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CORONAVÍRUS

Solurb suspende serviços de coleta seletiva e varrição de ruas

Coleta domiciliar é serviço essencial e será mantida, mas pode ter mudança em horários
24/03/2020 17:46 - Glaucea Vaccari


 

Por conta do risco de propagação do coronavírus, a concessionária CG Solurb  suspendeu o serviço de coleta seletiva, varrição de ruas, pintura de meio-fio, capina e roçada em Campo Grande. A coleta de resíduos domiciliares, por se tratar de serviço essencial, está mantida.

Em comunicado publicado nesta terça-feira (24), a Solurb informa que a medida já em vigor desde ontem, seguindo normas contidas em decreto municipal.

Trabalho de triagem dos resíduos na Unidade de Tratamento de Resíduos (UTR) já havia sido suspenso, devido a informação de infectologistas e autoridades da área de que o coronavírus sobrevive por horas e até dias em materiais como papel, papelão e plástico, situação que coloca em risco a saúde dos colaboradores.

Serviços de coleta domiciliares, essenciais à cidade, têm a programação e frequência mantidas, mas poderá sofrer alterações no horário para evitar aglomeração de colaboradores, estes estão deixando a sede da empresa nos caminhões de coleta em horários distintos, em mais de um turno.

A coleta seletiva dos resíduos sólidos é um sistema de recolhimento de materiais recicláveis, tais como papéis, plásticos, vidros e metais. Em Campo Grande são duas as modalidades praticadas, a porta a porta (ou domiciliar) e em locais de entrega voluntária (LEV).  

A coleta porta a porta é semelhante à coleta domiciliar convencional, porém, os veículos coletores percorrem as residências em dias e horários específicos que não coincidam com a coleta convencional. Os moradores colocam os recicláveis nas calçadas, acondicionados em qualquer recipiente ou embalagem. Atualmente apenas parte da capital conta com o sistema de coleta seletiva.

 

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.