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BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO

Saúde notifica mais cinco mortes por dengue e três suspeitas de coronavírus

Pacientes com suspeita de Covid-19 são da Capital e de Três Lagoas. Notificações por dengue aumentaram 22%
12/03/2020 17:35 - Adriel Mattos


A Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Mato Grosso do Sul confirmou mais cinco mortes por dengue na última semana, aumentando para 18 óbitos pela doença em 2020. Além disso, foram notificados mais três casos suspeitos da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Os boletins epidemiológicos foram divulgados nesta quinta-feira (12). Ontem (11), o Estado tinha sete casos em investigação do novo coronavírus.

Dois pacientes são de Campo Grande e outro de Três Lagoas. Eles passaram por Portugal, Reino Unido, Países Baixos e França.

DENGUE

Em uma semana, o número de notificações por dengue aumentou 22%. Agora, são 29.793 registros - contra 24.416 na semana anterior. Foram confirmadas as mortes de uma mulher de 61 anos em Dourados, no dia 31 de janeiro; uma idosa de 92 anos com hipertensão em Aquidauana, em 2 de março; e uma mulher de 41 anos em Mundo, no dia 3 de março.

Em Chapadão do Sul, dois óbitos foram confirmados. Um jovem de 18 anos morreu em 22 de fevereiro e ontem faleceu uma jovem de 21 anos. Ela estava internada em Campo Grande.

Dos 79 municípios, 70 estão com alta incidência. Alcinópolis é a cidade com mais notificações, no total são 218 casos e incidência de 4464,5. Em seguida, aparecem Anaurilândia - com 378 casos e incidência de 4316,1 - e São Gabriel do Oeste - com 1.016 notificações e índice de 4227,2.

Campo Grande está na lista de municípios com alto número de notificações. Foram notificados até agora 5,1 mil casos, o que representa incidência de 618,1 casos para cada 100 mil habitantes.

Outras nove cidades estão com média incidência. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma doença é considerada epidêmica quando registra 300 casos para cada 100 mil habitantes.

 

Felpuda


Alguns pré-candidatos que estão de olho em uma cadeira de vereador vêm apostando apenas nas redes sociais, esperançosos na conquistados votos suficientes para se elegerem. A maioria pede apoio financeiro para continuar mantendo suas respectivas páginas, frisando que não aceita dinheiro público ou de político, fazendo com que alguns se lembrem daquela famosa marchinha de carnaval: “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...”. Como diria vovó: “Essa gente perdeu o rumo e o prumo”.