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PANDEMIA

Prorrogada suspensão de visitas às unidades prisionais até 31 de julho

Visitas virtuais são realizadas para substituir as presenciais
08/07/2020 12:03 - Gabrielle Tavares


 

A Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) prorrogou a suspensão das visitas em todas as unidades prisionais de Mato Grosso do Sul até o dia 31 de julho. A suspensão foi realizada para a prevenção de contágio pelo coronavírus entre a população em situação de encarceramento.

Também continuam suspensos eventos sociais, palestras, projetos, atividades escolares, bem como grupos e projetos educacionais dentro dos estabelecimentos penais; além da assistência religiosa e ações das instituições cadastradas, assim como os setores de trabalho das unidades, exceto as atividades consideradas essenciais, determinadas pela direção de cada presídio. As escoltas continuam sendo realizadas apenas em casos emergenciais de saúde ou com audiência marcada.

Para substituir as visitas presenciais, Agepen implantou a operacionalização de visitas virtuais, através de videochamadas. A ferramenta também é utilizada em outros estados e visa evitar a entrada do grande volume de pessoas dentro das unidades prisionais.  

Somente o Complexo Penitenciário de Campo Grande, por exemplo, localizado no Jardim Noroeste – que engloba quatro unidades prisionais masculinas de regime fechado – recebe, em média, mais de 1,7 mil visitantes por final de semana.

Em caso de entrada de novos custodiados, eles passam por triagem preliminar, que em Campo Grande, é realizada no Módulo de Saúde do Complexo Penitenciário. Já nas unidades do interior do estado, o procedimento é feito no próprio setor de saúde da unidade penal.  

Em casos de suspeita, o interno recebe atendimento médico e é isolado. Também é feito o isolamento preventivo de detentos que chegam de delegacias ou daqueles que apresentam sintomas gripais, bem como a aplicação de testes para detecção da Covid-19.

 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!