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CORONAVÍRUS

Apenas duas das 79 cidades de MS não tem casos de Covid

No início da semana eram quatro cidades, mas duas entraram no mapa de atingidas pelas doença
26/07/2020 16:36 - Glaucea Vaccari


Com 21.514 casos confirmados de Covid-19 e 305 mortes pela doença, Mato Grosso do Sul tem apenas dois, dos 79 municípios, que não registraram nenhum caso positivo até este domingo.

Figueirão, no centro norte do Estado, e Japorã, o extremo sul, permanecem livres do coronavírus em meio a pandemia e aumento de casos no Estado.

Até a última terça-feira (21), eram quatro municípios, mas Sete Quedas teve o primeiro resultado positivo na quarta-feira (22), enquanto Pedro Gomes, que também seguia sem registros, entrou no mapa de municípios afetados pela doença ontem.

Apesar de seguirem por quatro meses sem casos confirmados, tendência é que todos venham a ser afetados em algum momento, segundo o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende.  

Em live no Facebook, Resende destacou o aumento expressivo da Covid-19 no Estado neste mês. Segundo ele, apenas neste última semana, houve elevação de 70% nos casos positivos, na comparação com a semana anterior.  

Prefeitos das cidades sem registros disseram ao Correio do Estado, no início da semana, que medidas tomadas logo no início da pandemia resultaram na ausência de casos.  

Resende, no entanto, não se mantém otimista e acredita que o aumento a curva deve atingir todos os municípios “mais cedo ou mais tarde”, segundo Resende, que explicou que as cidades que ainda se mantém imunes ao coronavírus tem baixa mobilidade urbana e baixa troca com os municípios do entorno.

Estado registra, atualmente, 21.514 casos confirmados de coronavírus, segundo o boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde. 

Deste total, 5.497 estão em isolamento social e 458 pessoas estão internadas, sendo 5 de outros estados, 247 pessoas em leitos clínicos e 216 em leitos de UTI. 

 
 

Felpuda


Devidamente identificadas as figurinhas que agiram “na sombra” em clara tentativa de prejudicar cabeça coroada. Neste segundo semestre, os primeiros sinais começarão a ser notados como reação e “troco” de quem foi atingido. Nos bastidores, o que se ouve é que haverá choro e ranger de dentes e que quem pretendia avançar encontrará tantos, mas tantos empecilhos, que recuar será sua única opção na jornada política. Como diz o dito popular: “Quem muito quer...”.