Clique aqui e acompanhe o resultado das Eleições 2020

COVID-19

Vacina da China pode ficar pronta para distribuição em 2020

OMS, no entanto, descarta a possibilidade de uma vacina tão rapidamente
23/07/2020 14:33 - Estadão Conteúdo


A vacina contra covid-19 desenvolvida pelo Grupo Nacional Farmacêutico da China, estatal e conhecido como Sinopharm, pode ficar pronta para distribuição ainda este ano. 

A informação foi dada pelo próprio presidente da Sinopharm, Liu Jingzhen, em entrevista à televisão estatal chinesa CCTV.

De acordo com Liu, os testes clínicos começaram na semana passada em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, e devem ser concluídos em aproximadamente três meses, abrindo espaço para entrega ao mercado no fim de 2020.

Na quarta, no entanto, o diretor executivo da Organização Mundial da Saúde (OMS), Michael Ryan, descartou a possibilidade de uma vacina tão rapidamente

"A ideia de que teremos uma vacina em dois ou três meses e, de repente, esse vírus terá passado... Adoraria dizer isso a vocês, mas não é realista", ressaltou, em coletiva de imprensa.

Corrida

Outro laboratório chinês também está na corrida por uma vacina contra o novo coronavírus. 

A farmacêutica Sinovac desenvolve a Coronavac, em parceria com o Instituto Butantã e já realiza testes em voluntários no Brasil. 

De acordo com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), porém, as doses para uso geral só devem ser produzidas no início de 2021.

Outro imunizante experimental que está em testes no Brasil é o AZD1222, desenvolvido pela Universidade de Oxford com a farmacêutica AstraZeneca

Já as farmacêuticas Pfizer e BioNTech devem entregar ao menos 100 milhões de doses de uma vacina contra o coronavírus até o final do ano, mas a quantidade já foi inteiramente contratada pelos Estados Unidos.

*Com informações da Dow Jones Newswires

 
 

Felpuda


As eleições do segundo turno, encerradas no domingo (29), descortinaram panorama de como será a briga eleitoral em 2022.

Os partidos das chamadas extremas direita e esquerda, no cômputo geral, tiveram o repúdio das pessoas nas urnas, que contrariaram, nos dias das votações, o dito popular de que na briga entre o rochedo e o mar quem apanha são os mariscos. Desta feita, decidiram escolher ficar em águas mais tranquilas pelos próximos quatro anos, evitando extremistas.