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VACINAÇÃO

Se vacinação continuar no mesmo ritmo, MS pode levar 1 ano e meio para vacinar toda população acima de 19 anos

Esse tempo sobe para aproximadamente 2 anos e 1 mês se vacinação ocorrer apenas em dias úteis
10/02/2021 12:13 - Naiara Camargo


Caso a vacinação continue nesse ritmo e ocorra ininterruptamente, até em feriados e finais de semana, a estimativa é que Mato Grosso do Sul demore aproximadamente 1 ano e meio para vacinar toda a população acima de 19 anos, estimada em 1.854.201 pessoas.

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Se for contar apenas os dias úteis, esse tempo sobe para 2 anos e 1 mês.

Crianças e adolescentes são menos susceptíveis à complicações da Covid-19 e ainda não existe imunização prevista para esta faixa etária.

Se futuramente pessoas menores de idade puderem se vacinar, o Estado pode demorar aproximadamente 2 anos e 3 meses para vacinar todos os seus 2.809.394 habitantes.

Se for contar apenas os dias úteis, ou seja, de segunda à sexta-feira, com feriados, esse tempo sobe para 3 anos, 2 meses e 20 dias.

Até o momento, 84.866 doses já foram aplicadas no Estado, sendo 77.930 da primeira dose e 6.933 da segunda. De acordo com o vacinômetro, 3,02% da população geral sul-mato-grossense foi vacinada.

Atualmente, a média de pessoas vacinadas por dia em Mato Grosso do Sul é de 3.388. No mundo, 147.198.987 doses já foram aplicadas, de acordo com o Painel Coronavírus – Google

Os dados populacionais são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Por outro lado

Mato Grosso do Sul pretende vacinar toda sua população até julho deste ano

O governo do Estado apresentou ao Supremo Tribunal Federal uma petição para compra de mais de 500 mil doses do imunizante Sputnik V em negociação com mais sete estados. São eles: Bahia, Piauí, Espírito Santo, Paraíba, Sergipe, Maranhão e Pernambuco.

Secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende afirma que há R$100 milhões em caixa para adquirir as doses. 

Reação à vacina 

De 18 de janeiro à 5 de fevereiro, 71.688 sul-mato-grossenses foram vacinados. Desse número, apenas duas pessoas apresentaram efeitos colaterais mais graves.

As pessoas que apresentaram reações foram profissionais de saúde, a ponto de buscar ajuda médica. Contudo, não precisaram ser internadas.

Autoridades em saúde acreditam que esses dois profissionais já estavam infectados pelo vírus quando tomaram a vacina.

“Acreditamos que já estavam infectados e não foi reação adversa pós vacinação”, esclarece a gerente técnica de Imunização da SES, Paula Goldfinger. "Já as reações leves são esperadas para toda e qualquer vacina”, acrescenta.

Astrazeneca e Coronavac são os imunizantes que deram reação, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES). 

De 3 milhões de pessoas imunizadas no Brasil, 20 apresentaram efeitos colaterais graves, de acordo com o Ministério da Saúde. Ainda estuda-se a relação com as vacinas.