão formada por representantes do Governo Federal, Estadual, produtores e lideranças indígenas. Porém, Cardozo, frisou que não pode haver quebra de acordo. Uma das regras é não haver agressões, de ambas as partes – indígenas e produtores -. “Não aceitarei ofensas à lei, de qualquer natureza”, declarou Cardozo.

O ministro ressaltou que as tropas do Exército e Força Nacional estão no local para garantir a segurança. “A ideia é criar situação de paz para dialogar. Se houver quebra de acordo, a mediação vai parar e caberá ao judiciário decidir”, destacando que, se caso parar na Justiça, a solução pode demorar décadas.

O ministro declarou que não está descartado o pagamento de indenização aos produtores, porém, dependerá do orçamento da União.

MORTE

Sobre as investigações acerca da morte do líder indígena Simão Vilhalva, durante retomada de área por parte dos produtores, o ministro pouco falou. Cardozo limitou-se a dizer que as investigações estão sendo feitas pela Polícia Federal e que estão sob sigilo. “Os responsáveis serão rigorosamente punidos”

Felpuda


Depois de se “leiloar” durante meses, e afirmando que estava até escolhendo o município para se candidatar a prefeito, ex-cabeça coroada não só não recebeu acenos amistosos, como também não encontrou portas abertas com tapete vermelho a esperá-lo. 

Assim, deverá pendurar as chuteiras e fazer como cardume em seu pesqueiro: nada, nada...