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FERIADO

Devido a pandemia, tradicional romaria de Aparecida acontecerá de carro na Capital

"O novo normal", terá missas e procissão respeitando os protocolos e biossegurança
10/10/2020 11:34 - Flávio Veras


A tradicional romaria da Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida de Campo Grande será realizada às 15h, da próxima segunda-feira (12), porém de um modo diferente, de carro. As missas e a procissão serão realizadas cumprindo os protocolos de biossegurança, devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

De acordo com o Pároco da Igreja Nossa Senhora da Conceição Aparecida da Capital, Padre Jair Maximo, para os católicos, a mãe de Jesus significa uma ligação com criador.  

“Maria para nós, é a mãe que nos acolhe nos momentos mais difíceis. Como a parábola de Bodas de Caná, Jesus ainda não estava pronto, mas vendo o desespero dos pais dos noivos pela falta de bebida em uma festa de casamento, ela pediu a Jesus um milagre, ele a repreendeu, porém depois se compadeceu com aquele povo a pedido dela. Portanto, é isso que ela nos representa”, explicou.  

História  

A data foi determinada como comemorativa em 1954 pelo Papa. No entanto, em 30 de junho de 1980 que o Decreto nº 6.809 foi publicado, no qual general-presidente da República, João Batista Figueiredo, instituiu o feriado nacional, em consagração à Nossa Senhora Aparecida.

A imagem da santa negra foi encontrada em 1717 por três pescadores no Rio Paraíba (SP), chamado à época de Rio Itaguaçu. Eles tentavam há horas, sem sucesso, fisgar algum peixe. Ao içarem a imagem de uma santa degolada e, em seguida, a cabeça, as redes encheram-se de peixes. Os pescadores consideram o feito um milagre da santa resgatada.  

Ao limparem a escultura, perceberam que a imagem era de Nossa Senhora da Conceição, mas estava com cor escura devido ao contato com a lama do fundo do rio. Então, passaram a chamá-la de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Começava assim a história de devoção àquela que viria a ser consagrada padroeira do Brasil, e que faz alusão à Maria, mãe de Deus.

 

 
 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!