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COVID-19

Saúde confirma mais três mortes e MS chega a 89 vítimas

Mortes são de moradores de Dourados, Guia Lopes da Laguna e Campo Grande
01/07/2020 17:18 - Daiany Albuquerque


 

Subiu para 89 o número de pessoas mortas vítimas da Covid-19 em Mato Grosso do Sul. Na tarde desta quarta-feira (1º) foram confirmados mais três óbitos por conta da doença. As mortes são de moradores de Dourados, Guia Lopes da Laguna e um de Campo Grande.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), a 87ª morte se trata de uma mulher de 64 anos, que estava internada desde o dia 15 de junho no Hospital da Vida, de Dourados.

A vítima era portadora de doença renal crônica e o início dos sintomas foi do dia 10 de junho. Ela recebeu diagnóstico positivo para Covid-19 sete dias depois. A sua morte ocorreu na noite de ontem.

Morador de Guia Lopes da Laguna, um homem de 71 anos foi a 88ª morte do Estado. Ele sofria de asma e de outra pneumopatia crônica. Foi internado no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, ontem, mas morreu hoje devido à doença. O positivo para o novo coronavírus foi feito através de teste rápido.

A 89ª morte foi de um homem de 64 anos, da Capital, que também era renal crônico. Ele estava internado desde o dia 25 de junho no Hospital Regional. Ficou em ventilação mecânica na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O diagnóstico para coronavírus veio no sábado (27). Sua morte ocorreu nesta quarta-feira.

As mortes por Covid-19 no Estado estão divididas da seguinte forma: 26 em Dourados, 11 óbitos em Campo Grande, 10 em Corumbá, 5 em Três Lagoas, 4 em Itaporã, 4 em Ponta Porã, 3 em Itaquiraí, 3 em Guia Lopes da Laguna, 3 em Fátima do Sul, 2 em Amambai, 2 em Batayporã, 2 em Paranaíba, 2 em Vicentina, 2 óbitos de Brasilândia, 2 em Rio Brilhante, 1 em Sidrolândia, 1 em Iguatemi, 1 em Douradina, 1 em Deodápolis, 1 em Anastácio, 1 em Glória de Dourados, 1 em Naviraí e 1 em Nova Andradina.

 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!