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COVID-19

Casos sem encerramento passam de 3 mil e secretaria faz apelo à municipios

Nas últimas 24 horas foram 638 novos casos e 15 óbitos em Mato Grosso do Sul
26/09/2020 12:52 - Gabrielle Tavares


A secretaria de Estado de Saúde fez um apelo na manhã deste sábado para que as gestões municipais atualizem os dados sobre a Covid-19. Atualmente são 3.145 casos sem encerramento nas cidades.

“Municiem as suas bases de dados, e peça para suas equipes colherem exames. Quanto mais testarmos, mais conhecemos a doença, mais instrumentos, mais planejamentos e mais ações poderemos fazer para contê-la no nosso Estado”, declarou o secretário da SES, Geraldo Resende, em live transmitida pelo Facebook.

De acordo com Resende, a doença se mantém estável, mas ainda a nível preocupante.  

“Uma estabilidade perigosa, número alto de internações e óbitos, com taxa de contágio alta apesar de essa ser nossa. A taxa de contágio está em 1,6%, ou seja, a cada 100 casos confirmados em um dia, no dia seguinte pode ser 106, no outro 112”, ressaltou.

Nas últimas 24 horas, foram 638 novos casos da doença em Mato Grosso do Sul, 282 deles em Campo Grande, 72 em Dourados, 38 Três Lagoas, 20 em Cassilândia e 18 em Miranda.

Com os novos números, o Estado chega a marca de 67.834 casos confirmados. Do total, 59.584 estão recuperados e 6.512 em isolamento domiciliar.

São 489 internados, 248 em leitos clínicos – 174 públicos e 74 privados – e 242 em leitos de UTI – 175 públicos e 67 privados.

As cinco cidades mais afetadas pela doença são Campo Grande, com 29.830 casos; Dourados, com 7.126; Corumbá, com 3.986; Três Lagoas, 2.026; e Sidrolândia, com 2.002.

Foram 15 óbitos de ontem para hoje, totalizando 1.249 vítimas da doença.

Em Campo Grande, foram 8 mortes, com idades entre 60 e 94 anos. Em Corumbá, foram 4 óbitos, com idades entre 48 e 82 anos.

Cassilândia, Aquidauana e Nova Andradina tiveram uma morte cada, com idades entre 49 e 73 anos.

Das 15 vítimas, somente duas não apresentavam comorbidades.

 
 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!