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ESPAÇO AÉREO

União libera entrada de estrangeiros no País, mas não em MS

Turistas que tem MS como destino de viagem, mesmo que com conexão em outros estados, não poderão embarcar em voos
30/07/2020 16:26 - Glaucea Vaccari


Governo federal autorizou a reabertura das fronteiras aéras para a entrada de estrangeiros no Brasil. No entanto, restriçao continua para turistas que tenham Mato Grosso do Sul como destino final.

Mato Grosso do Sul está entre os estados com a maior média móvel de casos da Covid-19 no País.

Conforme portaria da União, publicada nesta quarta-feira, a medida de reabertura do espaço aéreo tem como objetivo auxiliar a retomada do turismo na pandemia.

Para viagens de curta duração, de até 90 dias, o turista estrangeiro terá que apresentar , antes do embarque, comprovante de compra de seguro saúde válido no Brasil com cobertura durante todo o período de viagem, que deve ser de até 90 dias.  

Caso não tenha os comprovantes, o viajante será impedido de entrar no território nacional por provocação da autoridade sanitária.  

Voos internacionais que o passageiro tenha como ponto de chegada aeroportos localizados em Mato Grosso do Sul, mesmo que com conexão em outros estados, tendo em vista que MS não tem pousos de voos comerciais internacionais, também terá impedimento. 

Além do Estado, restrição é para os estados de Paraíba, Rondônia, Rio Grande do Sul e Tocantins.

A entrada de estrangeiros nos aeroportos foi proibida no final de março, devido à pandemia do novo coronavírus. A medida tinha validade inicial de 30 dias, mas foi renovada diversas vezes. A última prorrogação foi realizada no dia 30 de junho, quando também foi renovada a restrição de entrada nas fronteiras terrestres e portos.

Em todo o País, restrições permanecem para viagens em trânsito terrestre ou transporte aquaviário por, pelo menos, mais 90 dias.  

 
 

Felpuda


Nos bastidores, há quem garanta que a única salvação, de quem está com a corda no pescoço, é ele aceitar ser candidato a vice-prefeito em chapa de novato no partido. Vale dizer que isso nunca teria passado por sua cabeça, uma vez que foi eleito com, digamos, “caminhão de votos”. Se aceitar a imposição, pisaria na tábua de salvação; se recusar, poderá perder o mandato. Ah, o poder!