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CORONAVÍRUS

Vacina do Butantan pode começar a ser aplicada em janeiro de 2021, diz secretário

Prioridade deve seguir modelo da vacinação contra a gripe, convocando primeiro os idosos
07/09/2020 11:33 - Da Redação


A Coronavac, vacina contra a Covid-19 produzida em parceria do Instituto Butantan com o laboratório chinês Sinovac, pode começar a ser aplicada em janeiro de 2021.

À CNN Brasil, o secretário de estado de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, disse que o projeto já está entrando nas fases finais.

“A vacina do Instituto Butantan tem uma programação de término dos estudos ainda em outubro. Em novembro os resultados estarão disponíveis e em dezembro estaremos com 45 milhões de doses no Brasil”, explicou.

Ainda conforme Gorinchteyn, os estudos precisam de aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e se tudo der certo, tudo estará pronto em dezembro para iniciar a imunização em janeiro.

“Todas as vacinas só serão liberadas pela Anvisa se tiverem passado e sido aprovada nas fases 1, 2 e 3”, ressalta, explicando como andam os testes na China.  

“A primeira dose produziu proteção em 92% dos pacientes. Quando receberam a segunda dose, 14 dias depois, elevou-se para 97%. Portanto quase 100% de quem tomou a vacina estava protegido. A vacina é extremamente segura e por isso o Butantan trouxe para o Brasil”, conclui.

A ordem de quem será vacinado primeiro ainda será definida, mas “muito possivelmente seguirá o mesmo ritmo e normativa [da vacina] para a gripe, aqueles grupos que tenham idosos, gestantes, profissionais de saúde”.

O secretário de Saúde respondeu ainda ao questionamento de um espectador se haverá vacina para todos ou uma corrida a clínicas particulares.  

“Ela vai ser distribuída pelo SUS [Sistema Único de Saúde] de forma gratuita, ninguém vai pagar por essa vacina. O que queremos é salvar vidas. Quanto mais vacinas seguras existirem, melhor para todos”, finalizou.

 
 

Felpuda


Figurinha está trabalhando intensamente para tentar eleger a esposa como prefeita de município do interior.

Até aí, uma iniciativa elogiável. Uns e outros, porém, têm dito por aí que seria de bom tom ele não ensinar a ela, caso seja eleita, como tentar fraudar folha de frequência de servidores. 

Afinal, assim como ele foi flagrado em conversa a respeito com outro colega, não seria nada recomendável e poderia trazer sérias consequências. Só!