Cidades

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Remova a confirmação de exclusão

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Redação

17/03/2010 - 02h11
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Astúcia?

Vítima do "golpe do Chapolin", advogado rastreia golpistas em Campo Grande

Após ter cartões de crédito furtados, Laércio Arruda Guilhem conseguiu localizar envolvidos em uma horta

04/12/2025 16h45

Foto: Divulgação

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Vítima do "golpe do Chapolin", o advogado Laércio Arruda Guilhem conseguiu rastrear os golpistas que utilizaram um pequeno aparelho, parecido com um controle remoto comum, para inibir o trancamento de seu carro e furtarem cartões de crédito de sua Montana, no último dia 26.  

Conforme o boletim de ocorrência, o crime aconteceu por volta do 12h na Rua Paineiras, na Vila Gomes, enquanto Laércio almoçava em um restaurante da região junto de uma amiga.

O tipo de crime leva esse nome em razão da semelhança visual e a forma como o aparelho em posse dos golpistas, "intercepta" a comunicação do alarme do carro, fator que remete ao icônico personagem de TV "Chapolin Colorado", que usa suas "anteninhas de vinil" para captar sinais de perigo. 

O ocorrido

Sem perceber qualquer sinal de arrombamento no veículo, só notou o furto no fim do expediente, ao revisar mensagens enviadas pelos banco no início da tarde. 

Da carteira guardada no console desapareceram cartões, além de documentos e um óculos pertencentes à passageira que almoçou junto do advogado. Curiosamente, segundo a ocorrência, itens como roupas, talão de cheques, carteira de motorista e identidade permaneceram intactos. 

Após bloquear os cartões, Laércio foi informado de uma tentativa de compra em uma conveniência no Jardim Centro Oeste. As câmeras do local mostraram uma mulher loira tentando usar os cartões de crédito da vítima. Lá o advogado foi informado pelo atendente que a mulher "concluiu a compra em dinheiro" após os cartões serem bloqueados. 

A partir da tentativa de transação, Laércio descobriu que a compra foi processada por uma máquina do Mercado Pago.

Sem acesso ao caminho oficial, o advogado realizou buscas por conta própria na internet e encontrou após consultar o CNPJ, um nome compatível com o registrado na cobrança, aqui identificado como *Carla Souza, chegando até uma horta no bairro Pioneiros.

O responsável informou que a máquina utilizada naquela transação pertencia à esposa, que trabalhava em uma banca de hortaliças no bairro Universitário.

Sem mencionar o caso, Laércio foi até a banca de verduras em que a mulher trabalha três dias após o crime e ao adquirir produtos no local, confirmou que o equipamento foi o mesmo usado pelos golpistas. O caso segue em apuração.

Como agem os golpistas?

Os bandidos usam um pequeno aparelho, muitas vezes parecido com um controle remoto comum, que funciona como um bloqueador ou "embaralhador" de sinais, que bloqueia o travamento automático de veículos sem deixar sinais de arrombamento.

Quando o motorista aciona o controle remoto do carro para trancar o veículo, o dispositivo "Chapolin" emite um sinal eletromagnético na mesma frequência, interferindo na comunicação e impedindo que as portas se travem.

Em casos assim, o  motorista se afasta acreditando que o carro está trancado, mas o veículo permanece destrancado, permitindo que os criminosos entrem e furtem objetos de valor ou o próprio carro sem deixar sinais de arrombamento. 

Para se proteger contra esse tipo de golpe, é essencial sempre verificar fisicamente se o carro foi trancado após apertar o botão do controle, como o de portões de garagem,  que tem uma pequena antena.

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PROTESTO NA 14

Secretário de segurança afirma que GCM agiu conforme manda a Constituição

Anderson Gonzaga diz que a própria corregedoria da Guarda já abriu procedimento interno para apurar a conduta dos agentes

04/12/2025 16h30

Vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande convidaram o secretário Anderson Gonzaga a esclarecer as ações da Guarda Civil Metropolitana durante o protesto na 14 de julho

Vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande convidaram o secretário Anderson Gonzaga a esclarecer as ações da Guarda Civil Metropolitana durante o protesto na 14 de julho Foto: Câmara Municipal de Campo Grande

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Anderson Gonzaga, secretário municipal de Segurança e Defesa Social, afirmou que a Guarda Civil Metropolitana atuou “em conformidade com a constitucionalidade” em episódio que culminou em confronto no último sábado (29), durante manifestação das mães atípicas contra a prefeita Adriane Lopes, na rua 14 de Julho.

Gonzaga também destaca que as câmeras de segurança registraram toda a ação na região central. Segundo ele, as imagens serão encaminhadas ao Ministério Público Estadual (MPE) e à Polícia Civil, responsáveis por conduzir uma investigação “isenta e transparente”.

O secretário acrescentou que a própria corregedoria da Guarda já abriu procedimento interno para apurar a conduta dos agentes.

Os vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande se reuniram, na manhã desta quinta-feira (4), com o secretário Anderson Gonzaga, para que ele prestasse esclarecimentos sobre a atuação da GCM.

No sábado, durante a abertura do "Natal dos Sonhos", no centro de Campo Grande, uma manifestação, que reuniu mães atípicas e motoentregadores, contra a administração da prefeita Adriane Lopes terminou em confusão entre os manifestantes e a Guarda Civil Metropolitana (GCM).

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