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PANDEMIA

"Será que não dá para se divertir sem exagerar?", questiona prefeito sobre bares lotados

Prefeito disse que estuda medidas mais rigorosas para bares e restaurantes
22/06/2020 16:00 - Glaucea Vaccari


 

Apenas neste último fim de semana, prefeitura recebeu mais de 1 mil denúncias de bares e restaurantes lotados ou funcionamento além do horário permitido pelo decreto de toque de recolher. Devido a situação, que tem sido frequente, prefeito Marcos Trad (PSD) afirmou que estuda endurecer as regras para este segmento, mas pede apoio da população no cumprimento das regras.

“São pessoas adultas, maduras e conscientes. Será que não dá para se divertir sem exagerar? Não dá para sair de casa com os seus equipamentos de proteção?”, questionou o prefeito, em live nesta segunda-feira (22).

Segundo Trad, antes de flexibilizar regras para reabertura de bares e restaurantes, empresários do setor foram chamados em reunião e ajudaram a elaborar o regramento, com pedidos também para que o toque de recolher começasse mais tarde.

“Aglomeração, desrespeito ao uso de máscara. É impressionante como o ser humano não consegue cumprir regras, como encontram maneiras para violar as leis. É preocupante porque a gente recebe vídeos de bares, lanchonetes lotados, com festas, que os próprios responsáveis sabem que não é da lei fazer o que estão fazendo e leva a gente a tomar medidas que vão prejudicar os que estão cumprindo a lei”, disse.

Diante da situação recorrente, o Ministério Público Estadual (MPMS) pediu que a prefeitura tome providências quanto as aglomerações nos estabelecimentos, falta do uso de máscaras e música ao vivo além do limite permitido, que é de voz e violão ou dupla.  

Prefeito afirmou que irá aguardar o fechamento das estatísticas quanto ao número de flagrantes de desrespeito para definir quais providências serão tomadas.  

“Depois a culpa é da administração e não tem outras medidas a não ser fechamento e multa”, disse Trad.

 

Felpuda


Dia desses, há quem tenha se lembrado de opositor ferrenho – em público –, contra governante da época, mas que não deixava de frequentar a fazenda de “sua vítima” sempre que possível e longe dos olhos populares. Por lá, dizem, riam que só do fictício enfrentamento de ambos, que atraía atenção e votos. E quem se lembrou da antiga história garantiu que hoje ela vem se repetindo, tendo duas figurinhas carimbadas nos papéis principais. Ô louco!