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ESTUDOS REMOTOS

Psicóloga dá dicas para manter foco nos estudos durante quarentena

Fazer intervalos regulares e separar horários de dever e lazer são essenciais
12/06/2020 11:15 - Gabrielle Tavares


Estudantes de Mato Grosso do Sul, desde o ensino infantil até o superior, estão com as aulas presenciais suspensas, a maioria delas substituídas por ensino remoto. Com cinco meses de isolamento social, os estudos podem perder o foco. Pensando nisso, a psicóloga Ana Lúcia de Souza foi consultada pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), para dar dicas aos alunos.

Segundo a psicóloga, é importante manter uma rotina com horários de trabalho e lazer separados. Horários específicos para as atividades de lazer, sejam as redes sociais ou notícias, e horários para as ferramentas exclusivas de trabalho. “Não dá para ficar acessando uma e outra coisa o tempo todo, acho que a gente precisa ter foco e determinar tempos específicos para cada uma dessas ferramentas, porque todas elas têm um lugar”, afirma.

Para as pessoas que estão encontrando dificuldades em se concentrar, Ana Lúcia sugere intervalos eventuais entre as tarefas. E ela alerta, a organização das atividades diárias é essencial para evitar o metas exageradas. Invés disso, dividi-las em etapas e cumprir cada uma por partes.

“Eu acredito que fazer as coisas que a gente gosta, principalmente em casa, vai ser definitivo para a gente manter a nossa saúde mental equilibrada e entender que o convívio com os nossos familiares também pode facilitar essas relações”, comenta a psicóloga.

A última dica é para mentalizar que o isolamento social é por tempo determinado e que uma hora vai chegar ao fim. “Acredito que o princípio de tudo é a gente perceber que esse período é transitório, que em algum momento a gente vai conseguir retomar as nossas rotinas, as nossas atividades, da forma como a gente gostaria que elas acontecessem”, conclui Ana Lúcia.

 
 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!