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Site para disputar vagas em federais abre hoje

Site para disputar vagas em federais abre hoje

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16/01/2011 - 12h01
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Começam hoje as inscrições para vagas em instituições públicas de ensino superior pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Podem se inscrever candidatos que prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010. Ao todo são 83.125 vagas espalhadas pelo País, a maioria em universidades federais.

No ano passado, o sistema estreou com problemas. O site não aguentou o tráfego intenso no primeiro dia e estudantes passaram horas tentando se cadastrar. Alguns demoraram até oito horas para conseguir se inscrever em uma vaga. A situação só começou a se normalizar a partir do segundo dia.

Neste ano, o site para consulta das notas do Enem apresentou falhas semelhantes anteontem, quando os resultados dos alunos foram divulgados. Houve três tipos de reclamações: de candidatos que não conseguiram acessar suas notas porque o site não reconhecia a senha, de estudantes que pediram novas senhas e demoraram horas para recebê-las e de um terceiro grupo que acessou as notas, mas teve a prova do segundo dia, que incluiu a redação, anulada sem explicações.

O MEC afirmou que o problema de acesso "não foi geral". Segundo a pasta, 700 mil pessoas haviam acessado as notas anteontem - no total, 3,5 milhões de estudantes prestaram o exame. Sobre a lentidão da central telefônica, o ministério disse que houve procura elevada.

Em relação aos candidatos que não receberam as notas do segundo dia, o MEC diz que eles ou não marcaram a cor do caderno no cartão de respostas ou marcaram duas opções, anulando seus cartões. São usadas quatro cores de prova. De acordo com o ministério, isso implica que a prova do candidato, o que inclui a redação, não foi corrigida.

Funcionamento. Os estudantes terão três dias para fazer a inscrição - de hoje até terça-feira, sempre das 6 horas às 23h59 pelo horário de Brasília. O acesso acontece por meio do site.

Em seu segundo ano, o Sisu passa a ter apenas uma fase. Os interessados devem escolher dois cursos, classificando-os como primeira ou segunda opção. Ao fim de cada dia, o sistema calcula uma nota de corte provisória - a menor nota para ficar entre os potencialmente selecionados. Durante o período de inscrição, o candidato pode modificar suas opções quantas vezes quiser; será considerada válida a última inscrição confirmada.

O candidato chamado em sua primeira opção não participa mais de novas chamadas, mesmo se não efetuar sua matrícula. Quem for aprovado apenas na segunda, continua concorrendo em novas chamadas para o curso de primeira opção.

O MEC prevê fazer três chamadas. Depois disso, se ainda houver vagas remanescentes, elas serão preenchidas pelos inscritos na lista de espera. Os candidatos não aprovados em sua primeira opção podem confirmar o interesse na vaga pelo próprio site do Sisu - ainda não há data definida para o procedimento. O uso da lista de espera para convocação será feito a critério de cada instituição.

No ano passado, o sistema recebeu cerca de 800 mil inscrições no total. Com 16.253 candidatos para 752 vagas, o curso de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal do ABC concentrou o maior número de interessados. Na outra ponta, Música na Universidade Federal de Rondônia, com 18 alunos, teve a menor procura - porém, a concorrência é maior, já que são apenas duas vagas.

Cotas

Durante o período de inscrição, o candidato deve definir se deseja concorrer às vagas da chamada "ampla concorrência" ou às destinadas a políticas afirmativas.

O aluno é responsável por verificar se atende aos requisitos das cotas exigidos pela instituição em que se inscrever.

Alerta

Em menos de 24 horas, três pessoas foram executadas na região de fronteira

De acordo com a Polícia Nacional, três execuções foram registradas em menos de 24 horas. A Polícia Nacional está investigando as mortes.

19/06/2024 14h30

Brasileiro foi executado próximo a um estabelcimento noestacionamento de um centro automotivo

Brasileiro foi executado próximo a um estabelcimento noestacionamento de um centro automotivo Fotos/ Marciano Cândia

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Após longos meses sem execuções na linha internacional entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, a região de fronteira entre os dois países enfrenta mais uma nova onda de assassinatos que novamente vem ligando o sinal de alerta das autoridades brasileiras e paraguaias. 

A vítima desta vez é o brasileiro Marcelo Batista Chaves, de 42 anos, que foi executado a tiros no estacionamento de um centro automotivo no Bairro Maria Victoria, em Pedro Juan Caballero. Segundo informações policiais, esta é a terceira execução na fronteira nas últimas horas.  

Conforme informações de testemunhas, Marcelo estava sendo seguido pelos atiradores em uma motocicleta. De acordo com a polícia local, há divergências nas informações, pois outras testemunhas relataram que os atiradores estavam em uma caminhonete.

Ao jornal paraguaio Última Hora, o médico legista Marco Prieto disse que o brasileiro recebeu tiros na cabeça, pescoço e no peito, vindo a falecer no local. Ainda de acordo com o médico legista, a vítima recebeu pelo menos 21 disparos de revólver calibre 28 e pistolas 9 milímetros.

Marcelo Chaves é a segunda vítima executada na linha internacional nas últimas horas. Ontem, na favelinha da Vila Ferroviária, Marcos Javier Gonzales, de 32 anos, foi executado com tiros de fuzis calibres 7,62 e 5,56.

