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CONTENÇÃO

Semadur orienta fechamento de 260 estabelecimentos e obras

Somente hoje foram 120 canteiros de construção fiscalizados
23/03/2020 16:35 - Natalia Yahn


 

O fechamento do comércio – de serviços não essenciais -, uma das principais medidas para tentar conter o avanço da disseminação do novo coronavírus está sendo desrespeitada em Campo Grande. Desde o fim de semana, de acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana (Semadur) total de 260 estabelecimentos foram orientados, 120 canteiros de obras somente hoje.

Prestadores de serviços e lojas estão abertas por toda a cidade. Determinação municipal do prefeito Marcos Trad, prevê o fechamento de todo o comércio – com exceção de serviços essenciais – até o dia 6 de abril.

Mas de acordo com a Semadur alguns comerciantes insistem em manter suas lojas abertas. Por isso a fiscalização trabalha 24h por dia em todas as regiões da cidade. Os ficais vão até os locais – por meio de denúncias ou não - e orientam quanto ao fechamento. Caso o proprietário insista em abrir as portas, a Polícia Militar e Guarda Municipal são acionadas.

“Diariamente temos uma média de 30 fiscais realizando vistorias diurnas e noturnas, atendendo denúncias da população relacionadas ao cumprimento do Decreto Municipal publicado”, afirma nota a Semadur.

Desde o final de semana, foram fiscalizados e orientados mais de 140 estabelecimentos, dentre eles lojas, supermercados, bares, conveniências, feiras livres, call center, entre outros. Apenas três canteiros de obras foram notificados para o cumprimento imediato de fechamento do local. Um mercado na Avenida dos Cafezais, que mantinha os cuidados em relação a higienização, foi autuado por conta do alvará de localização e funcionamento vencido.

 

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.