Cidades

INSCRIÇÕES

Sistema do Sisu está 'um pouco lento', admite MEC

Sistema do Sisu está 'um pouco lento', admite MEC

ESTADÃO

16/01/2011 - 01h00
Continue lendo...

O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) estreou um "pouco lento" por conta da quantidade de acessos que tem recebido, informou o Ministério da Educação (MEC) por meio de sua assessoria de imprensa. Até as 16h deste domingo, 16, mais de 120 mil candidatos conseguiram se inscrever no site, que às vezes trava no meio do procedimento ou mostra mensagens de erro.

No ano passado, o sistema também estreou com problemas. O site não aguentou o tráfego intenso no primeiro dia e estudantes passaram horas tentando se cadastrar. Alguns demoraram até oito horas para conseguir se inscrever em uma vaga. A situação só começou a se normalizar a partir do segundo dia.

Desde que foi ao ar, na madrugada deste domingo, o Sisu do primeiro semestre recebeu uma média de 450 acessos por minuto, com picos de 600 acessos por minuto. O MEC afirmou que "mudou muita coisa" do ano passado para cá - os candidatos só podem fazer duas opções de curso, não podem voltar na navegação da página e novos computadores foram adquiridos para garantir o funcionamento do sistema, entre outras medidas. "Mesmo a gente esperando um número grande de usuários, não temos a menor chance de antever um acesso dessa magnitude", informou a assessoria do ministério.

Além da quantidade de acessos, o MEC afirma que alguns usuários, "ansiosos", demoram para fazer a inscrição e ficam fazendo simulações, sobrecarregando ainda mais o sistema. O ministério lembra que existe um site específico para o candidato fazer simulações de notas.

Segundo o governo, ainda esta noite o Sisu deverá estar mais ágil, pois novos computadores foram acionados para dar suporte e imprimir velocidade ao sistema. "Apesar dos problemas, 122 mil inscrições é um número bastante grande", avalia o MEC. Mais de 3,5 milhões de estudantes fizeram o Enem 2010.

Podem se inscrever no Sisu candidatos que prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010. Ao todo são 83.125 vagas espalhadas pelo País, a maioria em universidades federais.

Madrugada. O MEC havia anunciado o início do período de inscrições no Sisu para as 6h deste domingo. Mas o site entrou no ar as 2h, beneficiando candidatos como Karen Aparecida, de 17 anos. Ela estava navegando no Twitter quando viu posts anunciando a abertura do sistema. "Era por volta de 3h40 quando acessei o site e consegui fazer minha inscrição sem nenhum problema", disse a estudante de São Paulo, que tenta vaga em Ciências Sociais.

A candidata Priscila Pacheco, de 23 anos, não deu a mesma sorte. Ela entrou no site por volta de 11h e se inscreveu para sua primeira opção de curso em 50 minutos. Desde então, a estudante não consegue avançar no sistema para fazer sua segunda opção. "É uma situação lamentável. A gente perde o dia inteiro na frente do computador, como se não tivesse outras coisas para fazer", lamenta a vestibulanda de Relações Internacionais e Ciências Sociais na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Enem. Neste ano, o site para consulta das notas do Enem apresentou falhas semelhantes na sexta-feira, quando os resultados dos alunos foram divulgados. Houve três tipos de reclamações: de candidatos que não conseguiram acessar suas notas porque o site não reconhecia a senha, de estudantes que pediram novas senhas e demoraram horas para recebê-las e de um terceiro grupo que acessou as notas, mas teve a prova do segundo dia, que incluiu a redação, anulada sem explicações.

O MEC afirmou que o problema de acesso "não foi geral". Segundo a pasta, 700 mil pessoas haviam acessado as notas anteontem - no total, 3,5 milhões de estudantes prestaram o exame. Sobre a lentidão da central telefônica, o ministério disse que houve procura elevada.

Em relação aos candidatos que não receberam as notas do segundo dia, o MEC diz que eles ou não marcaram a cor do caderno no cartão de respostas ou marcaram duas opções, anulando seus cartões. São usadas quatro cores de prova. De acordo com o ministério, isso implica que a prova do candidato, o que inclui a redação, não foi corrigida.

Funcionamento. Os estudantes terão três dias para fazer a inscrição no Sisu - de hoje até terça-feira, sempre das 6 horas às 23h59 pelo horário de Brasília. O acesso acontece por meio do site.

