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Terremoto e tsunami mataram 700 pessoas no Chile, diz ministro

Terremoto e tsunami mataram 700 pessoas no Chile, diz ministro

Redação

17/03/2010 - 07h39
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O terremoto e o tsunami que atingiram o Chile no mês passado mataram 700 pessoas e provocaram prejuízos de quase US$ 30 bilhões, de acordo com o governo. A terra ainda não parou de tremer. Na noite da segunda-feira, um terremoto com magnitude de 6,7 graus atingiu o centro sul do Chile, aumentando o nervosismo e provocando mais prejuízos que se somaram aos provocados pelo sismo de 27 de fevereiro. O ministro do Interior do Chile, Rodrigo Hinzpeter, atualizou ontem o número conhecido de mortos e os prejuízos estimados, ao dizer que 200 pessoas antes listadas como desaparecidas devem ser acrescentadas à lista dos 500 mortos. “Em termos econômicos, essa foi a pior catástrofe que o Chile sofreu” acrescentou Hinzpeter. Ele estimou que os prejuízos podem chegar a perto de US$ 30 bilhões, com as seguradoras cobrindo apenas entre US$ 5 bilhões e US$ 8 bilhões. O m i n i st ro de Obras Públicas, Hernan de Solminihac, disse que custará US$ 1,46 bilhão para restaurar a infraestrutura pública – principalmente pontes destruídas, que estão atrasando a reconstrução e a entrega da ajuda humanitária. Impostos ma iores so - bre as mineradoras podem ser uma maneira de cobrir os custos públicos, disse Hinzpeter. Parlamentares conservadores rejeitaram a ideia de uma carga tributária mais pesada sobre o crucial setor da mineração. Mais divisões políticas estão reaparecendo, à medida que a coalizão de centroesquerda, que há pouco perdeu o poder após governar o Chile por 20 anos, tenta se reafirmar. A esquerda está pedindo um esforço maior do governo para ajudar a milhões de chilenos afetados pela catástrofe. Ela deseja aumentar os impostos sobre a mineração e mais que dobrar os US$ 80 que o governo pagou em março a cada cidadão menos favorecido. No ano passado, o então candidato (hoje presidente) Sebastián Piñera prometeu destinar US$ 80 a cada um dos 4,8 milhões de chilenos mais pobres. O ministro de Finanças, Felipe Larrain, rejeitou um aumento no auxílio.

Mercado online

Polícia acaba com esquema que desviava mercadorias compradas on-line

O esquema contava com participação de funcionários que desviavam compras feitas online; apenas uma funcionária furtou um total de R$ 10 mil no último mês

15/07/2024 17h20

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Funcionários de uma transportadora de entrega de produtos adquiridos pela internet, foram presos pelo desvio de mercadorias. Somente em junho "a mão leve" levou o equivalente a R$ 10 mil. 

A atividade do grupo foi encerrada na manhã desta segunda-feira (15), quando agentes da 2º Delegacia de Polícia prendeu o grupo de funcionários que agiam tanto em Campo Grande quanto no interior do Estado.

O levantamento das investigações indicou que os funcionários usavam o sistema da transportadora e davam baixa (marcando como se a mercadoria fosse entregue) nos produtos que terminavam desviando. O grupo tinha preferência pelas seguintes mercadorias:

  • Joias
  • Celulares
  • Roupas
  • Perfumaria
  • Itens alimentícios, entre outros.

Além disso, o foco dos criminosos estavam em produtos destinados a outros estados e por alguma inconsistência do sistema terminavam no depósito da empresa na Capital. Como ficavam meses sem destino o grupo acabava ludibriando o sistema e ficando com a encomenda. 

Conforme divulgado pela Policia Civil, uma das funcionárias que participava do esquema confessou que desviou aparelhos celulares e joias revendidas de joalherias de marcas conhecidas que por fim terminaram sendo derretidas.

Apenas essa funcionária desviou um total de R$ 10 mil reais em furtos referentes ao mês de junho. No sistema ela ainda repassava os valores das notas fiscais por metade do preço. 

Os agentes seguem com a investigação para recuperar os objetos furtados. Como não houve flagrante da ação criminosa alguns dos envolvidos seguem soltos para responder ao processo em liberdade.

Com relação a transportadora os suspeitos tiveram o  contrato de trabalho rescindido.

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Estelionato

Mulher alega dívida em jogo do Tigrinho, pede cartão a idoso e saca R$ 100 mil

Ao relatar aos policiais, o idoso disse que a mulher pediu ajuda porque precisava sacar dinheiro do jogo, afirmando que estava sem o aplicativo do banco

15/07/2024 17h00

Imagem ilustração

Imagem ilustração Reprodução/

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Um idoso de 66 anos procurou a polícia nesta segunda-feira (15) após ser vítima de estelionato em Campo Grande. De acordo com a polícia, a vítima estaria devendo quase R$ 100 mil em empréstimos bancários feitos por outra pessoa, que foram utilizados para jogos de cassino online sem sua permissão.

Conforme informações do boletim de ocorrência, o idoso relatou que a vizinha de 27 anos pediu o cartão emprestado, alegando estar com problemas no aplicativo bancário e precisando sacar dinheiro que havia ganhado no jogo do Tigrinho, conhecido popularmente como jogo de cassino online. 

Como a jovem morava no local há três anos, o idoso disse à polícia que confiou nela e resolveu emprestar seu cartão bancário. Em depoimento, o idoso afirmou que descobriu o estelionato depois que sua filha verificou o extrato bancário e encontrou um saque de R$ 7 mil.

Em depoimento à polícia, a filha do idoso disse que foi até a residência da mulher para tirar satisfações sobre o saque, mas foi surpreendida ao descobrir que a suspeita não estava mais morando no local.

Preocupados com o alto valor sacado, o idoso e sua filha foram até a Polícia Civil registrar a ocorrência por estelionato contra idoso. De acordo com a polícia, há câmeras de segurança em locais onde a mulher teria sacado o dinheiro, o que pode ajudar na identificação da suspeita.

 

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