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EDUCAÇÃO

AGU recorre e Justiça Federal mantém aulas à distância na UFMS e UFGD

Sindicatos recorreram pedindo a suspensão do sistema de ensino remoto e dos calendários acadêmicos
04/08/2020 08:21 - Adriel Mattos


A Justiça Federal decidiu manter o sistema remoto de aulas na UFMS Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e na UFGD Universidade Federal da Grande Dourados.

Ações movidas por sindicatos pediam liminar para interromper as aulas remotas adotadas pelas instituições de ensino em virtude da pandemia de Covid-19 e, consequentemente, a suspensão do calendário.

A Advocacia-Geral da União (AGU) alertou, por meio da Procuradoria Federal no Estado (PR/MS), que o pedido prejudicaria o aprendizado dos estudantes e atrasaria o ano letivo, adiando colações de grau e impossibilitando inclusive a abertura de novas turmas.  

“Em razão do possível tempo de duração da pandemia, (os alunos) perderão o semestre letivo e, caso os efeitos da pandemia se estendam ao segundo semestre de 2020 ou em 2021, poderão perder o ano letivo”, ressaltou nos autos o Procurador Federal João Batista Martins.

O órgão sustentou ainda que as instituições UFMS e UFGD haviam implantado ações de apoio aos estudantes em situação de vulnerabilidade, como auxílio emergencial para acesso a recursos tecnológicos que permitissem o acompanhamento das aulas remotas.

Em uma das decisões, a 2ª Vara Federal de Dourados reconheceu que “para evitar o integral sacrifício do direito constitucional à educação – paralisado durante a pandemia –, mostra-se perfeitamente adequada a retomada do ensino na medida do possível e mediante ferramentas que contribuam para a preservação do distanciamento social, como ocorre com o ensino remoto”.

 
 

Felpuda


Esforços vêm sendo feitos por certos candidatos derrotados na tentativa de conseguir emplacar em cargos públicos comissionados alguns ex-integrantes das equipes de trabalho da campanha eleitoral.

A preocupação não seria, na realidade, com situação de dificuldades que essas pessoas enfrentariam a partir de agora, mas, sim, para livrarem-se de pagar pendências trabalhistas referentes ao período da disputa. Tem cada uma!