Em seu segundo ano, o Sisu passa a ter apenas uma fase. Os interessados devem escolher dois cursos, classificando-os como primeira ou segunda opção. Ao fim de cada dia, o sistema calcula uma nota de corte provisória - a menor nota para ficar entre os potencialmente selecionados. Durante o período de inscrição, o candidato pode modificar suas opções quantas vezes quiser; será considerada válida a última inscrição confirmada.

O candidato chamado em sua primeira opção não participa mais de novas chamadas, mesmo se não efetuar sua matrícula. Quem for aprovado apenas na segunda, continua concorrendo em novas chamadas para o curso de primeira opção.

O MEC prevê fazer três chamadas. Depois disso, se ainda houver vagas remanescentes, elas serão preenchidas pelos inscritos na lista de espera. Os candidatos não aprovados em sua primeira opção podem confirmar o interesse na vaga pelo próprio site do Sisu - ainda não há data definida para o procedimento. O uso da lista de espera para convocação será feito a critério de cada instituição.

No ano passado, o sistema recebeu cerca de 800 mil inscrições no total. Com 16.253 candidatos para 752 vagas, o curso de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal do ABC concentrou o maior número de interessados. Na outra ponta, Música na Universidade Federal de Rondônia, com 18 alunos, teve a menor procura - porém, a concorrência é maior, já que são apenas duas vagas.

Cotas. Durante o período de inscrição, o candidato deve definir se deseja concorrer às vagas da chamada "ampla concorrência" ou às destinadas a políticas afirmativas. O aluno é responsável por verificar se atende aos requisitos das cotas exigidos pela instituição em que se inscrever.

Selo de Qualidade

Cinco universidades de Direito de Mato Grosso do Sul estão entre as melhores do país

De acordo com o Conselho Federal, o levantamento considera diversos fatores, sendo um deles a taxa de aprovação no exame da Ordem. Na lista, em MS, todas as universidades são públicas.

20/06/2024 16h30

A Fundação Universidade Federal da Grande Dourados é a melhor ranqueada de Mato Grosso do Sul.

A Fundação Universidade Federal da Grande Dourados é a melhor ranqueada de Mato Grosso do Sul. Divulgação/ UFGD

Continue Lendo...

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) apresentou nesta quarta-feira (19), uma lista dos melhores cursos de Direito do país. Na seleção das 198 graduações recomendadas pela OAB, Mato Grosso do Sul tem cinco universidades entre os 100 melhores cursos do Brasil.  

De acordo com as premiações, o conselho levou em consideração, as unidades que mais conseguem mais aprovações nos exames da Ordem dos Advogados do Brasil.  

As universidades de Minas Gerais e São Paulo, são as que possuem os maiores números de instituições com Selo de Qualidade da OAB. Na lista entre os 100 melhores do país, cinco universidades de Mato Grosso do Sul estão em destaque. 

O primeiro desta lista está na 76ª posição, que é a Fundação Universidade Federal da Grande Dourados. Logo atrás, vêm a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, dos municípios de Dourados, Naviraí, Paranaíba e Campo Grande.


Acompanhe a lista abaixo 

  • (77º) Fundação Universidade Federal da Grande Dourados Dourados
  • (78º) Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Dourados
  • (79º) Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Naviraí
  • (80º) Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Parnaíba
  • (81º) Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Campo Grande

Atualmente, há 1,9 mil cursos em funcionamento no país. 

Uma das maiores preocupações da OAB é guiar, de forma efetiva, o controle de qualidade das instituições de ensino responsáveis por formar os novos profissionais de direito do país. Precisamos frear essa indústria que tira dinheiro dos estudantes e não os prepara para um mercado saturado e cada vez mais competitivo — afirmou o presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti ao jornal O Globo. 

A cerimônia de premiação dos contemplados pela 8ª Edição do Selo de Qualidade OAB, acontece a cada três anos. O evento de ontem (19), carregou o nome de “O Fortalecimento da Advocacia Brasileira a partir do Ensino Jurídico de Excelência”.

Estamos comprometidos em elevar continuamente o padrão do ensino jurídico no Brasil. O Selo de Qualidade OAB é uma importante ferramenta para reconhecer e incentivar as instituições que se dedicam à formação de profissionais competentes e éticos. Este reconhecimento é uma maneira de garantir que a sociedade possa contar com advogados altamente qualificados e preparados para defender os princípios da justiça e da cidadania, afirma Sayury Otoni.


Veja abaixo as lista disponibilizadas pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), das 198 universidades aprovadas no país. 

(clica aqui

 Assine o Correio do Estado    

Em pauta

Estatuto do Pantanal será votado pela comissão do senado em julho

A pauta que já é analisada pelo STF desde início deste mês, tem o prazo de até 18 meses para ser aprovada.