De acordo com a polícia, Gonzales tinha vários antecedentes criminais por roubo e furto.  

Na manhã de hoje, dia 19, em uma rua de terra em Pedro Juan Caballero, um corpo ainda não identificado foi encontrado. Segundo informações da Polícia Nacional, a vítima foi localizada com tiros na cabeça e no braço esquerdo.

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"EM OBRAS"

Convênio da Agesul com Ponta Porã fica 26% mais caro em 2 anos

Além de somar quatro termos aditivos para execução da obra de implantação e pavimentação do segmento do contorno viário sul, município recebeu R$ 35 milhões em abril, recurso do Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul (Focem)

19/06/2024 13h01

São duas frentes de trabalho, com a intenção de ligar a BR-463 à Rua Guia Lopes, executadas pela prefeitura municipal para pavimentar o trecho e inclusive ampliar a ponte de concreto sobre o Córrego São Vicente. 

São duas frentes de trabalho, com a intenção de ligar a BR-463 à Rua Guia Lopes, executadas pela prefeitura municipal para pavimentar o trecho e inclusive ampliar a ponte de concreto sobre o Córrego São Vicente.  Reprodução/GovMS/C.R

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Através da edição de hoje (19) do Diário Oficial de Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado publicou extrato do quarto termo aditivo de um convênio, entre a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) e Ponta Porã, que já soma 26% de aumento em dois anos.

Como esclarece o documento, os recursos para o município são voltados para executar: "obra de implantação e pavimentação do segmento do contorno viário sul" em Ponta Porã. 

Conforme extrato, são quase sete milhões de reais acrescidos nesses último termo aditivo, fazendo o valor do objeto - que já estava em cerca de R$ 66 milhões - saltar para R$ 72.993.209,60.

Em valores totais, segundo assina o diretor-presidente da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos, Mauro Azambuja Rondon, o convênio recebeu R$ 6.911.719,06 de aumento nesse último aditivo. 

Se comparado com o valor inicial contratado ainda em 2022, de exatos R$ 57.973.218,33, o total atual ficou 25,9% mais caro desde 2022, sem qualquer readequação do projeto citada. 

Como explicado pelo próprio Governo do Estado, em junho do ano passado (quando anunciados investimentos de aproximadamente R$ 66 milhões no chamado Contorno Viário Sul), essa obra de ligação busca desviar o tráfego de veículos pesados do centro da cidade. 

São duas frentes de trabalho, com a intenção de ligar a BR-463 à Rua Guia Lopes, executadas pela prefeitura municipal para pavimentar o trecho e inclusive ampliar a ponte de concreto sobre o Córrego São Vicente. 

Dinheiros e laços

Cabe frisar que a Agência dirigida por Mauro Rondon trata-se de um braço executivo da Secretaria de Estado de Infraestrutura de Logística (Seilog), pasta estadual gerida por Helio Peluffo Filho. 

Hélio foi reeleito prefeito de Ponta Porã nas últimas eleições para executivos municipais, quando contabilizou 90% dos votos válidos à época, ou seja, conforme balanço do Tribunal Regional Eleitoral em 2020, Peluffo somou mais de 40 mil votos das 47 mil cédulas que apontaram três possibilidades do pleito em questão. 

Cerca de dois anos depois foi anunciado como a escolha de Eduardo Riedel para comandar a pasta de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso do Sul, citado à época pelo governador eleito como uma "indicação estratégica".

Também em 2022, mesmo período em que assumiu a pasta, o município que comandava firmou o convênio de número "001" daquele ano com a Agência de Gestão de Empreendimentos (Agesul). 

Além disso, mais recente em 29 de abril deste ano, a atual ministra do Planejamento e Orçamento, a três-lagoense Simone Tebet, esteve em Campo Grande ao lado de Riedel para anúncio de R$ 128 milhões para obras em três municípios.

Nesses recursos vindos do Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul (Focem) - selecionados pela Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex) e somados a contrapartida de R$ 20 milhões do Estado -, Ponta Porã também estava na lista de três municípios relacionados para receber as devidas quantias.

Dos R$ 108.617.165,7532 do Focem para Mato Grosso do Sul, os recursos foram distribuídos da seguinte forma: 

  • R$ 26.100.780,00 - para Amambai 
  • R$ 35.824.600,00 - para Ponta Porã e 
  • R$ 46.691.785,75 - para Corumbá

O próprio governador, Eduardo Riedel, foi categórico em apontar em nome de seu xará chefe do Executivo de Ponta Porã, Eduardo Campos, que os valores para o município seriam direcionados para a região de divisa com Pedro Juan Caballero.

"Para urbanização dentro do município; obras em rotatórias; sinalização, uma série de ações estruturantes no município", expôs. 

Sobre esse volume específico de investimentos, os prefeitos de Corumbá, Marcelo Iunes; de Ponta Porã, Eduardo Campo; além do Dr. Bandeira, de Amambai, indicam que, assim que a licitação for feita, a expectativa é que as obras seriam concluídas entre 18 meses até cerca de dois anos e meio.

 

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