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NOVA ANDRADINA

Prefeitura promete penalidade para servidores flagrados em festa; veja vídeo

Prefeito afirmou que Comitê contra Covid-19 vai investigar se festa ocorreu durante pandemia
29/06/2020 17:32 - Daiany Albuquerque


Festa em Nova Andradina reúne servidores do HR - Nova News
 

A prefeitura de Nova Andradina – a 296 quilômetros de Campo Grande – investiga a participação de, pelo menos, dois servidores do Hospital Regional do município em uma festa. Um vídeo com alguns momentos da reunião circula pela internet e, se confirmada a situação, a administração municipal promete punição aos envolvidos.

De acordo com o prefeito do município, José Gilberto Garcia (PR), ele tomou conhecimento da existência desse vídeo no fim de semana e encaminhou a imagem para ser analisada pelo Comitê Contra a Covid-19 da cidade, para que o grupo decida as medidas que devem ser tomadas.

“Está proibido fazer esse tipo de manifestação (festa) aqui, estamos vendo a legalidade de penalidades para esses servidores. Se não houver nenhuma, vamos criar doravante. A princípio são dois funcionários do HR, mas não era para ter nenhum, eles é que tem que dar o exemplo”, contou o administrador.

Como o Comitê também conta com a presença do delegado de Polícia Civil da cidade, a corporação também ajudará na identificação dos servidores envolvidos na festa, além de descobrir quando ocorreu a comemoração mostrada nas imagens.

No vídeo é possível ver várias pessoas dançando próximo umas às outras e nenhuma usa máscara. Em um dado momento, é possível ouvir uma pessoa que usa um microfone falar em coronavírus e Covid-19, o que dá a entender que a festa ocorreu neste período de pandemia.

Além de não manter distanciamento, os participantes ainda dividem o microfone em um momento e falam em “doação pelo QR Code”, maneira usada em apresentações online de artistas para arrecadar alimentos e recursos para ajudar no tratamento do novo coronavírus.

No município está proibido reuniões que tenham mais de 10 pessoas. Ainda de acordo com o prefeito, após a identificação dos servidores e estabelecimento da data do ocorrido, será definido a punição. “No mínimo advertência, mas ainda não foi definido isso”.

A situação chegou, inclusive, ao secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, que solicitou informações sobre as imagens ao secretário municipal e também à prefeitura. “Vamos esperar uma manifestação da prefeitura para falar sobre o assunto, mas estamos cobrando providências, tanto processo administrativo, quando policial para saber de quem foi a responsabilidade por aquilo”.

PRISÃO

Na noite de sábado (27) um policial militar, de 43 anos, acabou preso por participar de uma festa que acontecia na zona rural de Bataguassu. De acordo com a denúncia, a polícia chegou ao local depois de receber denúncia de que uma festa clandestina ocorria no município, com aglomeração de pessoas e som alto.

No local, a PM tentou acabar com a festa, mas, segundo a ocorrência, o policial teria desacatado os colegas, que autuaram o homem por crime militar e o levaram para ser apresentado a Corregedoria-Geral da Polícia Militar, em Campo Grande. Ele se encontra no Presídio Militar da Capital, à disposição da Justiça.

Segundo o comando da corporação, o homem é comandante do pelotão de Anaurilândia e estava de sobreaviso para atuar em Bataguassu, caso fosse necessário. Conforme o comandante da PM, coronel Marcos Paulo Gimenez, dessa forma, o policial não precisa ir à unidade, mas tem de estar em casa em condições de prestar serviço, caso seja chamado.

Gimenez contou também que a corporação agora trabalha para substituir o policial no comando da unidade. "Isso demonstra que não temos cooperativismo na Polícia Militar", salientou o comandante. O policial se recusou a fazer o teste do bafômetro.

Além de passar pelo inquérito na Corregedoria, o PM poderá responder cível e criminalmente pelo ato.

 

 

Felpuda


As eleições do segundo turno, encerradas no domingo (29), descortinaram panorama de como será a briga eleitoral em 2022.

Os partidos das chamadas extremas direita e esquerda, no cômputo geral, tiveram o repúdio das pessoas nas urnas, que contrariaram, nos dias das votações, o dito popular de que na briga entre o rochedo e o mar quem apanha são os mariscos. Desta feita, decidiram escolher ficar em águas mais tranquilas pelos próximos quatro anos, evitando extremistas.