20/06/2024 15h31

fogo no pantanal

fogo no pantanal Divulgação/ Imasul

Continue Lendo...

Em avaliação no Senado, a Comissão do Meio Ambiente vota na primeira semana de julho o Estatuto do Pantanal, definido pelo PL nº 5.482/2020, de autoria do senador Wellington Dias (PL-MT).  A matéria está na pauta dos senadores da Comissão, porém a votação foi adiada, após senadores pedirem mais tempo para estudar a proposta. 

Isto ocorreu entre os senadores, após pedido de vista coletiva, ou seja, os parlamentares pediram mais tempo para analisar melhor a pauta, antes de iniciar qualquer votação. 

A situação do Pantanal mato-grossense e sul-mato-grossense vem colocando um sinal de alerta no senado. No início deste mês, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu prazo de 18 meses para o Congresso Nacional aprovar a lei de proteção ao Pantanal.  

O prazo foi definido após uma ação movida pela Procuradoria-Geral da República.

O relator da matéria, senador Jayme Campos (União-MT), se mostrou preocupado com os pantaneiros e afirmou que a proposta visa cuidados a população que mora na região do Pantanal e se preocupam com o meio-ambiente.  


Projeto de Lei do Pantanal  

No último dia 12 deste mês, o projeto de lei que cria a legislação federal para preservação do Pantanal foi protocolado na Câmara dos Deputados. De acordo com a matéria,   ela visa proteger, restaurar e utilizar o bioma para o uso sustentável.  

De acordo com o texto, as medidas visam preservar o bioma em 13 capítulos da legislação. Entre os objetivos do projeto, está o reconhecimento e respeito social a culturas das comunidades indígenas e ribeirinhos.  

 Ainda de acordo com o projeto de lei, ela define a proteção da fauna silvestre, restauração da biodiversidade e a conservação das nascentes do ecossistema do Pantanal.  

No texto entregue na Câmara dos Deputados, prevê uma ampliação de até 30% da recuperação de áreas degradadas do Pantanal até 2030.  

A proposta visa também combater o desmatamento ilegal e incendios florestais que ao passar dos anos, vem destruíindo o bioma e modificando as mudanças climaticas. 

Tereza Cristina quer liderar discussão


Na última semana, o  Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu,a omissão do Congresso Nacional em relação à falta de uma lei federal para proteger o Pantanal. Com isso, os parlamentares terão prazo de 18 meses para aprovar uma legislação específica para o bioma. A senadora por Mato Grosso do Sul Tereza Cristina (PP) afirmou que quer estar à frente desse projeto.

A senadora já faz parte da Subcomissão Permanente de Proteção ao Pantanal no Senado, criada neste ano, que está elaborando o Estatuto do Pantanal, uma legislação federal sobre o bioma.

“O governo estadual já fez uma lei rigorosa do Pantanal, e nós no Senado também já estamos tratando do Estatuto do Pantanal. Então, teremos todo o empenho para elaborar uma legislação federal, como julgou necessário o STF”, afirmou a parlamentar ao Correio do Estado.

OUTROS PARLAMENTARES 

Além de Tereza Cristina, outros parlamentares também demonstraram interesse em discutir o tema, como a deputada federal Camila Jara (PT).

“Muito acertada a decisão do STF. Os biomas não podem continuar sem legislação. O Pantanal, apesar das legislações estaduais, tanto de Mato Grosso como aqui em Mato Grosso do Sul, teve um aumento de desmatamento e de focos de incêndio e está tendo uma perda crescente de superfície hídrica. Nosso mandato entende essa necessidade e essa urgência”, declarou.

“Nós estamos finalizando os detalhes da nossa proposta de lei, e o mais importante é que seja uma legislação que não retroceda em relação às legislações estaduais”, completou Camila Jara, por meio de sua assessoria.
Para o deputado Geraldo Resende (PSDB), é importante que a lei nacional seja discutida, como foi o caso da Lei do Pantanal, que entrou em vigor este ano em Mato Grosso do Sul.

“A lei do Congresso Nacional é superior à lei feita no Estado. Aqui, nós conquistamos algo inédito no Estado, que foi um consenso entre o setor agropecuário, os ambientalistas, os pequenos produtores rurais e os pantaneiros. Então, temos de levar em consideração essa lei e usá-la para modelar a que será feita pelo Congresso, porque foi uma discussão ampla, e queremos isso, ser modelo para o País na preservação. Então, poderemos reproduzir o mesmo que o Estado fez”, apontou o parlamentar.

