Cidades

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Vice-governador do DF descarta a hipótese de se afastar do cargo

Vice-governador do DF descarta a hipótese de se afastar do cargo

Redação

13/02/2010 - 07h46
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exercício do Distrito Federal, Paulo Octávio, não pretende se licenciar do cargo por conta do pedido de impeachment que a Central Única dos Trabalhadores do Distrito Federal (CUT-DF) apresentou ontem e devido ao suposto envolvimento na operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal. O inquérito do Superior Tribunal de Justiça (STJ) relata gravações feitas com autorização da Justiça, sobre a suposta divisão de dinheiro entre membros do primeiro escalão do GDF, inclusive Paulo Octávio. “Não existe essa possibilidade”, garantiu o assessor de imprensa André Duda. Ontem o governador em exercício teve uma reunião de cerca de 40 minutos com o presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, desembargador Nívio Gonçalves. “Foi uma visita de apresentação”, disse o assessor de imprensa. Inicialmente, o desembargador tinha convidado os jornalistas a presenciar o encontro mas, a pedido de Paulo Octávio, o encontro ocorreu sem a presença da imprensa. Antes do encontro, Nívio Gonçalves admitiu que acompanha “com preocupação” os últimos acontecimentos em Brasília classificados por ele como “notícias horríveis”. E completou: “O Poder Judiciário tem obrigação de manter a harmonia entre os poderes e ver os poderes andar com dignidade. Claro que todos nós estamos indignados”. Também participou do o presidente da Câmara Legislativa do DF, Wilson Lima (PR). Pela manhã, Paulo Octávio teve uma longa reunião – de cerca de três horas – com os principais secretários do governo – da Educação, Eunice Santos, da Fazenda, André Clemente, do Planejamento, Ricardo Pena, e de governo, Flávio Adalberto Gilsane. Também participou da reunião o procurador-geral do DF, Marcelo Galvão.

Mercado online

Polícia acaba com esquema que desviava mercadorias compradas on-line

O esquema contava com participação de funcionários que desviavam compras feitas online; apenas uma funcionária furtou um total de R$ 10 mil no último mês

15/07/2024 17h20

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Funcionários de uma transportadora de entrega de produtos adquiridos pela internet, foram presos pelo desvio de mercadorias. Somente em junho "a mão leve" levou o equivalente a R$ 10 mil. 

A atividade do grupo foi encerrada na manhã desta segunda-feira (15), quando agentes da 2º Delegacia de Polícia prendeu o grupo de funcionários que agiam tanto em Campo Grande quanto no interior do Estado.

O levantamento das investigações indicou que os funcionários usavam o sistema da transportadora e davam baixa (marcando como se a mercadoria fosse entregue) nos produtos que terminavam desviando. O grupo tinha preferência pelas seguintes mercadorias:

  • Joias
  • Celulares
  • Roupas
  • Perfumaria
  • Itens alimentícios, entre outros.

Além disso, o foco dos criminosos estavam em produtos destinados a outros estados e por alguma inconsistência do sistema terminavam no depósito da empresa na Capital. Como ficavam meses sem destino o grupo acabava ludibriando o sistema e ficando com a encomenda. 

Conforme divulgado pela Policia Civil, uma das funcionárias que participava do esquema confessou que desviou aparelhos celulares e joias revendidas de joalherias de marcas conhecidas que por fim terminaram sendo derretidas.

Apenas essa funcionária desviou um total de R$ 10 mil reais em furtos referentes ao mês de junho. No sistema ela ainda repassava os valores das notas fiscais por metade do preço. 

Os agentes seguem com a investigação para recuperar os objetos furtados. Como não houve flagrante da ação criminosa alguns dos envolvidos seguem soltos para responder ao processo em liberdade.

Com relação a transportadora os suspeitos tiveram o  contrato de trabalho rescindido.

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Estelionato

Mulher alega dívida em jogo do Tigrinho, pede cartão a idoso e saca R$ 100 mil

Ao relatar aos policiais, o idoso disse que a mulher pediu ajuda porque precisava sacar dinheiro do jogo, afirmando que estava sem o aplicativo do banco

15/07/2024 17h00

Imagem ilustração

Imagem ilustração Reprodução/

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Um idoso de 66 anos procurou a polícia nesta segunda-feira (15) após ser vítima de estelionato em Campo Grande. De acordo com a polícia, a vítima estaria devendo quase R$ 100 mil em empréstimos bancários feitos por outra pessoa, que foram utilizados para jogos de cassino online sem sua permissão.

Conforme informações do boletim de ocorrência, o idoso relatou que a vizinha de 27 anos pediu o cartão emprestado, alegando estar com problemas no aplicativo bancário e precisando sacar dinheiro que havia ganhado no jogo do Tigrinho, conhecido popularmente como jogo de cassino online. 

Como a jovem morava no local há três anos, o idoso disse à polícia que confiou nela e resolveu emprestar seu cartão bancário. Em depoimento, o idoso afirmou que descobriu o estelionato depois que sua filha verificou o extrato bancário e encontrou um saque de R$ 7 mil.

Em depoimento à polícia, a filha do idoso disse que foi até a residência da mulher para tirar satisfações sobre o saque, mas foi surpreendida ao descobrir que a suspeita não estava mais morando no local.

Preocupados com o alto valor sacado, o idoso e sua filha foram até a Polícia Civil registrar a ocorrência por estelionato contra idoso. De acordo com a polícia, há câmeras de segurança em locais onde a mulher teria sacado o dinheiro, o que pode ajudar na identificação da suspeita.

 

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