Cidades

CRISE

Três Lagoas tem poucas vagas de emprego e muitos interessados

Três Lagoas vive momento difícil, com poucas vagas de emprego

GABRIEL MAYMONE

19/08/2015 - 16h41
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O Centro Integrado de Atendimento ao Trabalhador (CIAT) de Três Lagoas (MS) está com poucas vagas de emprego e muitos interessados. As informações são do Hoje Mais.

Segundo Fátima Montanha, presidente do órgão, Três Lagoas vive uma fase difícil, para trabalhadores e empregadores. “Temos vagas, mas nada próximo do que foi comentado sobre percentuais elevados de abertura de empregos. Quando se anuncia 10 vagas temos 100 em busca”, explicou Fátima.

Fátima disse que as pessoas não entendem que existe uma dependência do empregador em disponibilizar as vagas e que o CIAT faz o que está ao alcance. 

LOTERIA

Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio acumulado em R$ 53 milhões

Sorteio será realizado, a partir das 20h, horário de Brasília

20/07/2024 14h00

Foto: Arquivo

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As seis dezenas do concurso 2.751 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. O prêmio está estimado em R$ 53 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

*Com informações da Agência Brasil

INFLUENZA

Dois óbitos por gripe são confirmados nesta semana em MS

Boletim epidemiológico atualizado informa que a uma das vítimas é um idoso de Três Lagoas e a outra não identificada; no ano, o estado acumula 67 óbitos

20/07/2024 13h45

Mato Grosso do Sul chega aos 67 mortos por gripe em 2024

Mato Grosso do Sul chega aos 67 mortos por gripe em 2024 Bruno Rezende / Portal MS

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Boletim epidemiológico atualizado nesta sexta-feira (19) divulgou que mais dois óbitos foram confirmados em Mato Grosso do Sul por Influenza. Em 2024, o estado já acumula 67 mortes por gripe.

Segundo o informativo, apenas uma das mortes foi identificada, sendo ela um idoso de 87 anos em Três Lagoas, vítima de H3N2, tendo comorbidades como doença cardiovascular crônica, imunodeficiência / imunodepressão. Das 67 mortes gerais pela doença no estado, 13 foram por H1N1, 46 por H3N2 e 8 não foram subtipados. 

As maiores vítimas seguem sendo do sexo feminino, responsáveis por 56,7% dos óbitos, ou seja, 38, enquanto 29 do sexo masculino morreram pela doença, cerca de 43,3%. Acerca da faixa etária, a população com mais de 80 anos representa 36,4% (24) das mortes, a maior entre as idades, seguido por 70 a 79 anos, com 12 mortes, e 60 a 69 anos, com 11.

Os casos confirmados e notificados não registraram nem aumento e nem queda, em comparação ao último boletim epidemiológico. Ou seja, os casos estão estagnados em 559 confirmados (127 H1N1, 336 H3N2 e 98 não subtipado), além de 4.570 notificações. Dentre as cidades com a maior incidência de hospitalizados pela doença estão Campo Grande (com 262 confirmações), Dourados (com 39) e Ponta Porã (com 32).

Além disso, as crianças de 1 a 9 anos são as mais afetadas, representando 20,6% das internações, ou seja, 115 dos 559 hospitalizados. São seguidos de perto pelos idosos com mais de 80 anos (15,9% - 89 hospitalizados) e aqueles de 60 a 69 anos (13,2% - 74 hospitalizados). O sexo feminino também é o mais atingido, com 54,6% das internações.

Sobre a imunização, as cidades entre os destaques positivos são Vicentina, com 74% da cobertura vacinal, Novo Horizonte do Sul, com 69,6%, e Jateí, com 67,6%. Do outro lado, Japorã, com 26,1%, Corguinho, com 24,4%, e Aral Moreira, com apenas 21%, são os destaques negativos na cobertura vacinal.

“A vacinação contra a influenza é uma das medidas de prevenção mais eficazes para proteger contra essa doença e, principalmente, contra a evolução para complicações e óbitos. A vacinação também contribui para a redução da circulação viral na população, protegendo especialmente os indivíduos que apresentam fatores ou condições de risco”, diz o boletim divulgado pela Ses.

Alta na mortalidade infantil pela doença

A mortalidade por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças pequenas ainda está alta devido à grande circulação do vírus sincicial respiratório (VSR). A análise é do boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado no dia 11 de maio.

O documento destaca que a mortalidade da SRAG nas últimas oito semanas foi semelhante na faixa infantil de zero a dois anos e em idosos. No entanto, na população idosa, se destacam as mortes por SRAG associadas ao vírus da gripe, à influenza A e à covid-19. 

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