Na mesma linha, o senador Nelsinho Trad (PSD) ressaltou a lei de Mato Grosso do Sul e disse que ela deve ser levada em consideração para a legislação nacional.

“Em MS, sob a liderança do governador Eduardo Riedel, avançamos muito nessa questão da legislação ambiental para o Pantanal. Fizemos nosso dever, discutindo o Estatuto do Pantanal com dezenas de audiências públicas, possibilitando a participação dos interessados no governo Reinaldo Azambuja. Estamos mais avançados nessa discussão, vamos fazer valer todo esse trabalho produzido”, declarou Trad.

Já para o deputado Marcos Pollon (PL), é importante que a nova lei respeite o produtor rural do Pantanal.

“Apesar da interferência do Supremo no assunto e ainda que tenhamos vários dispositivos legais específicos para o Pantanal, é importante que uma legislação tenha eficácia da sua aplicação, de forma que respeite principalmente quem produz. O setor que mais preserva o meio ambiente no Brasil é o agronegócio, que não é o culpado pela degradação do Pantanal, como a esquerda sempre coloca”, avalia Pollon.

Líder da bancada federal de Mato Grosso do Sul, o deputado federal Vander Loubet (PT) afirmou que a “lógica do STF não está errada. Nossa Constituição Federal tem três biomas definidos como patrimônios nacionais: a Floresta Amazônica, a Mata Atlântica e o Pantanal”. 

“Eu acredito que, na questão do Pantanal, avançamos bastante com a recente aprovação da lei estadual. Participei ativamente desse processo, fazendo a intermediação e o diálogo entre o governo do Estado e o Ministério do Meio Ambiente [e Mudança do Clima]. Porém, com certeza, uma lei federal fortaleceria ainda mais a proteção ao Pantanal. Infelizmente, o Congresso Nacional nunca demonstrou disposição para essa lei federal, daí a intervenção do STF, no sentido de apontar que houve essa omissão. Se isso colaborar para que a gente consiga aprovar uma legislação federal para o Pantanal, será muito positivo”, avaliou Loubet.

Entretanto, há quem ainda não tenha uma opinião formada sobre a nova legislação. O deputado federal Dagoberto Nogueira (PSDB) afirmou que espera a decisão do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), por avaliar que essa decisão seria uma interferência do Supremo no Congresso Nacional.

“Essa lei que foi feita pelo governo do Estado foi feita de comum acordo com o Ministério do Meio Ambiente [e Mudança do Clima], a Marina [Silva] e a equipe dela participaram ativamente [da feitura da lei]. Foi feita com o interesse das pessoas que vivem lá no Pantanal, que têm propriedade lá, e da questão ambiental, com todos os ambientalistas. Então, eu não sei o que isso pode mudar”, afirmou.

“Não sei qual vai ser a reação do Lira quanto a isso, porque o Supremo não pode ficar impondo ao Congresso, principalmente dando prazo. Não sei se o Lira vai acatar essa ordem, se ele vai mandar a gente discutir essa lei, criar comissão ou responder que isso é problema do Congresso, e não do Supremo”, concluiu Dagoberto.

A reportagem entrou em contato com toda a bancada federal de Mato Grosso do Sul, porém, os deputados Beto Pereira (PSDB), Luiz Ovando (PP) e Rodolfo Nogueira (PL) e a senadora Soraya Thronicke (Podemos) não responderam a reportagem até o fechamento desta edição.

LEI ESTADUAL

A primeira Lei do Pantanal entrou em vigor em Mato Grosso do Sul em fevereiro deste ano. A discussão do projeto, feito pelo governo do Estado, ocorreu durante o ano passado. A lei foi aprovada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul em dezembro de 2023.

O texto foi construído com o apoio do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e a sanção contou com a presença da ministra Marina Silva. 

A nova legislação determina, entre outras coisas, que em propriedades rurais é necessário preservar 50% da área com formações florestais e de Cerrado. Nos locais com formações campestres, o porcentual é de 40%.

Saiba

Votação no Supremo Tribunal Federal
Na votação desta quinta-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a omissão do Congresso. por 9 votos a 2. A questão foi decidida em uma ação protocolada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), em 2021. Para a PGR, o Congresso está em estado de omissão ao não aprovar, desde a promulgação da Constituição de 1988, uma lei para proteger o bioma e regulamentar o uso de seus recursos naturais. 
 


 
 

 Assine o Correio do Estado    

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).