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ESTUDO

Dieta rica em carboidratos foi chave para inteligência humana

Dieta rica em carboidratos foi chave para inteligência humana
25/08/2015 05:00 - G1


Eles têm má reputação entre quem quer perder peso, mas tudo indica que, há milhares de anos, alimentos ricos em carboidratos - como os tubérculos - foram cruciais para que ficássemos mais inteligentes.

Ao menos é esta a conclusão de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Autônoma de Barcelona, University College of London e Universidade de Sydney, que afirmam que o consumo de plantas ricas em amido foi fundamental para a evolução de nossa espécie.

A razão é simples: a glicose é um dos principais combustíveis do cérebro.

E, segundo o estudo, o desenvolvimento de nossa capacidade de obter açúcares dos carboidratos - e, em particular, dos amidos - sustentou o acelerado crescimento do cérebro "que começou a notar-se a partir do [período] Pleistoceno Médio".

"A capacidade de aproveitar raízes e tubérculos ricos em amido na dieta dos primeiros hominídeos é considerado um passo potencialmente crucial na diferenciação entre os primeiros Australopitecinos de outros hominídeos", diz o estudo, publicado na mais recente edição do The Quarterly Review of Technology.

Em uma linguagem mais simples, isso quer dizer que uma dieta com alimentos ricos em carboidratos deu a nossos antepassados uma importante vantagem evolutiva (que algumas das dietas modernas ou em moda ignoram).

Os humanos têm três vezes mais cópias do gene que cria as amilases salivares - enzimas que ajudam a transformar os carboidratos em açúcares - do que o resto dos primatas.

E essa adaptação, dizem os pesquisadores, começou a ser produzida há aproximadamente um milhão de anos.

Felpuda


Com trabalho suspenso, por causa da Covid-19, investigação parou sem ter começado e, agora, dois dos cabeças do grupo de trabalho estão “chovendo no molhado”. Assim, para continuar, digamos, em evidência, vêm divulgando sobre a “firmeza” de ambos em “dar continuidade”, tão logo acabe a pandemia que, assim como os resultados dos trabalhos, são incógnitas que só. Portanto, melhor seria aguardar o desenrolar dos acontecimentos para sair “cantando de galo”.