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COVID-19

Secretário de Saúde afirma que MS deve ter leitos suficientes para atender casos de coronavírus

Ministro da Saúde disse que sistema pode entrar em colapso; governo tem tomado medidas para evitar
20/03/2020 17:58 - Glaucea Vaccari


Após o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmar que o sistema de saúde brasileiro pode entrar em colapso até o fim de abril por conta da epidemia de coronavírus, o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, disse que a meta imediata do governo é ampliar o número de leitos de tratamento intensivo e semi intensivo para atender a toda população sul-mato-grossense.

“Estamos trabalhando com toda agilidade que o processo necessita para que tenhamos, entre os 513 leitos existentes na rede pública e privada de tratamento intensivo, as chamadas UTIs, que nós possamos acrescer no minímo 50% , é nossa meta imediata”, disse o secretário em entrevista transmitida ao vivo pelo Facebook.

Conforme Resende, o governador Reinaldo Azambuja já havia anunciado, até quinta-feira, a possibilidade de acrescer ao número de leitos já existente, 207 novos leitos. Hoje, o quantitativo teve acréscimo de mais 20 leitos em Dourados e Três Lagoas.  

Ainda segundo o secretário, o Hospital Regional de Campo Grande tem dado resposta efetiva e o governo está trabalhando para mudar a sistematização da unidade para que ele seja o suporte principal no atendimento na Capital.  

“Em todas as regiões do Estado nós estamos trabalhando com gestores municipais, prefeitos e prefeitas, secretários e secretárias, que vai fazer com que a gente tenha leito suficiente para que em abril próximo, se acaso houver esse crescimento que está se anunciando, nós tenhamos leito suficiente para atender a nossa gente”, declarou.

Resende fez um apelo ainda para que a população siga a orientação de não sair de casa, para evitar a disseminação do contágio e, desta forma, evitar que a situação se complique na saúde pública.  

“A única vacina contra o coronavírus que existe até o momento é ficar em casa. Faço um apelo, fique em casa, evite visitar parentes, evite visitar inclusive as mães e pais porque certamente vocês poderão ser um veículo para levar o vírus para os mais queridos”.

 

Felpuda


Dia desses, há quem tenha se lembrado de opositor ferrenho – em público –, contra governante da época, mas que não deixava de frequentar a fazenda de “sua vítima” sempre que possível e longe dos olhos populares. Por lá, dizem, riam que só do fictício enfrentamento de ambos, que atraía atenção e votos. E quem se lembrou da antiga história garantiu que hoje ela vem se repetindo, tendo duas figurinhas carimbadas nos papéis principais. Ô louco!