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INCENTIVO

Fundo de Esporte e Lazer para Campo Grande entra em vigor

Desenvolvido com a finalidade de incentivar e apoiar o esporte e lazer, fundo de R$ 1 milhão terá editais aberto em 2021
17/10/2020 13:00 - Thais Libni


Aprovado pela Câmara Municipal e sancionado pelo atual Prefeito Marcos Trad, fundo de Esporte e Lazer para Campo Grande entrou em vigor na última sexta-feira (16). 

O Fundo Municipal de Esporte e Lazer (FMEL) foi desenvolvido com finalidade de apoiar e incentivar financeiramente os programas, projetos e ações de esporte e lazer, de iniciativa do poder público municipal e privado no âmbito do sistema Campo-grandense de Esporte e Lazer, criado pela Lei Complementar n. 327, de 23 de julho de 2018. 

De acordo com Rafael Presotto, Chefe da Divisão de Políticas Pedagógicas da Funesp e responsável pela construção do Sistema Campo-grandense de Esporte e Lazer, “o fundo faz parte da política municipal de Financiamento de Esporte e Planejamento (Funesp), a ideia portanto surgiu da necessidade de organização do lazer”. 

Ainda de acordo com Rafael , “o plano é vigente por 8 anos (2021-2028), apontando as prioridades do recurso a ser aplicado“.

Com o orçamento de R$ 1.000.000 milhão para o próximo ano, o programa prevê abertura de editais no início de 2021, para transferência dos recursos em diferentes áreas:

. Captação de eventos esportivos - apoio e financiamento de eventos esportivos com relevância estadual, regional, nacional e internacional em CG.

. Reformas e melhorias de espaços de esporte e lazer da comunidade.
. Apoio a atletas e equipes para representação do município de CG em competições esportivas.
. Implementação de pesquisas científicas nas políticas públicas de esporte e lazer, de interesse do município (projetos realizados nos equipamentos públicos de esporte e lazer).

O fundo poderá constituir sua receita através do Tesouro Municipal previsto na Lei orçamentária de um milhão para 2021.

Ele informou ainda que será criado um comitê dirigente no próximo ano, através de votação em reunião do conselho. “Estamos deixando sistematizado sua aplicação como uma política de estado e não de governo, portanto, as próximas equipes que estiverem na gestão do município deveram aplicar estas leis, a sociedade precisa cobrar e fiscalizar a aplicação de tais leis”, finaliza.

 
 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!