Cidades

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TV estatal suprime trechos favoráveis à ex-ministra

TV estatal suprime trechos favoráveis à ex-ministra

Redação

08/05/2010 - 21h21
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Brasília

 

A NBR, emissora estatal do governo federal, suprimiu trechos dos áudios que faziam referências positivas à pré-candidata petista Dilma Rousseff, durante a cobertura do evento de lançamento do primeiro navio do Programa de Modernização e Expansão da Transpetro (Promef), realizado ontem, em Ipojuca (PE). O corte das falas incluiu até mesmo o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e era sempre substituído por uma locutora em off (fora da tela), que dava informações sobre o evento, direto de um estúdio em Brasília. Assim que as referências a Dilma acabavam, o som original do evento retornava.

Segundo a assessoria de imprensa da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), a quem a NBR paga pelas transmissões dos eventos do governo, houve orientação prévia para que essa atitude fosse tomada caso houvesse alguma fala favorável a Dilma

O primeiro a ser alvo do recurso foi o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Pernambuco, Alberto Alves dos Santos. "Por causa da lei eleitoral, o presidente Lula não pode falar. Mas eu posso", afirmou, tendo seu áudio substituído em seguida pela voz da locutora. Santos elogiou Lula pela recuperação da indústria nacional e afirmou que "se dependesse do povo trabalhador, seu mandato seria igual ao de Fidel Castro" Ele se despediu do palanque desejando "Bom Dilma para todos". Nada disso foi ouvido na transmissão da NBR.

Em seguida, a mesma prática foi feita durante o discurso do presidente da Transpetro, o ex-senador Sérgio Machado (PMDB), no momento em que ele se preparava para saudar a ex-ministra da Casa Civil. Depois, se repetiu na fala do ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, e na do anfitrião do encontro, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

Por fim, Lula também foi interrompido pela locutora, que lia sempre o mesmo texto, no qual se explicava quem era João Cândido, líder da Revolta da Chibata, em 1910, cujo nome batiza o primeiro navio do Promef.

Cidades

Famílias têm 30 dias para evitar exumação no Cemitério Santo Amaro

Familiares devem procurar a administração do local para tratar de pessoas enterradas em sepulturas temporárias cujo prazo venceu

21/01/2026 16h44

Crédito: Bruno Henrique / Arquivo / Correio do Estado

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A Prefeitura Municipal de Campo Grande publicou, no Diogrande desta quarta-feira (21), um aviso para que familiares que possuem entes sepultados em jazigos temporários se apresentem no Cemitério Santo Amaro.

A notificação foi feita pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), que informou que essas sepulturas possuem prazo de concessão de cinco anos.

Como o período venceu, os familiares de pessoas enterradas nos lotes que constam na publicação têm prazo de até 30 dias úteis, contados a partir da data da publicação, para procurar a administração do cemitério.

Cabe aos familiares informar o que desejam que seja feito após a exumação dos restos mortais.

Caso ninguém compareça dentro do prazo, a pasta irá prosseguir com a exumação, e os restos mortais serão encaminhados ao ossuário coletivo, sem necessidade de nova comunicação à família.

Os restos mortais serão devidamente embalados, lacrados e identificados, respeitando a dignidade e a memória dos falecidos.

Na edição do Diogrande desta terça-feira (20), também houve outra lista de convocações relacionadas a pessoas enterradas nos cemitérios Santo Amaro e São Sebastião, popularmente conhecido como Cemitério Cruzeiro.

Nesse caso, a convocação refere-se à regularização cadastral e à correção de irregularidades operacionais identificadas.

A publicação divulgou o nome dos titulares dos terrenos, sendo cerca de 52 convocados a comparecer ao Cemitério Cruzeiro e mais de 100 ao Cemitério Santo Amaro para regularizar pendências.

Para conferir as edições do Diogrande, basta clicar aqui e selecionar a data correspondente para verificar se o ente consta na lista divulgada.

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CAMPO GRANDE

Ciúme, rastreamento e assassinato: como foi a tragédia na Luigi Salgados

Gerente não aceitava o fim do relacionamento, rastreou o carro da ex, acreditou em caso entre ela e o patrão e atacou durante o horário de almoço, antes de tirar a própria vida

21/01/2026 16h28

Assassinato ocorreu nesta quarta-feira, na Avenida Julio de Castilhos, em Campo Grande

Assassinato ocorreu nesta quarta-feira, na Avenida Julio de Castilhos, em Campo Grande Gerson Oliveira

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O gerente da Luigi Salgados, Eduardo Araújo, 32 anos, que se matou no início da tarde desta quarta-feira (21) após matar o patrão, André Luis Mitidiero, 49, dono da mesma empresa, não aceitava o fim do relacionamento com a ex-mulher, Juliana Carolina Albuquerque.

A motivação do crime seria um suposto caso entre Juliana e André, conforme relatos de funcionários da empresa, que presenciaram os corpos dos dois no chão enquanto acompanhavam o trabalho da polícia no local do crime.

A primeira constatação dos policiais que estiveram no local é de que Eduardo agiu com premeditação. Separado de Juliana desde outubro de 2025, mas com o relacionamento em crise há muito mais tempo (desde fevereiro, conforme uma pessoa que conhecia ambos), Eduardo Araújo teria colocado um rastreador no veículo da ex-mulher.

Foi por meio desse rastreamento que ele teria formado a convicção de um relacionamento entre a ex e André. Com Juliana, Eduardo Araújo tinha três filhos, duas meninas e um menino.

No último storie que postou no Instagram, ainda na manhã desta quarta-feira, a mensagem trazia a seguinte frase em meio a um diálogo: “quanto mais a gente quer uma pessoa, menos a gente tem (sic)”.

Eduardo Araújo surpreendeu André Luis Mitidiero no início do intervalo desta terça-feira, quando o golpeou com dez golpes de faca. Em seguida, usou a mesma faca para golpear o próprio peito, apoiando a faca em uma pilastra e pressionando o corpo contra ela.

Ambos morreram no chão da empresa, onde trabalharam juntos, juntamente com Juliana.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

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